26.6.17

Favoritos do Mês: Maio, 2017

Estamos na última semana de junho, faz uns belos dias que não posto nada, mas ainda me atrevo a dizer que estamos em dia com os Favoritos, haha! 😂

Estive bem reclusa em casa nas últimas semanas, então até estou meio incerta sobre o que vou escrever para os Favoritos de junho; felizmente, ainda tenho algumas semanas de crédito para me preocupar com isso... 🤔 Até lá, espero poder publicar um ou outro post que está fermentando aqui na fábrica, hehe. Mas chega de bastidores e vamos aos holofotes: estes são meus Favoritos de maio!


1. THE FEAT. BEST, de AI


Faz um tempão que eu baixei esse álbum tão somente por uma faixa e, quando fui dar uma chance para as demais, não é que a maioria delas era o máximo também? 💙 Essa é uma coletânea de colaborações da AI com outros artistas, japoneses e americanos, cujos estilos são bem diferentes, flertando tanto com o pop quanto com o hip hop.

A AI em si já é uma joia rara pela sua versatilidade, tanto nos estilos de música, quanto no seu look; acho incrível o seu tom de voz e a sua autoestima - ela não está nem aí para o que vão falar das suas roupas ou do seu cabelo (aka uso peruca sim, e daí?) e essa é sua assinatura mesmo.

Justamente as minhas faixas preferidas ever deste álbum não têm videoclipes, mas, como queria muito colocar uma delas no post, fiz essa montagem rapidinha aí embaixo para a "O2", colaboração da AI com a divosa da Fukuhara Miho, música que domina minha playlist até o presente momento:


2. Flamingos Garden Hair


Já tem alguns aninhos que adotei o cabelo curto para a vida - só dei um break quando quis doar os cabelões - e estava sob os ótimos cuidados de uma profissional há anos, mas cada vez mais me vinha a vontade de buscar por algo novo. Eu queria um "frescor" no visu que talvez o estilo mais maduro e tradicional daquele salão já não poderia mais me oferecer.

Fiquei sabendo do Flamingos pelo post que a Guid fez no seu blog, o Não Repete, apresentando onde consegue manter o seu corte de cabelo charmoso e diferentão. O "histórico" de trabalhos com cortes curtos e colorações, além da proposta sustentável do salão, me agradou muito e fiquei bem empolgada para me dar uma nova chance.

Mas sabe como é: mesmo fazendo praticamente o dossiê extraoficial da loja, olhando redes sociais de cima a baixo, de cabo a rabo, ainda bate aquele medinho de ficar em novas mãos, depois de tantos anos com a mesma cabeleireira, né? Por isso que fiquei dias me enrolando... Até o belo dia em que bati na minha própria cara e falei "vai" - pronto, fui atrás agendar. E vamos relevar o fato de que fui uma semana antes do combinado por erro e ansiedade exclusivamente minhas - oops, já falei, haha! 😂


Vou ser sincerona: como a Guid citou que geralmente corta com o Vini, ele era minha primeira opção. Contudo, como a agenda dele estava lotada, eu fui atrás da Beta - e que bom que fui, pois ela é demais! Com carinho e dedicação ao meu caso, ela fez adaptações mágicas para que o estilo de corte que queria desse certo no meu desajeitado cabeção! 😍

Tenho ainda de destacar que, durante a lavagem do cabelo, a gente ganha uma massagem mara - que pode ser relaxante, estimulante de pontos do shiatsu ou meio-a-meio. Além disso, nariz empinado e mau humor não passam perto do Flamingos: todo mundo olha no olho e sempre é super simpático comigo, desde o primeiro contato no Whats! E sim, adoro fazer #jabagratuito, haha 💙

Flamingos Garden Hair
Rua São Francisco, nº 121 - Centro
Tel: (41) 3779-2633 Whats: (41) 99883-2633

3. Separar doações


Quando o frio se instala e surge a oportunidade de tirar as roupas mais pesadas lá do fundo do armário, geralmente é a hora em que revejo todo o meu guarda-roupa e separo para doação aquelas peças de que sequer senti falta e já não têm mais a minha cara.

Sei que o desapego com as roupas pode ser complicado para muitas pessoas, mas eu considero essa separação uma tarefa até que fácil, por ter bem claro na minha cabeça quando aquela peça já deu o que tinha de dar - algumas, inclusive, devem estar uns pés de valsa, de tanto serem dispensadas e empurradas pra lá e pra cá entre os cabides na arara, haha!

Essa tarefa, porém, foi um pouco diferente para mim neste ano, porque comecei a analisar se não conseguiria mesmo montar uma combinação no meu "estilo" com esta ou aquela peça, candidata à caixa de doações. Parece uma condição um tanto óbvia, mas possibilidades como sobreposição ou cores complementares não costumavam fazer parte da minha vida.

Absorver essas ideias foi um processo de formiguinha e posso dizer que o que me ajudou a adotar essa nova visão foi acompanhar várias postagens dos blogs Não Repete e Hoje Vou Assim OFF. Ser mais seletiva e consciente tanto para comprar, quanto para desapegar das roupas, por sua vez, veio de uma sementinha plantada por aquele já famoso livro da Marie Kondo, "A Mágica da Arrumação".

De qualquer modo, esta é sempre uma época boa para limpar o armário, dar uma analisada no que tem, lavar aquelas peças guardadas há um tempão e deixar tudo dobradinho no seu devido lugar. À hora em que termino a arrumação, me dá uma satisfação enorme, aquela gostosa sensação de dever cumprido! Mas bem sei de uma das verdades absolutas da vida: isso não vai durar muito tempo... 😛

4. Filme "A Batalha do Ano"


Há certas horas em que penso que o Universo conspira, com mensagens subliminares e empurrõezinhos - ou, se preciso, puxões de cabelo e até pontapés -, para a gente finalmente tomar um pouco de tenência nessa vida. Acho que foi o caso quando esse filme apareceu na programação enquanto zapeava pelos canais da TV.

A Batalha do Ano, ou Battle Of The Year, é um campeonato que reúne os melhores dançarinos de breakdancing do mundo. Embora participe de todas as edições, a equipe dos Estados Unidos está na seca há quinze anos. Na crença de que, quando se coloca um treinador no caminho certo, ele pode levar qualquer time à vitória, recruta-se o ex-treinador de basquete Jason Blake (Josh Holloway) para levar o time do país ao topo.

Blake já tinha seus próprios problemas pessoais e, por isso, não tem escrúpulos ao desmantelar a equipe já existente e recrutar novos dançarinos do país todo para formar o Time dos Sonhos. Durante a seleção, os diversos concorrentes foram submetidos a regras e condições severas, porém o maior desafio mesmo era tornar aquela aglomeração de orgulhos e egos numa equipe unida de verdade.


Tudo bem, não é a premissa mais original dos últimos tempos nem é um dos melhores filmes que já vi na vida, mas sabe quando algo aparece para você na hora certa para dar aquela chacoalhada - o Universo dando coice, talvez?

Então, estou numa fase em que aquele processo de seleção severo do filme, sem segunda chance, sem desculpinha, parece deveras palpável (e foi um dos pontos altos da história, vai). Terminado o filme, ele (Universo) deu aquele chutão na minha bunda; pulei do sofá e fui estudar, haha! 😅

2 comentários

  1. Que salão mais lindinho! <3 Entrei no insta deles e vi alguns cabelos coloridos. Amei demais!

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    Respostas
    1. Hoe, Mari! Tudo bem? :)

      Sim, o salão é bem legal e aconchegante! Os cortes também me seduziram demais para tentar essa nova aposta - e deu muito certo, estou adorando meu cabelinho, embora ele (ainda) não esteja colorido, haha!

      Beijos, flor~

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