Depois que terminei de fazer a ilustra para o post, percebi o arzinho meio borocoxô que ele tomou e me assustei um pouco: significa que alguns ranços aqui guardados estão começando a transparecer nas coisas que estou fazendo.

Sabe, antigamente eu me considerava boa em maquiá-los, camuflá-los, deixá-los quietinhos num cantinho. Hoje, não se trata do cachorro velho ter desaprendido os truques, e sim que o copo começou a transbordar. A fim de podar essas trepadeiras traiçoeiras que têm se enroscado pelos meus  pensamentos e sentimentos, já estou indo atrás de ajuda profissional.

Desculpe o excesso de metáforas até aqui, mas foi o único jeito que encontrei para deixar o papo mais leve sem desviar da verdade. Espero poder fazer um novo Favoritos com notícias melhores em breve. Bom, nem por isso este post deixou de ser criado e maturado com muito carinho! 💙 Por favor, confira meus Favoritos de agosto e setembro:



1. Blue Bird Fotografia


Já faz umas semaninhas, mas fotos da pessoinha que vos escreve estão fazendo parte das páginas (é só clicar nos links do menu superior) e da capa da fanpage no Face! 📸 Essa foi, na verdade, a realização de uma das grandes metas que tinha traçado para 2017 e não poderia ter conseguido sem a ajuda dos fotógrafos Thais e Reynolds, o casal que toca a Blue Bird Fotografia.

Desde o momento em que tomei coragem para contatá-los, tinha a ideia fixa de fazer fotos conceituais, sem olhar direto para a câmera e que tivessem um ar urbano, talvez até mostrando um pouco da identidade de Curitiba. Pois bem, acho que o dia em que fizemos a sessão não poderia ter sido mais tipicamente curitibano: friozinho e nublado. Me encontrei com o casal nas escadarias da UFPR e as laterais do Prédio Histórico emolduraram boa parte das fotos.


Ah, mas o ensaio não era apenas sobre o blog; havia um bichinho curioso aqui dentro de mim querendo saber como eu poderia ser vista ou captada por uma lente profissional. Bom, uma coisa ficou muito clara para mim durante a sessão e se confirmou quando vi o resultado final: eu sou toda dura, haha! 😂 De fato, não tenho muita consciência corporal e fiquei bem ansiosa-nervosa-perdida na oportunidade. No mais, perceber os olhares dos transeuntes tentando entender porque a guria toda dura lá estava sendo fotografada na rua não ajudava a me acalmar, haha... 😳

Saldo da história? Estou feliz por agora ter um acervo de fotos bonitas minhas e pelo encontro com alguns dos talentos locais que mais fico stalkeando nas redes sociais, hehe! Agradeço muito à Thais e ao Reynolds pela paciência, de verdade. Recomendo uma passadinha no Instagram da Blue Bird para babar nas fotos, falar com esse casal bacana e marcar o seu próximo ensaio fotográfico! 💙

2. Boku no Hero Academia


Ahá! Finalmente, consegui assistir a Boku no Hero Academia e... Estou viciada, haha! ✌️ Na verdade, essa história tem todos os ingredientes de um típico shonen, até aquela certeza de que nosso protagonista será bem-sucedido no futuro, então não haveria nada de novo sob o sol, mas... Sabe quando um filme, uma música, uma série te pega de jeito porque está falando com o seu momento? Foi assim mesmo que Boku no Hero me fisgou. 🙋


Ter superpoderes é o novo "normal": num mundo em que cerca de 80% da população nasce com "Individualidades" dos mais diferentes tipos, os 20% restantes são completamente impotentes. Desde cedo, Midoriya Izuku soube que era uma dessas raridades e foi discriminado por isso. Um destino muito injusto para quem não queria mais nada, senão se tornar um Herói profissional.

Contudo, a chama de esperança continuava acessa no jovem, que admirava e estudava outros heróis sempre que possível. Eis que, um dia, sua persistência parece gerar frutos: Izuku não apenas encontra o maior Herói de todos, seu ídolo All Might, como este também o escolhe como seu sucessor, transmitindo-lhe sua única e poderosa Individualidade!

Após meses de duro treino, Izuku entra para a U.A. High School, uma escola colegial famosa por seu excelente programa de treinamento para Heróis. Com calouros promissores neste ano e a eminente ameaça de uma organização de Vilões, Izuku logo aprenderá o que realmente significa ser um Herói.

Essa minijornada de menino Izuku diante das adversidades, que compreende os primeiros episódios, foi responsável pela fisgada fatal. Super me marcou a parte na qual ele percebe que receber aquela poderosa Individualidade lhe concedeu apenas a chance de estar na linha de largada; agora, Izuku tinha de se esforçar muito mais do que os demais, que já sabiam usar seus poderes há tempos, para atingir seus objetivos. 🏃

Com o decorrer da história, dá para perceber uma narrativa sensível a lados inesperados, mas muito humanos dos personagens, revelando os medos dos Heróis e a racionalidade dos Vilões. Mais do que as lutas alucinantes, acredito que os diálogos são outro atrativo a se prestigiar, principalmente a forma com que o autor aborda a importância da simbologia dentro desses dois grandes pólos sociais da sua história. 👀

3. Massagem facial de Tanaka Yukuko


Pensando em cuidar um pouquinho melhor do meu rosto, lembrei de um vídeo japonês que havia assistido no ano passado com instruções para uma massagem facial "anti-idade" e resolvi ir atrás dele novamente para aplicar à minha rotina matinal. 💆 O princípio da técnica é direcionar a circulação, de forma que mais toxinas sejam levadas aos vasos linfáticos, sendo que boa parte deles estão localizados nas extremidades laterais do pescoço.


Essa massagem foi criada por uma maquiadora muito famosa chamada Tanaka Yukuko, que infelizmente faleceu há alguns anos por câncer na laringe. Não dá para dizer, contudo, que foi uma fatalidade: Tanaka-san chegou a ficar no topo de uma pesquisa de opinião sobre qual celebridade o público gostaria que parasse de fumar - e olha que raridade mesmo é ver adulto no Japão que não fume...

Vamos, então, ao momento "testei e aprovei": desde que comecei a realizar essa massagem, senti a minha pele um pouco mais aveludada e saudável. Acho gostosa a sensação de "músculo trabalhando" que fica no rosto depois de estimulá-lo, já que é necessário imprimir um pouco de pressão e calor com toda a extensão dos dedos para a massagem dar certo. Ainda há a expectativa para que sinta as minhas feições mudando, mas, como comecei há uns dois meses, imagino que seja cedo para isso acontecer... 😅

Obs.: Ah, esse vídeo tem mais duas partes; acesse pelo YouTube que você encontra todas as instruções rapidinho 😉

4. Okja (2017)


Nova York, 2007. CEO de uma poderosa empresa, Lucy Mirando (Tilda Swinton) apresenta ao mundo uma nova espécie animal, descoberta no Chile. Apelidada de "super porco", 26 exemplares dessa espécie são enviados a fazendas de países distintos, de forma que cada uma possa apresentá-lo à sua própria cultura local. A ideia é que os animais permaneçam espalhados ao redor do planeta por dez anos; após esse período, todos participarão de um concurso no qual se escolherá o melhor super porco.

Uma década depois, a jovem Mija (Seo-Hyun Ahn) convive desde a infância com Okja, o super porco fêmea criado pelo avô no interior da Coreia do Sul. Prestes a perdê-la devido ao tal concurso, Mija decide lutar para ficar com Okja, custe o que custar.


A essa altura, eu já tentei escrever esta linha umas três vezes, mas é difícil comentar sobre "Okja" sem me considerar hipócrita. Quero dizer, se tenho uma pequena noção de como é a indústria da carne e de como o marketing das coisas funciona, então teoricamente a trama não estaria trazendo nenhuma novidade e eu não teria o direito de ficar sentida ou chocada em momento algum do filme - ainda mais pelo fato de não ter deixado de consumir carne por conta disso.

Então, o que trouxe essas emoções? Acho que foram o esforço da primeira parte do filme para que conheçamos a relação de Okja e Mija - parecida com a que temos com um bichinho de estimação, atribuindo até sentimentos e reações humanas à super porca - e a mea culpa por Okja ser uma criatura fictícia.

Inclusive, talvez essa seja a pior característica, porque cria uma lacuna que podemos preencher com qualquer animal e com qualquer propósito, afinal crueldade com animais não é de longe exclusividade da indústria alimentícia. A cereja do bolo para se sentir mal foi o final mesmo, com todos os tapas na cara possíveis: a menos que seus propósitos sejam marketeiros, ideais não têm valor num sistema capitalista e suas engrenagens não deixarão de se mover por conta deles. Ouch.

Embora eu tenha terminado o filme me sentindo desconfortável, tive de ficar ruminando por vários dias sobre o que tinha assistido para chegar a algumas dessas conclusões, como visto, mais desconfortáveis ainda. Atribuo isso à habilidade excepcional do diretor sul-coreano Joon-Ho Bong - que também me fez pensar por dias sobre "Expresso do Amanhã" -, o qual toca nas feridas sociais de uma forma sutil, mas muito pertinente, te forçando a revisitar a história na cabeça por muito tempo.

▼▼▼

O post começou meio tristinho e terminou assim também, né? Haha!
Não foi a intenção fechar assim, mas aconteceu...

E aí, você já fez um ensaio fotográfico? Quem sabe, viu alguma dessas dicas?
Conta aí, vamo se amar! 💙

11.10.17

Favoritos do Mês: Agosto/Setembro, 2017

Como outubro tem muitos lançamentos programados e várias datas coincidem entre si, este Checklist foi particularmente sofrido de fazer - tanto que, embora tenha relutado, fui obrigada a colocar os títulos todos de ladinho. Até que foi divertido escrever assim pra variar um pouco o ritmo dos trabalhos, mas... É, lamento pelos eventuais torcicolos, haha! 🙃



Destaque do Mês


Nem titubeei para escolher o Destaque deste mês, porque esse título faz o coração ficar quentinho numa boa: trata-se de Ohayou to oyasumi to sono ato ni, assinado por Hamada Kamome!

Isuke e Kaito têm um relacionamento super saudável e gostoso, tornando-se uma força mútua para continuar a lutar pelos seus próprios sonhos, apresentados desde o primeiro capítulo. Acho que o fato de acumular seis volumes encadernados só reforça o argumento: o público achou essa série um amorzinho tanto quanto eu, hehe. 💙

Numa tarde chuvosa, Tachibana Kaito (CV: Shirai Yuusuke) pensou ter encontrado o amor de sua vida procurando emprego no restaurante em que trabalha. Contudo, não demorou muito para concluir que o destino lhe passou a perna: a garota delicada que ele havia projetado de início era, na verdade, o jovem teimoso e um tanto respondão Kataoka Isuke (CV: Murase Ayumu).

Apesar da desilusão, Kaito não consegue deixar de se preocupar com Isuke e logo também percebe que continua a sentir algo especial pelo estudante de artes digitais. Ainda, uma vez incentivado pelo chefe a permitir que Isuke more sob seu mesmo teto, torna-se cada vez mais difícil para o aprendiz de cozinheiro resistir aos seus sentimentos...

Ainda não foi anunciado se a label pretende continuar com as adaptações em Drama CD - devem medir a temperatura por meio das vendas desse primeiro volume -, mas fica aí a torcida, porque material e popularidade realmente não faltam! 🙌

Referências


Uke | Kataoka Isuke (CV: Murase Ayumu)
Hinata Shouyou (Haikyuu!!), Allen Walker (D. Gray-Man Hallow), Minami Kenjirou (Yuri!!! On Ice);

Seme | Tachibana Kaito (CV: Shirai Yuusuke)
Naruko Io (Binan Koukou Chikyuu Bouei-bu Love!), Percival (Divine Gate), Nikaido Yamato (Idolish7).

Confira também


1.10.17

BLCD Checklist: Outubro, 2017

Sei que pode soar estranho, mas eu tirei uns diazinhos "de folga" do blog e é por essa razão que o BLCD Checklist está beeem atrasado... 🤷

Depois de fazer provas pesadas, como aquelas sobre as quais comentei nos últimos posts, dar um relax foi muito importante. Mas essa pausa não se resumiu a (apenas) andar pela casa se coçando de pijama: precisava me organizar de novo e recalcular a rota. Ao tempo em que escrevo este post, nem tudo está bem resolvido, mas o planejamento já está encaminhado. Bola pra frente, né, gente? 😅

Falando agora do tema do post, este BLCD Checklist está uns 50% nebuloso para mim, mas nem pestanejei ao indicar qual título seria o Destaque do Mês, já que, nesse balaio de setembro, havia uma adaptação que eu estava esperando desde que foi anunciada. Confira a seguir!


Destaque do Mês


O Destaque do Mês ficou com o título de Tokoro Kemeko, Nibiiro Musica! Esse mangá, meus amigos, tem um traço de encher os olhos e isso é motivo mais que suficiente para se fazer uma demorada leitura; se levo normalmente trinta segundos para ler uma página, devo ter ficado mais uns dois minutos em cima de uma de Nibiiro Musica, só babando nos desenhos lindos, haha!

Faz dez anos que Satou Takuma (CV: Tamaru Atsushi) perdeu o contato com seu querido amigo dos tempos do colegial, Kujou Katsuyuki (CV: Okitsu Kazuyuki), que viajou para a Itália a fim de se tornar um violoncelista profissional. Sem notícias de Yuki, como costumava o chamar, já tinha até virado um hábito visitar uma loja de CDs e procurar pelos frutos do seu sucesso, mas suas buscas sempre tinham sido em vão.

Nesse meio tempo, Takuma se tornou um cuidador, mas qual não foi a sua surpresa ao descobrir que seu próximo cliente seria justamente Yuki?! Os olhos vendados por bandagens deixam Takuma confuso com o encontro inesperado e as circunstâncias do amigo: quando Yuki tinha voltado para o Japão? Por que estava quase cego? E o que aconteceu com todos os seus sonhos?

Como Yuki não havia o reconhecido, Takuma resolve assumir suas funções sem, contudo, identificar-se como seu velho amigo para poder ajudá-lo ao máximo até que realize sua cirurgia. O tempo que passam juntos torna-se um conforto para ambos, mas, desde que soube que Yuki nutria um amor não correspondido há dez anos, algo muda na forma com que Takuma percebe seu amigo...

Referências


Uke | Satou Takuma (CV: Tamaru Atsushi)
Mochizou Ouji (Tamako Market), Hachimine Takuma (Meganebu), Kunimi Akira (Haikyuu!!).

Seme | Kujou Katsuyuki (CV: Okitsu Kazuyuki)
Saku Hagita (Orange), Hisui Nagare (K: Return of Kings), Masaomi (Brothers Conflict).


Confira também


21.9.17

BLCD Checklist: Setembro, 2017


Com as minhas derradeiras provas chegando, a ansiedade naturalmente encontra abrigo nesta pilha de nervos ambulante que estou. Música é algo que sempre gostei muito e até costumo colocar de fundo para embalar algumas aulas, mas, na situação atual, já se trata de uma das minhas "âncoras de sanidade" - dramaqueen, me julguem, haha! 😅

Hoje, se me pego abrindo o player, é para empurrar tudo pro lado e dançar, fazer lip sync e berrar o refrão - mas sem voz, porque isso ocorre de madrugadis, então ó o respeito. 😶 Não é do meu feitio, mas virou o jeito para extravasar um pouco essa tensão toda concentrada. Nem por isso será qualquer música que vai me fazer pular às duas da matina, né? Então, aproveitando, quero mostrar o que tem tocado aqui direto! 🎵

Imagem, de Mahmundi



Sempre acho que nasci na época errada ao me pegar curtindo músicas pop com aquela batidinha eletrônica típica dos anos 1980. A felicidade, para mim, é que vários artistas têm buscado trazer o jeitão desse tempo em novas produções ultimamente; uma delas é essa flor chamada Mahmundi, que mal conheci e considero pacas. Sei que a linha dela não é apenas essa, indo pelos caminhos do indie e do experimental, mas tenho certeza de que Imagem foi inspirada na vibe dos oitentinha e, por isso, me conquistou em cheio. 💙

Kataomoi, de Aimer



Aimer é uma artista que conheci com Dare ka, Umi wo, uma música bem densa do anime Zankyou no Terror. Desde aquele momento, achei a sua voz linda e única, mas não me liguei em seguir seus trabalhos porque aquele tipo de melodia carregada não era do meu gosto. Foi por isso que me surpreendi ao me deparar com Kataomoi, uma canção leve e romântica que conseguiu casar com a voz da Aimer tão bem quanto aquelas carregadonas. 🌸

Forevermore, de Utada Hikaru



Ai socorro, porque minha rainha Hikki tá com tudo! 😱
E quando a rainha aparece, sim, é nepotismo total e tô nem aí, haha!

Forevermore é música-tema de Gomen, Aishiteru, adaptação japonesa do K-drama I'm Sorry, I Love You. Todo o arranjo é meio dramático porque a letra fala de um amor unilateral bem devoto, o que me fez voltar para meados de 2007~2010, época em que Flavor of Life e Prisoner of Love estavam fresquinhos na cuca. Ah, que nostalgia mais gostosa! É Hikki de volta, meus amigos! 💙

Stop, de Spice Girls



Pera que agora tenho de fazer um mapa mental para explicar como chegamos nas Spice Girls. Vamo lá: por esses dias, sei lá por que, me deu na telha de assistir à cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Londres e, entre as apresentações, estava a volta épica das meninas.

Nisso, me parei divagando sobre a época em que ouvia as músicas delas e, analisando, eu não curtia muito pois me faziam lembrar de umas panelinhas da escola que me chateavam. Bom, como esses elementos já não fazem mais parte da minha vida há muito tempo, beleza: eu finalmente daria essa chance para as Spice - e que bom que dei, pois (não deve ser novidade para muitos, mas) são músicas bem boas mesmo! 😅

Kanashii Ureshii, de Frederic



Socorro que eu não posso com música que tem palma no meio, porque já quero marcar a batida também, haha! 👏

Nas andanças pelos canais de grandes gravadoras japonesas, houve algum momento em que conferi as músicas dessa banda e não gostei muito - essa pegadinha de música infantil e 8-bit da introdução é uma constante no repertório. Contudo, fui forçada a tirar o chapéu para Kanashii Ureshii (tema do anime Koi to Uso); eita vício que não me larga mais, rapaz! *começa a bater palma junto* 😆


Peace Sign, de Yonezu Kenshi



Acabei de falar que não posso com palmas no meio das músicas, né? Olha aí, mais um exemplo da minha queda por elas, haha! 👏 De um dia para o outro, um monte de cantores amadores japoneses que acompanho começou a fazer covers dessa música, então "fui obrigada" a ir atrás da fonte de tanta inspiração... Ah, e vale a pena ver os trabalhos recentes de menino Yonezu, hein? Minha recomendação é começar com a linda orion 💙

A introdução me dá vontade de arregaçar as mangas e começar os trabalhos, sabe? Esse aí é um dos temas de abertura do anime Boku no Hero Academia - mas quem disse que estou assistindo? Pois é, ainda não deu tempo, mas é só a tormenta da prova passar que vou atrás desse e mais alguns animes na minha lista, hehe... 👊

▼▼▼

Qual é a sua música favorita nos últimos tempos?
Manda nos comentários, adoro conhecer novas playlists!

27.8.17

Playlist #001: embalando a ansiedade...

Fui conhecer o Nougat na última vez que encontrei as minhas amigas da faculdade todas juntas, o que deve ter sido em... Agosto, setembro de 2016? É, estou com vários registros de lugares pendurados, mas a gente se acerta aos poucos, haha! 😂

Nougat é o nome em francês para o que a gente conhece aqui no Brasil como torrone ou mandolate, um doce feito com castanhas, claras em neve e mel. Para os curitibanos, porém, a palavra ganhou um novo significado a partir de 2012; o Complexo Gastronômico Nougat é um café de ambiente fechado, localizado dentro do Shopping Itália. Com um clima aconchegante e charmoso, só lembrei que estava dentro de um shopping quando coloquei os pés para fora do café!



A meu ver, os carros-chefe do Nougat são os doces e os cafés, todos preparados com um capricho de encher os olhos! A escolha dos ingredientes também faz a experiência valer a pena; muitos deles, inclusive, são decorados com lâminas de amêndoas e crisps que mais parecem pérolas douradas! Acho que esses detalhes fazem toda a diferença, pois me fazem pensar que sou alguém muito especial para a loja 💖


Por essa eu não esperava: gelatos fresquinhos e de sabores inusitados estão à disposição no grande balcão do Nougat! São várias opções e estava com uma vontade tão louca de comer esse Jean Pierre que... Não pude comer. Foi uma grande pena... Mas ele que me aguarde, haha! 😈


O tal Jean Pierre se safou porque, a essa altura do campeonato, já estava bem servida com um belo café com doce de leite argentino e este pedaço de torta cheinho de amêndoas! Sim, eu gosto de amêndoas, haha!



A prova de que esses meus registros são de outro tempo é essa taça lindona aí embaixo, uma das criações exclusivas do Nougat para o Coffee Week Brasil de 2016. Esse é o Caramel Salty Champagne, um drink de café não alcoólico com creme de champagne, crisps de caramelo, flor de sal e, pra acabar, uma rosetta de chantilly. Eita, delícia! 💙


Ir aos cafés com azamiga é só vantagem: além da ótima companhia, dá para conferir, experimentar e tirar foto de diferentes pratos numa tacada só, hehe! Não me responsabilizo pelo excesso de água na boca ao ver esse desfile de belezuras, hein? Já avisei, agora toma, haha!

Cheesecake de mirtilo

Chocolate quente

Chá gelado batido e uma sobremesa cheinha de frutas vermelhas

Preciso ainda destacar o balcão todo diferentão do Nougat, que parece ser uma assinatura "arquitetônica" da loja: ele tem o formato de uma elipsoide (não manjo de geometria, só dei uma googlada no que parece ser a metade de uma rosquinha, haha 🍩) que ganha um ar futurista com a iluminação interna, destacando as delícias da loja. Achei meio difícil captar todo o formato sem uma foto panorâmica, mas fica o registro desse ladinho todo charmoso.


Uma visita ao Nougat é uma experiência deliciosa, com a certeza de que vai aproveitar um ambiente agradável, um bom atendimento e opções bem gostosas de doces nada enjoativos e cafés caprichados. Vá com a certeza de que, enquanto aproveita a vista para o Centro da cidade, o tempo passará um pouco mais devagar... 😌

Nougat - Complexo Gastronômico
Shopping Itália (Rua Marechal Deodoro, nº 630), Loja 1R - Centro
Tel: (41) 3018-5127
Website | Facebook | Instagram | Tripadvisor

18.8.17

Nougat, um café charmoso em Curitiba

Considerando a minha noia com os estudos no momento, mal dá para acreditar que os Favoritos saíram! Mas juntei os meses que faltavam, junho e julho. Burlando as regras, mocinha? Nah, é que, como eu não tinha muita novidade desses meses, resolvi somar as coisas para deixar o post mais bombadinho. 💪

▼▼▼

Por falar em bombar, esses dias entrei para o grupinho das pessoas chiques com Sarahah, haha! Embora saiba que ele foi criado para um propósito, tive a ideia de usá-lo de outra forma aqui no blog e, para que isso aconteça, te faço um convite:

💙 Que tal fazermos um post juntos? 💙


Você pode me falar ou perguntar o que quiser, quantas vezes quiser e eu respondo tudo por aqui! E sabe o que é melhor de usar o Sarahah? É que, por não precisar se identificar, você pode me dar um belo puxão de orelha ou fazer aquela pergunta cabeludona que sempre quis sem perder amizade por isso, haha!

Se der certo, posso até repetir a dose por aqui, o que acha? Sim, eu estou muito empolgada (haha), mas preciso muito da sua ajuda para fazer esse post virar realidade! Por favorzinho, acesse o  Sarahah ✨ e solte o verbo com ousadia e alegria para a gente montar algo bacana juntos!

▼▼▼

Voltemos, então, aos Favoritos de Junho e Julho!


1. Patchwork Design


O Patchwork Design é uma grande feira que reúne fornecedores e artesãos desse trabalho, vindos de várias regiões do Brasil e de alguns países vizinhos. Até então realizado apenas no eixo São Paulo-Rio de Janeiro, o evento teve sua primeira edição em Curitiba no início de junho e foi sitiado no Expotrade Pinhais.

Benina, você faz patchwork?
Amô, não sei nem pregar botão direito, quiçá unir tecido, haha! 😂

Quem estava ansiosa pela feira mesmo era minha mãe; depois de momentos de autopiedade culminarem, ela resolveu sacudir a poeira e receber uma nova fase de braços abertos, curtindo mais a vida e valorizando os dons naturais que tanto esbanja, mas nunca aplicou como profissão. Juntar suas habilidades manuais com a alegria de ver coisas tomando forma pelas suas mãos foi o casamento perfeito para investir no patchwork.


Eu fui junto porque minha mãe queria companhia na aventura - tá certo que, entretida, ela me esqueceu em alguns momentos, mas tudo bem, também não gostaria de ir sozinha para um local tão longe de casa. No final, o rolê valeu muito a pena para mim também, já que pude conhecer várias coisas inspiradoras e diferentes.

O que me chamou mais a atenção foi a exposição de quadros feitos em patchwork, cada qual quebrando aquele estereótipo de que essa técnica é coisa de vovó - por exemplo, essa peça na imagem dos Favoritos, que mais parece ter saído dos nossos livros de Biologia, é feita todinha de tecido; esses fragmentos aí em cima, também. Dá pra acreditar?! 😱

2. Live Tour Are You Happy?, de Arashi


Sempre fantasiei, mas nunca imaginei que poderia mesmo assistir ao DVD de um show do Arashi junto com uma amiga também fã do grupo. Foi o pequeno sonho que consegui realizar em junho, num encontro muito gostoso, que começou com um chocolate quente inesquecível de Milka. Na verdade, dá para dizer que estou listando o DVD mais pelo momento que ele me faz lembrar do que pelo conteúdo em si, haha! 💙


É meio difícil comentar sobre como foi o show sem poder demonstrar nada (porque a agência dos meninos é muuuuito chata quando se trata de direitos autorais), mas todas as performances foram ótimas, com aquele nível de excelência que sempre é garantido por MatsuJun. ... Bom, tenho ressalvas apenas quanto ao solo do Ohno, Bad Boy, mas vou relevar por razões de eu ri, haha!

Fiquei bem impressionada com o documentário da turnê ao nos permitir acompanhar todo o seu processo de produção, desde as reuniões até os ensaios das coreografias. Houve outros DVDs em que se mostrava os bastidores no passado, mas não cobriam o preparatório antes das turnês começarem.

A meu ver, essa demonstração de todo o envolvimento dos membros com a produção parece mandar uma mensagem aos fãs: "esses somos nós de agora - adultos, maduros, mas fazendo as coisas para vocês com o mesmo sentimento e carinho". Posso estar pirando também, mas foi o que optei por absorver do show. De qualquer forma, esses meninos sempre terão meu respeito e admiração! 

3. Labyrinth, de MONDO GROSSO


Ultimamente, tenho dado uma chance às sugestões daquela coluna simpática à direita dos vídeos no YouTube, a fim de sair um pouco da caixinha e conhecer músicas e artistas novos. Alguns vídeos do MONDO GROSSO (nunca tinha ouvido falar dele antes) pipocaram na lista e o primeiro que cliquei foi Labyrinth - bum, amor à primeira "ouvida"! 💙


Por onde posso começar...? Achei essa música, aliada ao clipe, muito envolvente, sensual. Fiquei hipnotizada com todas as cenas desde o momento em que dei o play no vídeo! A fotografia é linda - o clipe foi gravado em Hong Kong -, a dança contemporânea eloquente nos encaminha para novos cenários a todo momento e tudo é embalado por uma voz doce que pede para se deixar levar por um momento intenso de paixão...

Btw, MONDO GROSSO é o pseudônimo do músico Osawa Shinichi e Labyrinth é uma das faixas do seu último álbum, Nandodemo atarashiku umareru (algo como "nascendo sempre novo"). Apesar de Osawa ter produzido todas as músicas do CD, cada uma é interpretada por um artista diferente; no caso, quem canta e dança neste clipe é a cantora e atriz Mitsushima Hikari.

4. Pastel de Pinhão, da Pastelaria Curitiba


Fiquei sabendo desse pastel pelo programa Plug, num episódio dedicado às delícias que poderíamos encontrar em Curitiba feitas com pinhão. O pastel é grande (deve ter uns 20 cm), a massa é sequinha e vem bem recheada com a combinação mais gostosa dos últimos tempos: carne seca e pinhão! 💘

Acho que tem Pastelaria Curitiba em outros lugares, mas não sei se todos oferecem esse sabor; só posso confirmar que tem na loja da Rua 24 Horas. Salvo engano, saiu por cerca de 15 reais. Se você é daqui, pre-ci-sa fazer um favor a si mesmo e experimentar esse pastel o mais rápido possível! 🤤

11.8.17

Favoritos do Mês: Junho/Julho, 2017

Por problemas de natureza PC deu pau, o Checklist deste mês saiu atrasadinho... Hm, atrasar não é bem uma novidade por aqui, mas só queria esclarecer que desta vez não foi culpa minha, haha 😅

Diferente do mês passado, o "elenco de estrelas" BLCD para agosto tem vários títulos que conheço, mas de um gosto meio duvidoso para mim, como Pendulum (contém bestialidade) e Nii-chan (contém pedofilia e um relacionamento distorcido). 🤔 Deixando esses gatilhos de lado, me surpreendi com o fato de títulos não muito recentes terem ganhado ou retomado adaptações em Drama CD apenas agora; no caso, Koisuru Boukun e Sasakure Memorial!

Sasakure Memorial é nosso Destaque do Mês, então falo sobre ele depois; Koisuru Boukun foi adaptado em Drama CD até o seu sexto volume, lá em 2012. Pelo que pesquisei - porque eu não acompanho mais a série, shame on me -, a história acabou em 2015 com dez volumes ao total. Este ano não marca aniversário de nenhum dos títulos, então não parece haver um motivo real para serem retomados agora, apenas... Aconteceu.

Ainda é cedo para saber se isso sinaliza alguma tendência, mas eu já acendi o giroflex da esperança (haha) por conta própria: quem sabe retomam Seitou Kaichou ni Chuukoku? Ou ainda adaptam um dos meus favoritos, Rutta to Kodama?! Ah, quero estar viva para esse momento! 💙


Destaque do Mês


Como havia dito, o Destaque do Mês foi para Sasakure Memorial (numa tradução livre, "lembranças farpadas"), um título de 2012 de Kano Shiuko. Sério, eu fui atrás e realmente não tem motivo aparente para adaptarem essa história agora - e sério, estou muito encucada com isso, haha! 🙃 Os títulos mais famosos da Kano-sensei são Punch ↑ e P.B.B. (Play Boy Blues), mas acho que fui fisgada pelo primeiro capítulo de Sasakure por apresentar um contexto um tantinho inusitado:

Acostumado a se apaixonar por homens heterossexuais, Yajima Shigeru (CV: Okitsu Kazuyuki) tem seu coração partido mais uma vez: sabendo que seu interesse amoroso no trabalho iria se casar, ele finge estar completamente bêbado para beijá-lo no trem, a caminho de casa. Todo o episódio foi testemunhado pelo condutor do trem, que, na manhã seguinte, tenta marcar um encontro com o salaryman, escrevendo num caderno.

Embora não estivesse certo de que os sinais eram para ele mesmo, nem soubesse por que se sentia obrigado a corresponder às expectativas de um desconhecido, Yajima se encontra com Mita Yuusuke (CV: Furukawa Makoto) e descobre que o jovem e apático condutor está por ele apaixonado. O salaryman deixa claro que Mita não faz seu tipo, mas o desespero que o rapaz demonstrava por sua atenção o faz baixar a guarda e lhe dar uma chance.

Na verdade, eles se conheciam de outros tempos, quando eram apenas estudante e professor de um cursinho. Na época, Mita foi rejeitado por Yajima, que estava sofrendo com seus próprios problemas e acabou descontando em seu jovem aluno com um áspero fora. Os dez anos de amor devoto de Mita conquistam o coração do salaryman, mas seria o suficiente para superar as inseguranças nutridas pelas desilusões amorosas de Yajima?

Apesar de não terem sido adaptados para Drama CD, há mais duas histórias com casais diferentes no mangá: um policial que tem uma queda por rapazes com baby face e acaba se envolvendo com um dos seus antigos alunos de karatê; e o casal de outro título (Mayou Otoko), formado por um engenheiro e um operário, aberto a novas experiências sexuais tenta reafirmar seu amor além das corriqueiras perversões... 

Referências


Seme | Mita Yuusuke (CV: Furukawa Makoto)
Suwa Hiroto (Orange), Saitama (One Punch Man), Tada Banri (Golden Time);

Uke | Yajima Shigeru (CV: Okitsu Kazuyuki)
Saku Hagita (Orange), Hisui Nagare (K: Return of Kings), Masaomi (Brothers Conflict).

Confira também



▼▼▼

Apesar de não conhecer todos os lançamentos, a gente sempre pode correr atrás!
Quer saber mais sobre eles? Vamos conversar nos comentários :)

5.8.17

BLCD Checklist: Agosto, 2017


Eu não sei se é a influência taurina berrando gritando mais alto, mas dá para constatar que 80% das contas que sigo no Instagram têm a ver com comida, haha! Sério, não poupo esforços para stalkear as novidades de cafés e restaurantes da cidade, tenho o maior prazer em fazer isso... Mas há uma outra parcela dessas contas pertencente a pessoas mega talentosas que fazem arte na cozinha, literalmente.

Acho que nunca vi - e olha que eu procuro, hein - macarons fofos tão perfeitos quanto os da Melly Eats World: são lisos, modelados na mesma medida e formato, e coloridos com a mesma precisão nos mais encantadores temas. Só falta comer mesmo para conhecer o sabor, mas duvido que consiga morder coisas tão lindas... 😢

Desde que conheci os trabalhos da Melly, tive muita vontade de escrever um post a respeito, mas fiquei meio desanimada ao ver que havia muito poucas informações na Internet sobre a criadora: só sabia que era de Toronto e apenas aceitava encomendas locais, nada mais do que a própria Melly já falava na descrição da sua conta, único meio que ela usa para divulgar seu trabalho.

Confira mais em @mellyeatsworld!

Contudo, fui percebendo aos poucos que a Melly parecia uma pessoa bem acessível, pois costumava falar bastante em cada foto que postava. Quem sabe eu não poderia falar com ela?, foi o que divaguei por um bom tempo. Fiquei nessa até o derradeiro dia em que peguei meu mínimo conhecimento em inglês, tomei um pouco de coragem e TRÁ, mandei logo uma mensagem privada para ela.

Quem diria que, naquela mesma noite, uma resposta super simpática viria, topando fazer uma pequena entrevista para o blog? 😱 É o que trago com exclusividade a seguir, hehe!

▼▼▼

1. Qual é o seu nome e idade?

Meu nome é Melissa, mas o pessoal me chama de Mel ou Melly. Moro em Toronto, Canadá. Uma dama nunca revela sua idade~

2. Opa, é verdade! Desculpe, fui indelicada, hehe... Ser uma confeiteira, era algo que você sempre quis ou você seguia outra carreira antes disso? Pode falar mais a respeito?

Eu tenho um trabalho em tempo integral na indústria de fundos de investimentos, embora tenha confeitado desde a adolescência. É um hobby meu de longa data. Atualmente, confeito à noite e durante os fins de semana; é pesado, mas muito compensador.

3. Você tem alguma formação relacionada a confeitaria ou pâtisserie?

Na maior parte, eu sou uma confeiteira autodidata, aprendendo através de livros e da Internet. Comecei a frequentar alguns cursos numa faculdade local no ano passado para poder conhecer mais gente com interesses comuns e aprender mais sobre a indústria.

4. Teve algo ou alguém que te inspirou a seguir esse sonho?

Originalmente, fui encorajada por um amigo para começar a postar meus trabalhos no Instagram. Eu não pensei muito sobre isso e fiquei bem surpresa porque as pessoas mostraram interesse na minha confeitaria.

Confira mais em @mellyeatsworld!

5. E há algo ou alguém que te inspira a fazer trabalhos fofos?

Posso dizer que sou inspirada pelo meu sobrinho para fazer trabalhos fofos. Ele logo vai fazer quatro anos e é muito divertido ver o mundo pelos seus olhos.

6. Ah, e você tem um personagem ou animal fofo favorito?

[Dos meus trabalhos] é difícil escolher um design favorito, todos eles são meus bebês!! (risos) Na verdade, eu prefiro fazer designs originais do que personagens de desenho, embora aceite fazer encomendas customizadas desses personagens, quando pedido. Se é para escolher, seria qualquer coisa a ver com Star Wars. E ultimamente, também tenho achado o Gudetama muito fofo!

Acho que é isso mesmo. Muito obrigada, Melly! Foi um prazer conversar um pouquinho com você e sou muito grata por ter tido a coragem de entrar em contato!

Oh, de nada. Muito obrigada por entrar em contato e pelo seu interesse, estou muito honrada~!

▼▼▼

E essa foi a minha aventura conhecendo mais sobre a querida Melly, enfrentando meus medos com inglês - ela disse que era "quite good", mas sei lá, vai ver foi só gentil, haha - e fazendo minha primeira entrevista real oficial, yey! 💙 Ah, e pretendo fazer mais posts assim, então me aguardem! 👊

▼▼▼

Conhece outras contas de Instagram tão inspiradoras quanto a da Melly?
Conta pra mim, vou adorar conhecer também! 💙

14.7.17

Os macarons fofos da Melly Eats World

Por motivos de força maior, o BLCD Checklist veio todo atrasadinho! Mas o que fazer, né? Não se pode lutar muito contra o poder de um calmante (fitoterápico), ainda mais quando é a primeira vez que uso uma coisa dessas, haha! 😅

Fazer o Checklist deste mês foi bem desafiador, porque está cheio de títulos originais e outros que não fazem a minha cabeça. Sendo bem sincerona, quase desisti de fazer o Destaque do Mês por conta disso - pra ver o nível de rejeição em que estamos! 😔 Mas vai, até que o nosso escolhido não é tão ruim assim... Então, vamos injetar serotonina direto na veia e apresentar o Destaque de uma vez, haha!


Destaque do Mês


Me valendo da máxima dos males, o menor, decidi dar o título para Koubutsu wa ichibansaigo ni hara no naka, que pode ser traduzido como "O prato favorito se come bem por último" - vocês fazem isso? Eu adoro, principalmente com moranguinhos com creme no topo. 🍰

Estamos em tempos em que o Omegaverse/Universo ABO está em alta entre os mangás yaoi, então o mundo criado por Tsurusawa Tsutako-sensei para essa obra já não deve mais causar estranheza: nesse cenário, a humanidade evoluiu dos gatos e, por algum motivo, os indivíduos de ambos os sexos têm condições de engravidar. 🐈

De linhagem misturada, Kazui foi abandonado na rua ainda bebê e cresceu sem o amor de uma família. Seu sonho é apenas um: construir a sua própria família, de sangue, ainda que seus filhos não tenham um pai presente. Seu objetivo claro faz seu corpo liberar feromônios que servem de convite para parceiros aleatórios passarem a noite junto com ele; ainda assim, não pôde engravidar de fato até o momento.

Um dia, seu patrão o indica para trabalhar como agente exclusivo de Noah, um modelo muito popular cuja linhagem é pura Maine Coon. Embora, a princípio, estivesse inseguro com a tarefa, Kazui começa a se sentir muito bem na companhia de Noah, que, por sua vez, sempre parece pensar e zelar por seu novo agente. Tanto o é que começa a pensar em como seria feliz tendo, não apenas filhos em sua família, como também um companheiro ao seu lado...

Além dessa, há mais duas histórias no mangá, ainda dentro desse "universo felino": a relação entre um jovem modelo perseverante na carreira e seu novo e rígido agente (Rentarou×Yuuji), e a relação que se forma entre dois colegas de trabalho por terem uma baita compatibilidade entre seus corpos (Yasuda×Naochika).

Referências


Seme | Noah (CV: Okitsu Kazuyuki)
Asahina Masaomi (Brothers Conflict), Nagare Hisui (K: Missing Kings), Nagamasa Midori (Aoharu×Machinegun);
Uke | Sabitada Kazui (CV: Kobayashi Yusuke)
Su-won (Akatsuki no Yona), Marui Zenji (Shokugeki no Soma), Arslan (Arslan Senki).

Seme | Takitami Rentarou (CV: Furukawa Makoto)
Saitama (One Punch Man), Suwa Hiroto (Orange), Tada Banri (Golden Time);
Uke | Yonezou Yuuji (CV: Tamaru Atsushi)
Mochizou Ouji (Tamako Market), Hachimine Takuma (Meganebu), Kunimi Akira (Haikyuu!!).

Seme | Yasuda (CV: Miyake Kenta)
Tsume (Wolf's Rain), Dohko (Saint Seiya: The Lost Canvas), Mike Zacharias (Shingeki no Kyojin);
Uke | Yonezou Naochika (CV: Shirai Yusuke)
Naruko Io (Binan Koukou Chikyuu Bouei-bu Love!), Percival (Divine Gate).

Confira também


3.7.17

BLCD Checklist: Julho, 2017

Estamos na última semana de junho, faz uns belos dias que não posto nada, mas ainda me atrevo a dizer que estamos em dia com os Favoritos, haha! 😂

Estive bem reclusa em casa nas últimas semanas, então até estou meio incerta sobre o que vou escrever para os Favoritos de junho; felizmente, ainda tenho algumas semanas de crédito para me preocupar com isso... 🤔 Até lá, espero poder publicar um ou outro post que está fermentando aqui na fábrica, hehe. Mas chega de bastidores e vamos aos holofotes: estes são meus Favoritos de maio!


1. THE FEAT. BEST, de AI


Faz um tempão que eu baixei esse álbum tão somente por uma faixa e, quando fui dar uma chance para as demais, não é que a maioria delas era o máximo também? 💙 Essa é uma coletânea de colaborações da AI com outros artistas, japoneses e americanos, cujos estilos são bem diferentes, flertando tanto com o pop quanto com o hip hop.

A AI em si já é uma joia rara pela sua versatilidade, tanto nos estilos de música, quanto no seu look; acho incrível o seu tom de voz e a sua autoestima - ela não está nem aí para o que vão falar das suas roupas ou do seu cabelo (aka uso peruca sim, e daí?) e essa é sua assinatura mesmo.

Justamente as minhas faixas preferidas ever deste álbum não têm videoclipes, mas, como queria muito colocar uma delas no post, fiz essa montagem rapidinha aí embaixo para a "O2", colaboração da AI com a divosa da Fukuhara Miho, música que domina minha playlist até o presente momento:


2. Flamingos Garden Hair


Já tem alguns aninhos que adotei o cabelo curto para a vida - só dei um break quando quis doar os cabelões - e estava sob os ótimos cuidados de uma profissional há anos, mas cada vez mais me vinha a vontade de buscar por algo novo. Eu queria um "frescor" no visu que talvez o estilo mais maduro e tradicional daquele salão já não poderia mais me oferecer.

Fiquei sabendo do Flamingos pelo post que a Guid fez no seu blog, o Não Repete, apresentando onde consegue manter o seu corte de cabelo charmoso e diferentão. O "histórico" de trabalhos com cortes curtos e colorações, além da proposta sustentável do salão, me agradou muito e fiquei bem empolgada para me dar uma nova chance.

Mas sabe como é: mesmo fazendo praticamente o dossiê extraoficial da loja, olhando redes sociais de cima a baixo, de cabo a rabo, ainda bate aquele medinho de ficar em novas mãos, depois de tantos anos com a mesma cabeleireira, né? Por isso que fiquei dias me enrolando... Até o belo dia em que bati na minha própria cara e falei "vai" - pronto, fui atrás agendar. E vamos relevar o fato de que fui uma semana antes do combinado por erro e ansiedade exclusivamente minhas - oops, já falei, haha! 😂


Vou ser sincerona: como a Guid citou que geralmente corta com o Vini, ele era minha primeira opção. Contudo, como a agenda dele estava lotada, eu fui atrás da Beta - e que bom que fui, pois ela é demais! Com carinho e dedicação ao meu caso, ela fez adaptações mágicas para que o estilo de corte que queria desse certo no meu desajeitado cabeção! 😍

Tenho ainda de destacar que, durante a lavagem do cabelo, a gente ganha uma massagem mara - que pode ser relaxante, estimulante de pontos do shiatsu ou meio-a-meio. Além disso, nariz empinado e mau humor não passam perto do Flamingos: todo mundo olha no olho e sempre é super simpático comigo, desde o primeiro contato no Whats! E sim, adoro fazer #jabagratuito, haha 💙

Flamingos Garden Hair
Rua São Francisco, nº 121 - Centro
Tel: (41) 3779-2633 Whats: (41) 99883-2633

3. Separar doações


Quando o frio se instala e surge a oportunidade de tirar as roupas mais pesadas lá do fundo do armário, geralmente é a hora em que revejo todo o meu guarda-roupa e separo para doação aquelas peças de que sequer senti falta e já não têm mais a minha cara.

Sei que o desapego com as roupas pode ser complicado para muitas pessoas, mas eu considero essa separação uma tarefa até que fácil, por ter bem claro na minha cabeça quando aquela peça já deu o que tinha de dar - algumas, inclusive, devem estar uns pés de valsa, de tanto serem dispensadas e empurradas pra lá e pra cá entre os cabides na arara, haha!

Essa tarefa, porém, foi um pouco diferente para mim neste ano, porque comecei a analisar se não conseguiria mesmo montar uma combinação no meu "estilo" com esta ou aquela peça, candidata à caixa de doações. Parece uma condição um tanto óbvia, mas possibilidades como sobreposição ou cores complementares não costumavam fazer parte da minha vida.

Absorver essas ideias foi um processo de formiguinha e posso dizer que o que me ajudou a adotar essa nova visão foi acompanhar várias postagens dos blogs Não Repete e Hoje Vou Assim OFF. Ser mais seletiva e consciente tanto para comprar, quanto para desapegar das roupas, por sua vez, veio de uma sementinha plantada por aquele já famoso livro da Marie Kondo, "A Mágica da Arrumação".

De qualquer modo, esta é sempre uma época boa para limpar o armário, dar uma analisada no que tem, lavar aquelas peças guardadas há um tempão e deixar tudo dobradinho no seu devido lugar. À hora em que termino a arrumação, me dá uma satisfação enorme, aquela gostosa sensação de dever cumprido! Mas bem sei de uma das verdades absolutas da vida: isso não vai durar muito tempo... 😛

4. Filme "A Batalha do Ano"


Há certas horas em que penso que o Universo conspira, com mensagens subliminares e empurrõezinhos - ou, se preciso, puxões de cabelo e até pontapés -, para a gente finalmente tomar um pouco de tenência nessa vida. Acho que foi o caso quando esse filme apareceu na programação enquanto zapeava pelos canais da TV.

A Batalha do Ano, ou Battle Of The Year, é um campeonato que reúne os melhores dançarinos de breakdancing do mundo. Embora participe de todas as edições, a equipe dos Estados Unidos está na seca há quinze anos. Na crença de que, quando se coloca um treinador no caminho certo, ele pode levar qualquer time à vitória, recruta-se o ex-treinador de basquete Jason Blake (Josh Holloway) para levar o time do país ao topo.

Blake já tinha seus próprios problemas pessoais e, por isso, não tem escrúpulos ao desmantelar a equipe já existente e recrutar novos dançarinos do país todo para formar o Time dos Sonhos. Durante a seleção, os diversos concorrentes foram submetidos a regras e condições severas, porém o maior desafio mesmo era tornar aquela aglomeração de orgulhos e egos numa equipe unida de verdade.


Tudo bem, não é a premissa mais original dos últimos tempos nem é um dos melhores filmes que já vi na vida, mas sabe quando algo aparece para você na hora certa para dar aquela chacoalhada - o Universo dando coice, talvez?

Então, estou numa fase em que aquele processo de seleção severo do filme, sem segunda chance, sem desculpinha, parece deveras palpável (e foi um dos pontos altos da história, vai). Terminado o filme, ele (Universo) deu aquele chutão na minha bunda; pulei do sofá e fui estudar, haha! 😅

26.6.17

Favoritos do Mês: Maio, 2017

E os meus atrasos com os Favoritos só se transformam em bolas de neve maiores - e eu lá no recheio, rolando colina abaixo -, haha! Vai dar certo, pessoal, vai dar certo... 😅

Abril é o mês do meu aniversário, então, se tem de falar de coisa boa, fatalmente tem a ver com esse mero detalhe, haha! Posso dizer que ainda estou no meio da crise dos 20 - tem de trabalhar, dar rumo na vida, "e os namoradinhos?", "quando vai viajar?", batalha contra o peso, contra o desânimo etc. -, mas vamos em frente, carregando por cima da bagagem os bons momentos e as melhores amizades. 💙


1. Presentes de aniversário


Aqui em casa, não costumamos comprar presentes-surpresa de aniversário para evitar aqueles sorrisos não-é-bem-o-que-eu-queria-mas-obrigado, sabe? Por um lado, essa opção é boa porque investimos exatamente no que cada um quer, mas, por outro, fico até com receio de esquecer como é ficar admirado com algo inesperado...

Neste ano, uma vez mais ganhei dos meus pais certinho o que queria: três livros que já estavam fazendo hora extra na minha wishlist - "1984", "Senhor das Moscas" e "Welcome to Night Vale" -, um pijaminha de meia estação azul marinho e aqueles óculos novos e mais amadinhos de que falei no Favoritos passado.


Ao que tudo indica, no entanto, é que ainda não esqueci essa sensação de ser pego de surpresa: na tarde do dia seguinte ao meu aniversário, eis que o interfone toca. Flores para você. Flores? Como assim? Descendo as escadas, eu devia estar com aquela cara de meme da Nazaré, pensando se era engano ou sacanagem - hipóteses boas nunca são as primeiras a pairar sobre a minha cabeça, gente, haha!

Nas mãos do entregador, estavam lindas rosas vermelhas e já fiquei assustada, como um bom entendedor da linguagem das flores deveria estar. Não me lembro de ter admiradores desse nível, não... Quem me mandou essas bonitinhas, afinal? Deu que foi uma amiga de São Paulo que considero um tantão, ao ponto de chamá-la de Marida. 💙 E assim ganhei flores pela primeira vez na vida... Olha a responsa, Marida, haha! Brigadão 😍

E eu não esqueci das outras surpresinhas dazamiga: elas sabem da minha política de não citar nomes aqui no blog, mas agradeço muito, muito mesmo pelos quadrinhos "Pílulas Azuis" e pelos hidratantes de gente rhyka, haha! Cada presente foi dado em dias diferentes, então eles fizeram desses dias os melhores ever. 💙

2. Izakaya Tanuki


Continuando a narrativa sobre o meu aniversário, acabei usando essa oportunidade para finalmente conhecer o Izakaya Tanuki! Aberto há alguns meses, já tem conquistado o público que gosta da culinária japonesa, mas quer algo mais quentinho no estômago do que sushi...


O ambiente é aconchegante e agradável, com adereços que remetem ao ar intimista dos izakaya, como os cartazes japoneses de bebidas, as bandeirolas e a grande lanterna na frente da loja. Além disso, não dá para passar batida a playlist de músicas japonesas dos anos 1980 que embalará sua escolha e espera pela comida. 🎶

Eu sou uma das pessoas que não quer mais saber de sushi nessa vida, então foi uma alegria comer os pratos oferecidos pelo Izakaya: um takoyaki legítimo, camarões grandes, dango bem feitinho... 😋 Tudo é feito com um capricho que me lembra comida caseira japonesa. Até comentei com meus pais que queria levar minha avó lá se pá de ela vir para Curitiba... Só faltou provar os donburi, mas como são servidos apenas de dia, já criei motivo para fazer uma nova visita no almoço, hehe! 💙

Izakaya Tanuki
Avenida dos Estados, nº 853 - Água Verde
Tel: (41) 3503-5526

3. Shingeki no Kyojin Season 2


A tão aguardada continuação já chegou chegando, com uma abertura digna de arrepiar todos os pelinhos do braço, haha! Desde que a animação nos deixou órfãos - há quatro fucking anos! -, passei a ler o mangá, então já sabia o que estava por vir. Mas claro que nada se compara à emoção de ver aquelas páginas ganhando vida, com vozes, trilha sonora e quadros dinâmicos de tirar o fôlego! 😱


Bem, não consigo comentar sobre esta temporada sem trazer spoilers, então apenas vou destacar que já adiantaram a indicação do Oscar de 2018, com Reiner Braun para a categoria Melhor Ator Coadjuvante. Parabéns, Reiner, haha! 👏

Entendedores entenderão, haha!

Lamentável foi saber de antemão que foram preparados apenas 12 episódios para esta nova temporada e, ao tempo deste post, já estamos no 10º episódio. Ainda tenho esperança de que nos façam esperar por um intervalo menor de tempo - como já ocorreu com algumas temporadas de Haikyuu!! -, mas entendo que pode ser complicado manter uma animação de tamanha qualidade e trazer ainda no mesmo ano...

4. Encontrinhos


Foi neste mês que tive a oportunidade de encontrar a Adrielly do blog Pequenina Vanilla para um cafezim! Eu estava muito ansiosa por esse encontro, então não sabia o que falar na hora, por isso foi ótimo a Adri puxar as rédeas da conversa, hehe! Foi muito bom ouvi-la falar um pouquinho mais sobre si, além de suas experiências e expectativas pessoais. Se quer saber, ela é super gente fina e fala do mesmo jeitinho que a gente lê no blog, haha! 💙


Também pude marcar um café com uma amiga que não encontrava pessoalmente há alguns anos. Foi muito bacana ouvir seus relatos e perceber como as experiências que viveu neste período em que não nos víamos contribuíram para o seu amadurecimento. Antes, eu a via como uma menina meiga; hoje, vejo como uma jovem mulher começando a alçar voos audaciosos... 😊

5.6.17

Favoritos do Mês: Abril, 2017

Chegamos com o BLCD Checklist do mês sem atrasos, sem problemas! Mwahaha! 😆

Achei que junho teria menos lançamentos previstos de fato, mas ocorre que uns 40% dos títulos aí são originais e vêm de produtoras bem novinhas no mercado. Então sim, meus amigos, este mercado está conseguindo se ampliar, ainda que aos poucos! ✨ Bom, com essa notícia boa dada, vamos ao Destaque do Mês:


Destaque do Mês


Neste mês, liguei os holofotes sobre Junjou Bitch, Hatsukoi-kei, da Owaru-sensei! Na verdade, devo admitir que não caio de amores por esse título, mas não tive tanta expectativa pelos demais lançamentos... 🤔

Apesar disso, Junjou Bitch não é de se jogar fora, com traços bonitos e uma história até positiva, embora clichê. Resumindo: se, assim como eu, parte do que você procura em BL Drama CDs são os moans, acho que este pode ser um prato cheio no final das contas, hehe! 😏

Haruya (CV: Nakajima Yoshiki) é um jovem estudante da faculdade de artes de dia e um dos garotos de programa mais requisitados de sua agência à noite. Essa vida dupla é um segredo bem guardado principalmente de seu melhor e mais querido amigo, Hitoe (CV: Satou Takuya), para quem Haruya costuma posar como modelo de suas pinturas a óleo.

Haruya entrou nesse ramo quando se descobriu homossexual, o que ocorreu ao ficar excitado com a imagem de Hitoe na época do colegial. Contudo, nunca tinha o considerado como mais que um amigo, até certo dia, quando o flagrou se masturbando com um de seus retratos em tela. Sentindo-se responsável por "desvirtuar" Hitoe, Haruya vai ao seu encontro disposto a desiludi-lo e dispensá-lo, mas o episódio toma um rumo diferente do que tinha planejado...

Referências


Seme | Hitoeda Kazushi (CV: Satou Takuya)
Toshiki Kai (Cardfight!! Vanguard), Shiba Natsuo (Super Lovers 2), Kanda Yu (D.Gray-man Hallow);

Uke | Haruya (CV: Nakajima Yoshiki)
Yamashita Jiro (THE IDOLM@STER SideM), Aoi Yuki (DYNAMIC CHORD).

Confira também


1.6.17

BLCD Checklist: Junho, 2017

É, pessoal, não tem nada de novo sob o sol mesmo: como podem ver, estou toda atrasada com os Favoritos, haha!

Mas vamos voltar aos trilhos, começando por março: mais um mês que foi agitadinho, dominado por reformas e pinturas que me fizeram perceber melhor coisas como acabamentos nas paredes e tetos. Se você me ver encarando por uns bons segundos esses cantinhos, eu não tô louca, é só por conta disso, tá? Haha!


1. Logan (2017)


Confesso que não estava com todo esse hype quando esse filme saiu, mas o que me chamou a atenção foi o fato de tanta gente elogiar um filme de super-herói, sem o fazer, porém, pelos seus efeitos especiais. No final, Logan me surpreendeu muito e ouso dizer que foi um dos melhores filmes do gênero que saíram até o momento!

Num futuro pouco distante, a população mutante foi reduzida drasticamente e aquele grupo uma vez conhecido como X-Men já não existe mais. É difícil associar o Logan desses tempos ao Wolverine durão que chegou a ser: com seus poderes enfraquecidos, ele tenta viver como motorista particular enquanto se entrega ao alcoolismo.
Certo dia, uma estranha o identifica e lhe pede para levar uma garotinha até a fronteira com o Canadá; relutante de início, Logan resolve atender ao pedido quando Professor Xavier - outro dos poucos mutantes sobreviventes, porém está bastante debilitado e sob seus cuidados - revela que estava se comunicando com ela e a aguardando há muito tempo.
Ocorre que Laura também é uma mutante, com incríveis habilidades de luta que muito se parecem com as dos dias de glória de Wolverine. Contudo, parece ser esse o motivo para ela ter se tornado o alvo de uma poderosa organização, o que dá início a uma perseguição implacável.


Foi uma despedida muito digna entre Hugh Jackman e Wolverine, mas acho que a Fox será obrigada a dar uma folga super espaçada para o personagem aparecer em qualquer coisa relacionada aos X-Men de novo. O "divórcio" de imagens ainda é doloroso, mesmo para quem não é fã da franquia afinal.

Escolhi este filme como um programa em família e insisti bastante para vermos, só que não estava preparada para uma sanguinolência tão explícita e isso me constrangeu um pouquinho pelos meus pais lá na sala de cinema. Mas é, depois do choque do início, deu para todo mundo curtir, vibrar muito com a Laura - tinha uns "uuuh", "yessss" anônimos pelo cinema, haha - e até chorar no final. Ah, e se você não chorou no final, sinto dizer que você não tem coração, viu... 😭

2. Óculos novos


Um dos meus sonhos de consumo é meio estranho: anseio pelo dia em que farei uni duni tê para escolher com que óculos vou sair, dentre uma variedade enorme numa linda gaveta. Quem diria, considerando que eu era alguém que havia detestado a ideia de usar um ímã atraidor de bolas na cara durante a escola... Mas bem, enquanto isso não acontece - será que um dia vai? -, conquistaremos um modelo por vez, haha! 👊


Estou mega feliz com esta nova aquisição: um óculos de armação fininha e leve, com lentes grandes, yey! Acho que o fator decisivo para ter escolhido este modelo é que essas lentes circulares deixam a minha expressão muito mais amistosa do que o normal. Já ouvi tanto sobre terem hesitado falar comigo por eu ter "cara de brava", snif... Felizmente, assim não preciso mais falar que não mordo, porque agora - com o perdão do trocadilho - está "na cara", hehe. 🤓

3. Seven Nation Army, de Ben l'Oncle Soul


Eu não era nem sou fã de The White Stripes, mas se você viveu o ano de 2003 fora de uma caverna, deve ter ouvido esta música e seu ritmo inconfundível algumas boas e tantas vezes, né não?


Zappeando pelos canais internacionais, me deparei com essa joia preciosa que é Ben l'Oncle Soul se apresentando ao vivo num programa francês e, claro, ele estava cantando a sua versão dessa famigerada canção. Eu não sei vocês, mas como meu negócio está mais inclinado para o Soul, já abstraí da memória o original e adotei esta versão da música pra vida, haha!

Ah, essa versão tem clipe oficial e tudo caprichadinho, mas vai dizer que essa dancinha ao vivo não é muito mais contagiante? Sem falar que o solo de piano aí é sedutor demais, pelamor... 😍

4. Akai Ito no Shikkou Yuuyo, de Yoshio Akira


Este é mais um daqueles títulos fofos de yaoi que eu adoro ler e mostrar aqui nos Favoritos, mas devo dizer que fui fisgada logo no primeiro capítulo, com essa fofura que é o Hiro, o seme nesta nossa história! Ele é a mais perfeita espécime que já encontrei de personagem tipo "cão" - alegre, fiel, de amor incondicional e para quem não se pode negar nada de tão fofo - e eu AMO personagem assim, haha! 🐶

Arako Keiji é um universitário do terceiro ano que, desde criança, possui uma inusitada habilidade especial: conseguir enxergar o lendário akai ito, o laço vermelho que une almas destinadas umas às outras, amarrado aos seus dedos mínimos. Depois que a revelação de seu "poder" causou o divórcio entre seus pais, Keiji apenas se limita a observar as relações alheias fadadas ao sucesso ou ao fracasso.
Os laços têm seu momento certo para se juntar ao de outra pessoa e, por mais que tenha nutrido um amor platônico por uma de suas colegas da faculdade há dois anos, o laço de Keiji nunca havia se ligado ao de outrem. Certo dia, finalmente essa conexão ocorre, porém o choque não poderia ser maior ao ver que estava destinado a um rapaz que nunca tinha visto na vida.
Seu predestinado é Obata Hiroki, um calouro gentil e de boa aparência que logo conquista os membros do clube de Keiji, forçando um convívio nem um pouco desejado pelo veterano. Keiji tenta a todo custo evitar se envolver com o rapaz, mas as poucas demonstrações de sua natureza gentil logo conquistam Hiro, o qual está disposto a se aproximar do veterano e provar seu amor...

Por enquanto, apenas os dois primeiros capítulos foram traduzidos para o inglês, mas eu não fui boba e logo fui atrás da versão RAW deste mangá de volume único. Infelizmente, não posso passar por aqui o link do RAW, mas está disponível para todos os membros do fórum YaoiOtaku, tá bom? 😉

9.5.17

Favoritos do Mês: Março, 2017

Está aberta a temporada de overload de lançamentos BLCD - e de tirar o meu couro criativo para montar as ibagens das checklists, haha! Felizmente, além de ter tantas adaptações de títulos de uma vez só, tem muita história, se não boa, promissora, yey! 😍

Destaque do Mês


Bateu a indecisão na hora de escolher meu destaque do mês, mas chegamos a um vencedor por motivos de: estava esperando há um tempão para fazerem este anúncio. Com vocês, a triunfal volta da minha completa tara pelos trabalhos da Ogeretsu Tanaka-sensei - apresento-lhes o lindão Neon Sign Amber! 💙

Ogata Yuusuke (CV: Hino Satoshi) é um jovem bartender que está fazendo bico como segurança de boate, enquanto o bar onde trabalha está em reformas. Apesar de ser um rapaz bonito, suas feições não mudam muito, o que torna difícil entender o que ele realmente está pensando ou sentindo. Um dos clientes mais frequentes da boate, por sua vez, é Saya Masaki (CV: Nakajima Yoshiki), um jovem com um estilo meio gyaru - pele morena, cabelos claros - que é conhecido por sempre fechar cada noitada com uma garota diferente.

Numa manhã calorenta depois do expediente, Ogata se depara com Saya sendo despachado por uma garota na saída do motel e tenta ajudar o rapaz estirado na calçada, tudo para levar uma bela golfada sobre suas roupas. Com certeza, não foi uma das melhores formas de se conhecer alguém, mas foi assim que eles começaram a conversar. Depois de Ogata ajudá-lo a abrir o armário de pertences da boate, Saya se compromete a lhe fazer café da manhã todos os dias no pequeno restaurante de sua família, até cobrir a taxa do armário.

Sendo a primeira pessoa em muito tempo a conseguir entender suas expressões, Ogata começou a ficar intrigado com as feições expansivas e a natural sensualidade de Saya, não demorando muito para se apaixonar de vez pelo rapaz. Contudo, o fato de Ogata não conseguir avançar o sinal ao encarar que seu amado também é um homem faz com que lembranças dolorosas de Saya voltem à tona...


Referências


Seme | Ogata Yuusuke (CV: Hino Satoshi)
Noiz (DRAMAtical Murder), Sawamura Daichi (Haikyuu!!), Sai (Naruto Shippuden);

Uke | Saya Masaki (CV: Nakajima Yoshiki)
Yamashita Jiro (THE IDOLM@STER SideM), Aoi Yuki (DYNAMIC CHORD).

Confira também


1.5.17

BLCD Checklist: Maio, 2017

Talvez seja uma covardia da minha parte, mas ainda não me sinto confortável em falar abertamente aqui no blog sobre pautas que dizem respeito ao feminismo. Na verdade, quanto mais eu tento me informar a respeito, mais vejo que sou muito ignorante sobre o assunto e tenho receio de falar algo para depois não saber justificar o que expus com propriedade...

Mas é claro que posso falar sobre coisas que vivi e vivo como indivíduo e mulher, então é gratificante poder usar este meu espaço para abordar questões como autoaceitação e autoestima quanto ao nosso corpo, a nossa imagem e até a nossa sexualidade na sociedade. Mais bacana ainda é poder começar a fazer isso a partir de uma obra maravilhosa como "Outras meninas", da talentosa Manu Cunhas!


O "Outras meninas" é uma obra feita a muitas mãos, na verdade; Manu flor começou esse projeto fazendo aquarelas incríveis, sensíveis ao que captava de depoimentos de mulheres de todas as idades sobre como se viam, junto com fotos de seus corpos nus. As ilustrações foram publicadas com seus respectivos depoimentos anônimos e, depois de cerca de um ano, o projeto do livro foi ao financiamento coletivo.

A experiência também causou impacto para a própria Manu, que teve a ideia de fazer o projeto ao se questionar por que conseguia admirar e gostar de desenhar corpos curvilíneos, gordurinhas, rugas e tudo mais, sem conseguir aceitar, contudo, as suas próprias "imperfeições".


Eu conheci o trabalho muito depois de todo o processo criativo e do financiamento coletivo, mas, vendo o livro, ficou muito claro o desejo da Manu em querer abraçar, dar voz e oportunidade de identificação a uma gama bem abrangente de mulheres - não apenas as magras ou gordas, as de seios pequenos ou fartos, mas também as negras, as orientais, as tatuadas, as LGBTQ, as idosas, as com deficiências físicas, as que já se aceitam super bem, as que sofrem de ansiedade, as que têm distúrbios alimentares, as que enfrentam depressão.


Por mais que seja uma coletânea com dezenas de depoimentos e, portanto, ali estejam fragmentos de dezenas de mulheres reais e diferentes entre si, senti que eu poderia ser todas e elas todas poderiam ser eu.

Sim, é muito possível que você encontre uma situação parecida com a sua sendo narrada numa daquelas lindas páginas, mas os relatos são tão palpáveis que você também é capaz de se colocar no lugar de outras mulheres que vivem outras realidades, patamares e (falta de) privilégios. A meu ver, esse livro é um tapa que põe à prova a sua capacidade de ser empático for real.


Chega uma hora que cansa. Chega uma hora que tudo o que eu poderia desejar é entrar em acordo com o amontoado disforme de carne a que chamam 'meu corpo'. (...) Sei também que a dor e a luta de muitas mulheres são de magnitude infinitamente superior à minha. Ainda assim, todo dia acordo e digo: 'Quero me amar, mas não tenho esse direito'.


Acho que não é leviano dizer que nenhuma pessoa foi ou é realmente poupada de julgamentos alheios e pressões sobre a sua imagem. Contudo, o fardo parece pesar mais para as mulheres em geral. Nesse sentido, considero que foi uma super sacada da Manu ter colocado por último o depoimento de uma moça que, mesmo parecendo se encaixar nos ideais atuais de beleza, também se sente vulnerável, violada, tolhida:

Criei coragem para contar a minha história por ver muitas vezes na internet, na rua, em todos os lugares, que eu sou o tipo de mulher que não pode abrir a boca porque a sociedade aceita a minha genética, as minhas curvas... aceita tanto que me tirou a liberdade sobre ele. Aceita tanto que, por mais de uma vez, na minha infância e adolescência tive meus gritos abafados, meu psicológico abalado, meu íntimo estuprado.


Caramba. Eu queria ter lido um livro assim já no início da adolescência, pois talvez pudesse ter me ajudado a ser um montinho de inseguranças menor do que sou hoje.

Por não ser boa em atividades físicas desde que me conheço por gente, já ficava em escanteio das panelinhas da turma na escola, mas o fato se agravava por ser mais robusta do que as demais meninas. As mudanças do corpo no início da adolescência e as já inerentes gordurinhas me faziam me sentir (mais) desengonçada; sem saber lidar com isso, eu escondi minhas inseguranças sob camisetas masculinas pretas e calças jeans largas até pouco antes de entrar na faculdade.

Nessa época, o meu corpo se estabilizou e comecei a ver algo de bonito no que estava refletido no espelho, mas até hoje não consigo aceitar a minha silhueta muito bem, o que atribuo parcela de culpa à minha mãe. É provável que ela nem saiba a influência que tem sobre mim e, portanto, sei que ela não tem esta intenção, mas cada vez que sai um se você emagrecer um pouco, vai ficar legal, é como se minha autoestima fosse enterrada com uma martelada bem dada...

Sabe, tem (muitas) coisas que a gente não precisa ouvir dos outros, porque já permeiam e rondam nossos pensamentos o tempo todo - chega ao ponto de que cada dia é uma vitória por continuarmos os enfrentando... Desculpem o desabafo, mas é como eu tinha dito: todo mundo tem uma história, mal ou bem resolvida, com autoestima e autoaceitação.


Nem tudo, porém, é desânimo. Para finalizar, deixo aqui um trecho dos depoimentos que muito me marcou e ajudou a pensar diferente; espero que essa reflexão também possa contribuir para uma nova perspectiva que permita seguir em frente:

(...) Mas existe uma outra parte que me olha nos olhos e enxerga todo o meu rosto, minhas curvas, meu formato e meus detalhes perfeitos. Essa é a metade que enxerga também a mulher forte que sou por dentro, protetora do mundo, 'defensora dos fracos e oprimidos', como diria minha mãe. Essa parte sabe que eu preciso me aceitar e enxergar minha própria beleza se quiser fazer diferença na vida de outras pessoas. Por isso, eu busco sempre proteger e amar as mulheres que me cercam: quem sabe eu não me aceito mais ajudando outras a se aceitarem?


Livro: Outras Meninas
Capa dura
Formato: 16,5 cm x 24 cm
180 páginas, papel couché
Compras, só no site da artista: Clique aqui

E tem mais trabalhos da Manu, olha só:
Facebook | Facebook (projeto Outras meninas) | Instagram


Gostaram da resenha? :)
Se tiver alguma sugestão ou crítica, pode deixar nos comentários!

E sim, a xícara estava vazia pois a minha cama era o que estava em jogo, hehe! :P

15.4.17

Livro: Outras meninas

O Blog tem Instagram » @subindonolustre

© Subindo no Lustre. Design by Fearne.