Desde março, tenho me reunido com as amigas da faculdade (já nos formamos há alguns anos) uma vez por mês. A princípio, sendo bem sincera, achava que essa seria uma frequência muito grande, a ponto de não termos muito o que conversar a cada encontro - da minha parte, pelo menos, a falta de novidades era quase uma certeza.

Felizmente, o passar dos meses me fez perceber o quanto estava enganada: aqueles trinta dias após um último encontro já vinham carregadinhos de assuntos e surpresas - ah, mas eu acertei quanto à parte que me toca; sorte que gosto mais de ouvir do que falar, hehe. Algumas confidências foram lamentáveis, outras foram motivo de muita alegria, mas todas foram acolhidas com carinho, amizade e um café caprichado.

Pois é, com esse compromisso que selamos, estamos aproveitando para conhecer alguns cafés bacanas de Curitiba e eu não fui boba de deixar a oportunidade escapar: 'bora fazer registros para o bloguinho! O delicioso café da tarde com as amigas de julho, por exemplo, foi garantido pela Chokolat.


Acho que o primeiro desafio para chegar na Chokolat é a Avenida do Batel: ô, rua mais difícil de atravessar, gente! 😭 Mas esse é apenas um drama das pessoas que não sabem dirigir ou que não estão com o carro na hora; os motoristas podem contar com um estacionamento (terceirizado) na loja e até um manobrista para facilitar as coisas.

O segundo ponto é você chegar na Avenida do Batel e se perguntar: onde está? É que a Chokolat está nos fundos de um imóvel, então é bom ficar atento à plaquinha da loja... Depois disso, é só alegria! 💨



Algo que eu achei muito bacana logo de cara são as opções de ambientes onde você queira ficar, cada qual com o seu charme: podemos tomar café no incrível deck externo, entrar e sentar às mesas lindas de madeira com uma iluminação intimista, ou ainda buscar mais privacidade nos fundos e se acomodar no estofado em L ou na grande mesa de madeira maciça, adornada por um pomposo chandelier. Talvez valha a pena fazer outras visitas à Chokolat apenas para ter diferentes experiências em cada ambiente.

A água é cortesia da casa: toda mesa tem uma garrafa de prontidão!



Com um nome estiloso, mas sugestivo desses, claro que não poderiam faltar os chocolates! Eu sou uma anta tímida que não consegue alugar uns minutinhos dos atendentes para perguntar sobre as coisas, mas sei que a Chokolat tem uma produção própria, com material de alta qualidade e técnicas primorosas que se refletem no brilho e na delicadeza dos chocolates na vitrine do grande balcão. Já estou devendo uma nova visita para levar algumas dessas joias para casa!



Ficamos um tempão folheando o menu e enrolando a solícita atendente por um bom motivo: tem muitas opções bacanas e queríamos experimentar de tudo um pouco! Talvez fosse previsível que houvesse pratos da cozinha francesa, mas ficamos surpresas com as opções de comida asiática - tailandesa e indonésia - e admiradas com os verrines, as éclairs e a variedade de cafés servidos.

As vítimas do dia foram a éclair de pistache...

... E a éclair de brulee, junto com uma soda italiana de cranberry, oh là là!

Digamos que eu estava lá mais pelas éclairs, então ataquei duas de uma vez só, mas a Chokolat tem uma opção super boa para acalmar corações indecisos como os nossos: o menu degustação de sobremesa, que vem com um mini brule, um mini cheesecake, um mini tartelette (Chokolat), uma éclair cujo sabor podíamos escolher e um copinho de chocolate quente!

Menu degustação com éclair de baunilha

... Eu não tenho certeza de qual bebida gelada é, mas chuto que seja o Iced Chocolate!

Por fim, ainda levei duas éclairs para a minha mãe - sim, eu levei num busão e eles sobreviveram, rá! E fiquei babando sobre algumas coisas da vitrine: tinha os chocolates, claro, mas também macarons, cake pops, muffins e um mel de laranjeira em embalagem de ursinho que me arrependi muito de não ter comprado (pela embalagem, quem nunca? Huahuahua).


Melhores lustres ever (e de lustre, eu entendo! Huahuahua), sim ou com certeza?



Chokolat Chocolateria
Avenida do Batel, 1190 (Fundos) - Batel
Tel: (41) 3527-1639
Site | Facebook | Instagram | TripAdvisor

19.8.16

Chokolat

Mês passado fiz a previsão e olha o que aconteceu: agosto caiu no meu colo LOTADO de BLCDs e a imagem do checklist, com o novo layout, se tornou um desafio para quebrar a cabeça por alguns bons dias... O resultado está aí embaixo, que tal? 😍

Vocês podem estranhar porque estou tão orgulhosa do resultado, mas sou apenas uma aspirante a mexedora de Photoshop. Imagino que quem é profissa deva passar com um rolo compressor por cima desses probleminhas todo dia, de tão fáceis que são, mas para mim todos eles mais parecem montanhas enormes repletas de declives! Me deixem comemorar minha pequena conquista do Everest, por favor 😝


Destaque do Mês


Vou dizer a verdade: desse tantão de lançamentos aí, eu só devo conhecer dois mangás e as propostas de duas séries originais, o que limita bastante o que eu poderia realmente eleger como Destaque do Mês. Bom, dessas quatro opções, o que me passou alguma impressão foi Umibe no Étranger, mas estaria mentindo se dissesse que estou mega entusiasmada para conferir a adaptação...

Ah, mas não me entendam mal, Umibe não é um mangá ruim: o traço é agradável e bonito - embora todos os personagens pareçam mais novos do que realmente são -, tem uma trama bem construída e os comportamentos são bem plausíveis; a falta de alarde do Shun me chamou muito a atenção.

Contudo, a forma da narrativa me parece dinâmica demais e eu não consegui me envolver com a história a ponto de sentir, sofrer, me angustiar ou torcer pelos personagens, pelo menos não tanto quanto eu realmente queria. Ainda assim, acho uma boa opção se você quer acompanhar algo light para a sua tarde de domingo da preguicinha, por exemplo. 😊

O estudante do ensino médio Chibana Mio (CV: Matsuoka Yoshitsugu) é um garoto bonito, porém muito triste, pois seus pais morreram e está sob os cuidados de pessoas que não são seus parentes. Sem vontade alguma de voltar a esse lar que não lhe pertencia mais, tornou-se um hábito para Mio se sentar num banco e fitar o mar até o escurecer.

A cena chama a atenção do escritor Hashimoto Shun (CV: Murata Taishi), que se mudou para a casa de sua avó na ilha de Okinawa depois de ser deserdado por seu pai ao "sair do armário" em plena cerimônia de casamento. Na tentativa de se aproximar de Mio, Shun é rechaçado de cara por um garoto já calejado pelo olhar de pena dos outros; percebendo, contudo, que o escritor estava realmente interessado em conhecê-lo pelo que era, Mio começa a abrir aos poucos seu coração. Infelizmente, não demora muito e o garoto tem de deixar a ilha para ficar num orfanato.

Três anos se passam e, para a surpresa de Shun, Mio volta a Okinawa decidido a abraçar seus sentimentos e ficar ao seu lado. A princípio, o escritor aceita a relação com o garoto, mas é frustrante para ele imaginar que talvez esteja tirando de Mio a chance de um futuro mais "normal"...

Referências


Seme | Chibana Mio (CV: Matsuoka Yoshitsugu)
Kirito (Sword Art Online), Tsukishima (Hybrid Child), Soma Yukihira (Shokugeki no Soma);

Uke | Hashimoto Shun (CV: Murata Taishi)
Todoroki Takashi (Yu-Gi-Oh! Zexal), Shijima Hiroto (Durarara!!), Ibusaki Shun (Shokugeki no Soma).

Confira também


1.8.16

BLCD Checklist: Agosto, 2016

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