27.5.16

Favoritos do Mês: Abril, 2016

Finalmente chegamos com os Favoritos do mês passado! Já dizia a sabedoria huehuehue br, "antes tarde do que muito tarde", né, gente?!

Este é apenas o segundo post dessa categoria, mas já percebi que dá um certo trabalho pensar no que me chamou atenção nos últimos trinta dias. Não é que fique desgostosa com a tarefa, apenas acabo me exigindo mais para evitar de esquecer e me arrepender por não ter listado alguma coisa, sabe?

Para evitar isso, o Pinterest (já me segue lá? Clica aí!) acabou se tornando um grande aliado: achei algo legal, dou um "Pin it" e salvo; no fim do mês, passo o pente fino e faço uma seleção bacanuda para listar aqui. Ah, mas nem adianta fuçar lá porque a pasta é secreta, hein?! 😜


1. The Punk Singer (2013)


Numa dessas zapeadas à toa pela TV, acabei me deparando com esse documentário já no meio do caminho no Multishow, salvo engano. Não sei se sou a última dos moicanos a saber disso, mas aprendi que o Punk Rock contribuiu muito para a tal "terceira onda do feminismo": além dos protestos, bandas desafiaram os narizes tortos do público, mulheres empunharam guitarras, baquetas, microfones e expuseram questões como etarismo, sexismo, machismo, homofobia e violência contra a mulher. Esse movimento ficou conhecido como Riot Grrrl e teve como grandes ícones os grupos Bikini Kill e Bratmobile.

Considerada um símbolo vanguardista, Kathleen Hanna era a vocalista do Bikini Kill e compositora de grande parte do seu repertório. Seus shows eram conhecidos por momentos em que dispersava os homens presentes para dar espaço à frente do palco para as mulheres, assim como aqueles em que ela tirava a parte de cima da roupa e mostrava a palavra slut escrita no abdômen ou nas costas.


O documentário vai além do símbolo feminista que a cantora representa e mostra os bastidores da estrada esburacada que teve de seguir com as pressões e holofotes sobre si. Nada, contudo, parece tão difícil quanto o desafio que tem enfrentado nos últimos anos: Kathleen tem Doença de Lyme, a qual é transmitida por carrapato e causa um mal-estar geral e intenso, com sintomas que vão desde fadiga severa a hepatite e taquicardia. Infelizmente, ela apenas foi diagnosticada corretamente passado muito tempo e isso torna a resposta ao tratamento bem mais complicada. O pior para Kathleen talvez nem seja a doença em si, mas o fato de não poder fazer o que mais gosta por conta dela: cantar para o público.

2. Cupcakes de Suculentas


A hype das suculentas está bem forte e chegou até às decorações de cupcakes! No início de abril, fiquei surpresa ao ver essas preciosidades no Instagram, mas, por esses dias, já vi vídeo de gente fazendo um verdadeiro terrário de suculentas e cactus de buttercream sobre todo um bolo!

Essas gracinhas da foto são da confeitaria americana Eat Cake Be Merry, que tem um portfólio invejável na decoração de cupcakes e bolos. Além das suculentas, as flores e folhas que eles fazem são incríveis! Dá pra ficar horas admirando as fotos do blog e imaginando como seria linda uma festa sua nas mãos deles... 💙

3. Death Parade (NTV)


Lembro que fui atrás desse anime ao ver uma recomendação na timeline do Face, seguida de um "gosto porque é curtinho". Ah, estou à toa esperando os novos episódios de One Piece e Sailor Moon Crystal, vambora!


A gente entende a proposta do anime no decorrer do primeiro episódio, por isso qualquer coisa que eu fale aqui de antemão vai tirar grande parte da graça nessa descoberta. Por mais cativante que seja, posso dizer que a abertura é uma armadilha, pois não é uma história de bartenders, as pessoas não se dão bem assim e o climão passa longe dessa diversão toda - em vez disso, fala-se de natureza humana e questiona-se coisas como destino e entidades divinas. Se essa é a sua praia, acho que vai valer a pena passar uma madrugada em claro para assistir! E força no café!

4. Hatsukoi, por Mori Megumi


A minha tara por Hatsukoi é meio esquisita, porque, por mais que curta muitos dos vários covers, eu não consigo gostar da versão original. Vai entender, né? ¯\_(ツ)_/¯


Bom, já fazia uns aninhos aí que não encontrava um novo cover, até que caiu no meu colo esse álbum lindo da Mori Megumi, "COVERS Grace of the Guitar". Pra quê - agora me apaixonei por Hatsukoi tudo de novo! Solta o play e vamos amar junto 💙

5. Kowagaranai de, soba ni ite


Opa, vai ter mangá yaoi sim! É um volume único, então não achei necessário escrever um post com uma resenha só para ele, mas era importante o registro porque foi um título que conseguiu me fazer chorar. Ah, e não é que eu tenha um coração de pedra, tá? Tá difícil mesmo um yaoi me emocionar...

O amor da vida é que esse mangá já foi todo traduzido em inglês pelo grupo Raincraft! Ah, mas para atiçar mais a sua curiosidade, aí vai uma sinopse rápida:

Já começamos a história com um acidente: um rapaz cai das escadas, bate a cabeça e é hospitalizado. Esse é Shizuka, um confeiteiro de mão cheia que tem um relacionamento de longa data com Yukihiko, um escritor que simplesmente adora doces. Ao acordar depois do tratamento, Shizuka parece bem e lembra-se de tudo... Exceto de Yukihiko.

De volta ao batente, o confeiteiro recebe Yukihiko - que entende apenas como seu salvador, por ter chamado a ambulância - na sua loja e começa a se interessar por ele, observando sua beleza, seus traços, seus gestos e o prazer com que o escritor comia seus doces. Mal sabe Shizuka, contudo, que o maior desejo de Yukihiko no momento é que seu então amado fique longe e aproveite esta oportunidade para arranjar uma namorada, ter filhos, formar uma família "normal" e construir uma vida nova, agora sem ele...

Confira aqui: Leia online (inglês)

2 comentários

  1. Cara, ainda não assisti, mas me amarrei na história de Death Parade. Principalmente pelo tema que aborda. Até hoje eu curto muito anime também, embora nada supere o meu vício em Cavaleros do Zodíaco (pois é) hahaha.

    Que cupcake mais lindo, cara. Nossa, imagina o trampo e a criatividade pra fazer, né?

    :*

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    Respostas
    1. Hoe, Lóri! Tudo bem? :)

      Death Parade vale muito a pena, eu realmente recomendo porque, embora seja uma ficção, conseguiu me fazer refletir sobre algumas perspectivas a respeito do ser humano. :)
      Ah, e não te julgo por gostar de CDZ, porque eu também gosto! Mas o amor e a nostalgia são tantos que a minha forma de demonstração esse carinho se dá por zoação mesmo, hehe!

      Os cupcakes são lindos mesmo, mas sabe que para quem tem prática no ramo, não parece ser nada complicado? Mas haja criatividade mesmo! Quando imaginaríamos desejar uma festa com tema de suculentas, né? ♥

      Agradeço muito a sua visita e torço para que tenha muito sucesso com o seu blog!

      Beijos~

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