Olha nóis aqui outra vez com wishlist de aniversário! Na verdade, até fiz uma brincadeira e agora a seção se chama Vixelist, por motivos de "vixe, vou gastar", huahuahua!

Confesso que não estava muito ansiosa em fazer essa wishlist e fui empurrando com a barriga para fazer esse "levantamento", porque talvez ficasse bem sem graça: tudo que me vinha à cabeça era livros e roupa íntima. Como ninguém precisa saber qual é meu sutiã-desejo do momento, ficaria apenas nos livros mesmo. Que borocoxô, deos...

Foi então que decidi botar o que me deu na veneta mesmo, receita que eu devo ter usado no ano passado, se não me falha a memória, mas acabou se realizando em parte graças a algumas fadas-madrinhas que ocorrem de também serem minhas amigas do kokoro. Aliás, algumas já balançaram a varinha de condão antes dessa wishlist ser publicada e vocês nem imaginam o quanto eu sou grata por ter esses poços de amor e purpurina na minha vida

Sem mais delongas, apresento-lhes a coleção Vixelist Autumn 2016 26th Anniversary Edition, hehe!


1. Dina | Liona
Ai gente, eu acho que as Momiji sempre serão presença confirmada nos meus wishlists, pelo menos aqueles de aniversário. Mas me diz, tem como resistir diante dessas coisinhas fofas? ♥

2. "A detração"
Historiador, professor e comentarista do Jornal da Cultura, eu sou fã da clareza e do sarcasmo que o Prof. Karnal tem, ele simplesmente é um dos meus ídolos para a vida. Só que há apenas algumas semanas tive a curiosidade de saber se ele tinha escrito algum livro e, para a minha felicidade, havia alguns de sua autoria de fato. Eu vi na livraria o "Pecar e Perdoar", mas o tema de "A detração" me chamou mais a atenção, pois a ideia é falar sobre o péssimo hábito que temos de falar mal de algo ou alguém, seja pelo que é, pelo que fez ou pelo que ainda pretende fazer. Acho que seria uma leitura muito bacana!

3. "A Utilidade do Inútil"
Eu nunca tinha ouvido falar desse título, mas achei super interessante, principalmente quando se pensa que ele vai na contramão de conceitos tão consolidados como o Utilitarismo. Na verdade, segundo a sinopse, esse livro vai segurar a sua mão para dizer que você não é um fracassado por gostar e se dedicar a coisas que nunca lhe trarão dinheiro, sustento ou sucesso - você é uma vítima de um movimento que, na verdade, cerceia a sua criatividade. :)

4. Galochinha Verniz Preto - Veg
Conta comigo: galocha; envernizada; preta; de bico fino. Sim, os quatro termos da felicidade! Agora, só falta a chuva... Aliás, melhor presente de aniversário seria a frente fria vir de verdaaaaaaade - tá ligado, São Pedro?

5. Caneca M
Oops, acabei de dar uma dica do meu nome? :P

6. "Para Poder Viver"
Há alguns bons meses, um vídeo no qual uma garota norte-coreana conta sobre os horrores da fuga pela qual passou no fórum mundial de jovens líderes One Young World se tornou bem popular. Essa era Yeonmi Park, que sedimentou suas recentes e tristes memórias neste livro recém trazido para o Brasil. Não sou uma ávida leitora de biografias, mas eu considero importante tomar nota sobre as realidades de outros países, sobretudo quando se fala em regimes ditatoriais e o tratamento que se despende às mulheres em cada um deles - e não tem como eu não sentir empatia por alguém que tem quase a minha idade.

24.4.16

Vixelist de Aniversário, 2016


Mesmo passando mal - e, por essa razão, me dei ao luxo de tirar algumas pestanas durante a transmissão -, fiz questão de acompanhar o tal "momento histórico" da política brasileira do último domingo. Não é minha intenção expor aqui meu posicionamento político nem polemizar, pois desse farto e variado (mas talvez não tão delicioso) banquete todos podem desfrutar nas demais redes sociais, sejam quais forem. Aqui, o buffet é outro.

Pouco depois das onze badaladas noturnas, houve gritos comemorativos, assovios e rasgos de luz ofertados pelos inconvenientes rojões e fogos de artifício, baladinhas particulares com o acender e apagar de luzes dos apartamentos alheios, tilitares de panelas de alumínio que hoje seriam impossíveis de serem usados; uma comemoração digna de pênalti decisivo em final de Copa do Mundo.

Hoje, eu acordei e pensei: "... E aí?" Me lembrei de uma das dezenas de zoações que li no domingo, para a qual, depois de todo esse pão e circo, não se aceitaria menos do que amanhecer com o dólar a menos de dois reais, a gasolina mais barata e o Kinder Ovo a cinquenta centavos. Mas não foi o que aconteceu e nem é o que os economistas preveem, mesmo com o impeachment bem sucedido. O buraco é mais embaixo e quem se nega a ver isso veste a carapuça da ignorância e da imaturidade política. Não aprendeu nada com essa grande oportunidade - ou se recusa a fazê-lo.

Me pergunto se sou masoquista por fazer questão de eleger como trilha sonora diária as emissoras de rádio jornalísticas, já que me voluntario a ouvir impropérios como recortes de falas outrora proferidas por políticos da mais baixa categoria; a futurologia de professores e especialistas - que aceitam o convite para a prática, mesmo depois de tanto criticá-la; análises superficiais vindas de todos os lados; listas de perguntas rasas e idiotas que me fazem ora questionar o canudo de Jornalismo dos respectivos autores, além de entrelinhas que denunciam com mais ou menos propriedade a posição política desta ou da outra emissora.

Depois de mais um dia realizando as atividades domésticas em tão aprazível e acalorada companhia, minha mãe, alheia ao que eu ouvia na sua leitura de artigos esotéricos e espirituosos, me perguntou despretensiosamente:

- Filha, em uma palavra, como você descreveria o seu dia hoje?

Não costumo deixar as pessoas sem resposta, pelo menos aqui em casa não, mas me demorei por vários minutos em reflexão. Limpando um bibelô da minha estante, senti que, por mais que tenha sido bombardeada de informações sobre o que aconteceria depois do tal "momento histórico" de domingo, eu estava mais próxima de um recipiente vazio.

- "Falta de perspectiva"; não é uma palavra, mas é o que eu sinto agora, mãe.

A verdade é que, depois desse FlaFlu de um campeonato ocorrido em Plutão, a vida continua: temos de acordar cedo para estudar, trabalhar ou procurar por emprego, temos de colocar comida à mesa, temos contas a pagar, temos filhos, pais e parentes a zelar e temos de tentar colocar a cabeça sobre o travesseiro para atravessar mais outro dia.
A propósito, eu sei que situar o show de horrores em Plutão pode me deixar com a impressão de alienada, mas me faço esclarecer: enquanto o sistema político se resumir a um balcão de negócios, nada nas nossas vidas parece que vai mudar, seja qual for a figura iluminada que desça dos céus para receber a faixa presidencial - daí a minha sensação de que falta chão.

Contudo, de todas as análises, futurologias, críticas apaixonadas e informações passivas que ouvi hoje, talvez a passagem mais sábia tenha vindo da ainda despretensiosa fala da minha mãe, comemorando os pequenos feitos da sua jornada:

- A minha é "produção". :)

É isso aí, folks. Vamos caminhar para mais um amanhecer.

18.4.16

FlaFlu em Plutão


Mais uma novidade fresquinha da fábrica de ideias para o blog: vou apresentar as coisas que conferi e gostei em cada mês e, se rolar, eu rasgo mais seda a respeito de algo em outro post! Ah, e não se acanhem em pedir por isso nos comentários, tá? ;)
Nos Favoritos, pode ter de tudo: de carro a revista, de Drama CD a novela, de mangá a objeto de decoração, de esporte a DIY, de post textão a vídeo no YouTube... Tudo mesmo, ora pois. Muito bem, tópico explicado, então vamos ao que interessa: é hora de falar sobre os Favoritos de Março!

Amianto, do Supercombo

Eu conheci essa banda por mero acaso, ao me dar a chance de conhecer artistas musicais brasileiros com uma pegada mais indie. Não estou numa vibe tão negativa, mas essa música acabou conversando com uma fase pré depressiva - se é que dá para chamar assim - pela qual eu havia passado na adolescência. Adorei a comparação proposta pelo refrão e o recadinho sutil que surge próximo ao final da música: Mas tudo bem, nem sempre estamos na melhor...


Philomena

Assistir a esse filme também foi obra do acaso, porque a atriz Judi Dench acabou me chamando a atenção enquanto zappeava pelos canais da TV. Na verdade, tinha a confundido com a Imelda Staunton, que fez tão bem a Dolores Umbridge na série Harry Potter a ponto de eu pegar ódio dela, sem nunca ter visto outros de seus papeis. Contudo, a essa altura do campeonato, já nem me preocupava mais com isso e fui fisgada pela história até seu final.
Trata-se da procura de uma senhora irlandesa, acompanhada de um jornalista famoso, pelo seu filho, que foi obrigada a ceder há cinquenta anos para o convento que a abrigou. A princípio, o jornalista apenas embarca nessa porque pretendia vender uma matéria intrigante para um editorial; contudo, sendo ateu e cético, ele se surpreende com uma jornada intensa de descobertas que envolvem principalmente a religião. Essa é uma história baseada em fatos reais que revelou um esquema articulado por conventos irlandeses, no qual crianças de mães solteiras por eles abrigadas eram vendidas para casais estrangeiros, que as adotavam e levavam para seus países de origem.
Apesar do clima pesado que esse plot possa sugerir, o diretor trabalhou bem para que a narrativa da joia em suas mãos não levasse apenas à angústia e ao sofrimento: alívios cômicos proporcionados pela senhorinha simpática do interior foram colocados na medida certa, o que me faz recomendar muito esse filme na rara categoria de comédia dramática.


Digimon Adventure Tri. - Episódio 2: Ketsui

Eu já falei sobre o meu amor por Digimon no post de aniversário de 17 anos da série, mas não dá para negar que essa nova temporada está se tornando um deleite tanto para os fãs saudosistas, quanto para os aventureiros que resolveram conferir pela primeira vez.
Se o episódio de estreia tomou cuidado para apresentar toda situação em torno da qual a história  giraria, o segundo já desenvolve em cima com maior liberdade. É Izzy/Izumi caidinho pela Mimi, são as meninas da turma invadindo o onsen masculino, o Gomamon tristonho (queria abraçar o coitadinho), o Leomon com coração de manteiga... Mas o que o Imperador Digimon está fazendo ali? E essas novas digievoluções?!
Senti muita angústia, gargalhei horrores, chorei um pouco, xinguei muito o Joe e fiquei bege, tudo num episódio só! Como tem mais quatro por vir, já me vejo sofrendo de taquicardia!


One Punch Man

Num belo e tranquilo início de noite, resolvi assistir a um episódio de One Punch Man por mera curiosidade. Conclui a série ao som do primeiro cantarolar dos passarinhos, às seis horas da matina - quem nunca, né?
Cidades são sempre potenciais alvos de criaturas estranhas e não é incomum pessoas se tornarem monstros pelos motivos mais estapafúrdios; para combater essas ameaças, investe-se menos em forças armadas e mais na formação de super-heróis. Nesse contexto, temos o Saitama, um cara normal que treinou muito para se tornar um super-herói. Além de estar aborrecido por perder seus cabelos durante o processo, Saitama agora vive um drama: o tédio por ser capaz de terminar as lutas com um único e simples soco, de tão forte que se tornou.


É engraçado conhecer a série e perceber que aquela abertura épica e as imagens oficiais de um protagonista determinado tornam-se traps, afinal, antes de uma aventura heroica, essa é uma comédia non-sense! Na verdade, ainda não consegui digerir muito bem One Punch Man por introduzir várias coisas que, no final das contas, não encontram propósito algum em si: em menos de dois minutos, conta-se a origem de um determinado monstro, tudo para o Saitama destruí-lo no instante seguinte e não levar isso adiante! Por que eu recebi toda essa informação, gente?! Outra coisa é que tem toda uma dedicação gráfica em mostrar derramamento de sangue, mutilação, exposição de órgãos internos e as formas mais grotescas de matar sem haver, contudo, razão de ser. "Morreu um monte de gente, mas bola pra frente!" "... Mas hein?"
Fora isso, eu entendi que o Saitama em si, vez que retratado de forma tão medíocre, é uma espécie de crítica àqueles personagens hiper-fodásticos das HQs americanas. E não duvide de seus instintos quando achar que o seu uniforme lembra o do Anpanman, porque não é mera coincidência...
Ainda não sei bem se recomendo essa série, mas não foi uma história ruim e talvez tudo valha a pena ao se apaixonar por Genos, o ciborgue autoproclamado discípulo e admirador de Saitama (ah, eu já shippei os dois, como não poderia deixar de ser ♥).

Uma Vida no Escuro, de Anna Lyndsey

Eu vou confessar que ainda não terminei a leitura, mas posso dizer que estou adorando o que li até agora, o que seria lá pelos dois terços do livro. A história é sobre uma ex-funcionária pública inglesa que é forçada a trocar uma vida promissora em campanhas de candidatura ao Primeiro Ministério, folgas escalando montanhas e explorando a natureza, e até os sonhos do matrimônio com um companheiro maravilhoso pelo confinamento à completa e absoluta escuridão. Anna, que adotou esse pseudônimo para a publicação, desenvolveu uma hipersensibilidade tão terrível que basta alguns segundos de exposição indireta a filetes, se não pequenas frestas descuidadas de luz para sentir-se como se estivessem passando um maçarico por toda a sua pele.


A narrativa parece um diário muito bem escrito, em que Anna passeia pelos formatos, cores, cheiros e até a forma com que a luz se projetava em suas tão valorizadas memórias de vida normal; pela via sacra que teve de se submeter entre diagnósticos negligentes e um sem número de médicos indispostos a estudar e perseverar com o seu tratamento; pelas brincadeiras e hábitos curiosos que criou com essa nova condição, e, finalmente, pelos choques de realidade e desespero ao pensar em como será seu futuro e daqueles que a amam. Me dá aperto no coração quando Anna fala sobre seu companheiro com tanto carinho, por topar apoiar, cuidar e dedicar um amor sublime a ela, ao mesmo tempo que lhe dói pensar que poderia estar decretando uma vida infeliz ao amado, já que, mais do que não poderem casar, terem filhos ou passearem juntos, eles mal podem se ver na penumbra necessária de casa.
Não sei ainda como essa narrativa pessoal vai acabar, afinal Anna ainda está aí, lutando e criando mais capítulos de sua história (sim, é uma história real!), mas tenho a impressão de que, ao terminar a leitura, vou valorizar - aliás, já estou valorizando - muito mais as simples e pequenas dádivas que nos são oferecidas a cada dia em vida.

8.4.16

Favoritos do Mês: Março, 2016

Não sei o que houve, mas a produção de BL Drama CDs para abril está bem baixa... Fiquei assustada (e triste). Felizmente, nem tudo está perdido e, dadas as vacas magras, resolvi dar destaque não a apenas um, mas dois títulos neste mês! 'Bora lá!


Destaques do Mês


1. Owaranai fukou ni tsuite no hanashi


Ogawa Chise assina várias obras que eu não gosto muito, mas algumas se salvam com louvor, sendo uma delas Owaranai - mesmo sendo um spin-off, eu acredito que essa ramificação supera fácil Gosan no Heart, o título que o originou.

No colegial, Takayuki (CV: Okitsu Kazuyuki) se apaixonou por Kiyotake (CV: Shingaki Tarusuke), um de seus colegas no clube de basquete. Desde o início, ele não tinha esperança alguma que isso pudesse dar certo, já que percebeu um padrão nas pretendentes de Kiyotake: o rapaz preferia garotas pequenas, graciosas e de cabelos longos, tudo que Takayuki estava longe de ser. Contudo, sem suportar ver seu amado com outra pessoa, Takayuki fez questão de conquistar a namorada de Kiyotake e jogar na sua cara que aquela manobra foi mero passatempo.

Depois desse episódio, os dois cessaram o contato de vez, mas uma reunião nostálgica da turma do colegial marca seu reencontro. Um atordoado e vulnerável Kiyotake que bebeu além da conta fica sob os cuidados de Takayuki e este recorre a métodos desesperados para se unir a seu amado. Todavia, a manhã seguinte parecia vir apenas para o machucar, pois seria o único que se lembraria do episódio... Ou, ao menos, era o que imaginava.

Acho que esse título caiu no meu gosto porque Takayuki é um personagem complexo: no geral, ele é negativo e ansioso, sempre esperando o pior e, por se julgar alguém horrível, achando que merece todos os infortúnios que lhe ocorrem. Na verdade, ele tem uma natureza muito gentil, mas, se tem uma pessoa que pode fazê-lo acreditar numa versão melhor de si mesmo, esse cara é o Kiyotake.

Por sua vez, eu considero o Kiyotake uma criatura extraordinária, pois, apesar dos pesares, teve a capacidade de abraçar todos os sentimentos de Takayuki, incondicionalmente. Bom, de duas, uma: ou o cara é de uma espiritualidade elevadíssima, ou essa reação é fruto de uma baita preguiça da autora. Prefiro acreditar na primeira opção, só para não desqualificar o conjunto da obra, né? 😛

Confira também

 

2.  Shiritsu Omega Gakuen Vol. 1 - Mayoi no AV danshi


OMG, este é o primeira lançamento de BLCD que se baseia num subgênero mega recente entre o yaoi: o Omegaverse! Ainda pretendo falar com calma sobre isso aqui no blog, então apenas vou expor por cima para situar: pense num mundo em que os humanos sofreram certas adaptações naturais e agora se dividem entre três classes - alfa, beta e ômega.

A maioria da população é beta, independentemente de ser do sexo masculino ou feminino; no que alfas e ômegas se diferem dos demais é a capacidade de se reproduzirem: nessas classes, tanto homens quanto mulheres podem engravidar homens e mulheres. Enquanto os alfas são tratados como uma casta privilegiada, os ômegas são menosprezados por sua natureza causar constrangimento geral: seus eventuais desequilíbrios hormonais liberam fortes feromônios que atraem betas e alfas, como se estivesse no cio, prejudicando qualquer chance de uma vida normal.


Izumi Kanato (CV: Nakazawa Masatomo) foi forçado a trabalhar em gravações de vídeos pornô pelo próprio pai, que, por sua vez, gastava todo o dinheiro ganho pelo filho com jogos e bebida.

Desesperado por não ter condições de fugir desse inferno diário e ainda ter sido diagnosticado como um ômega, Izumi toma uma decisão: tiraria a própria vida, pulando no rio de fortes correntezas naquele dia de tempestade. Ele não contava, contudo, que um rapaz que passava por ali testemunhasse a cena e resolvesse resgatá-lo. Já no leito do hospital, Izumi percebe que se apaixonou pelo desconhecido que se esforçou tanto para salvá-lo.

Meses depois, ao ingressar numa nova escola para cursar o colegial, Izumi logo reconhece Yanase Taiki (CV: Ono Yuuki) como aquele que tinha o resgatado e os dois se tornam amigos na hora. Infelizmente, não demora muito e chegam aos ouvidos de Yanase os boatos de que Izumi trabalha com vídeos pornô...

Confira também


Referências


Seme | Kiyotake Seiji (CV: Shingaki Tarusuke)
Kite Eishirou (Prince of Tennis), Kariya Matou (Fate/Zero), Togusa (Ghost in the Shell);
Uke | Udou Takayuki (CV: Okitsu Kazuyuki)
Masaomi (Brothers Conflict), Nagare Hisui (K: Return of Kings).

Seme | Yanase Taiki (CV: Ono Yuuki)
Chikage Rokujo (Durarara!×2 Shou), Kuroda (Hybrid Child), Kagami Taiga (Kuroko no Basket);
Uke | Izumi Kanato (CV: Nakazawa Masatomo)
Clear (DRAMAtical Murder), Futakuchi Kenji (Haikyuu!!), Hutt River (Hetalia The World Twinkle).

1.4.16

BLCD Checklist: Abril, 2016

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