O blog ficou meio paradão em dezembro, muito embora tivesse alguém atrás das cortinas com algumas ideias, porém se desmotivando a postar no meio do caminho.

A minha mente, durante este mês, funcionou mais ou menos assim: o Teco veio com a ideia - "vamos fazer um post sobre como você fez o cartão de Natal deste ano" -, dali a pouco, o Tico reprovou - "não temos fotos boas e o cartão não foi nada mirabolante". Teco veio com mais outra ideia - "vamos fazer uma wishlist de Natal" - e o Tico estalou a língua - "recebeu tanta coisa neste ano, devia ter vergonha de pedir algo agora". É, #ticochatolino. 💢

Ah, mas nesse último caso, o Tico estava coberto de razão, porque senti uma culpa danada quando o Teco surgiu com essa proposta. Estes últimos momentos do ano, ao menos neste, me parecem mais apropriados para o exercício da reflexão. No meu caso, isso inclui pensar sobre:

O que fiz


Não lembro de ter realizado grandes feitos neste ano por ter permanecido reclusa em casa por boa parte do tempo - ah, bom, tive minhas saídas sim, e o Turisprocidade está aí para contar história. Percebi, contudo, que, mesmo não parecendo grande coisa, pequenos gestos nossos podem mudar tudo na vida de outras pessoas.

Aquele "bom dia" que a educação manda dar a quem se cruza pelo caminho pode resultar num esboço de sorriso, apenas por imprimir um tom mais animado naquele último "a". A chegada inesperada de uma carta sua pode iluminar um dia mais borocoxô de um amigo querido. Mostrar-se proativo, disposto e interessado torna o convívio muito mais agradável e dinâmico. No mesmo sentido, não retrucar, bufar ou estalar a língua deixa a vida muito mais leve. Elaborar um cartão e derramar um pouquinho do seu coração na mensagem faz uma tímida lágrima escorrer pela face de um homem feito...

Se falarmos de eventos mais palpáveis, acho que minha maior realização deste ano foi ter concluído um projeto que começou no ano passado: deixar meu cabelo crescer para doar.


Foram um ano e quatro meses dedicados a 20 centímetros e uma folguinha. Nunca deixei meu cabelo crescer tanto e não sei se farei isso de novo tão cedo; se tem algo que aprendi sobre mim mesma com essa experiência é que amo meu cabelo curtinho.

O mais importante é que essa paciência toda valeu muito a pena e essas madeixas todas já foram encaminhadas à instituição Atitude na Cabeça, que faz e doa perucas aos enfermos que têm queda de cabelo durante seu tratamento.

O que pretendo fazer


Acho que o primeiro semestre de 2017 será uma extensão do que está sendo este final de ano, então apenas pretendo me esforçar mais nos estudos para atingir minhas metas, até porque os prazos estão se esvaindo... 😰

Fazendo a faxina geral do meu quarto, me reencontrei com alguns livros que adquiri neste ano e deixei pendurados, sedentos pela chance de serem lidos. Gostaria de direcioná-los mais atenção e carinho no ano que vem. 📖

Por fim, acho que gostaria de me desafiar mais na cozinha no próximo ano, principalmente fazendo pratos práticos e saudáveis para o almoço. Me surpreende como legumes podem ser uma mão na roda nesse sentido! Doces também estão na mira; meu sonho de consumo no momento é poder montar um Christmas Cake japonês - mesmo que o Natal já tenha passado, hehe!

Pelo quê sou grata


E caramba, como sou grata por muitas coisas que ocorreram neste ano! ✨

Sou grata por esta vida não ter se esvaído no fim do ano passado por bobeira da minha parte. Sou grata por meus pais, parentes e amigos queridos estarem com saúde, firmes e fortes, bem como por nada ter faltado a eles neste ano. Sou grata pelo espírito do meu pai ter se mantido forte depois de enfrentar sozinho os últimos dias de vida da sua mãe, minha avó...

Sou grata pelas amizades com pessoas muito queridas terem perseverado em mais este ano (sério, todas vocês são incríveis por aturarem minhas típicas subidinhas de lustre! Te amo na boca de cada uma, huahuahua! 💙). Sou grata por ter continuado com o blog e seus canais nas redes sociais, por terem me dado a oportunidade de conhecer e conversar com pessoas muito bacanas neste ano.

Ah, e sou grata a você que está lendo este post, por me dar um pouquinho do seu precioso tempo - talvez não apenas aqui e agora, mas em posts passados também. 💙

***

Com tudo isso, não quero impor a ninguém o que deveria pensar, fazer ou exercitar neste fim de ano. Este é apenas o registro de um breve momento pelo qual estou passando, o qual, por um acaso, envolve reflexão e introspecção. Se as oportunidades para se divertir, ir à forra, fazer compras, receber presentes e esquecer um pouco dos problemas estiverem dando sopa, acho que as pessoas têm mais de agarrá-las e aproveitarem ao máximo - eu agarraria, só não estou no clima neste momento em particular, hehe! 😄

Acima de tudo, se tem algo que gostaria de passar por aqui, são meus desejos de esperança para que fechemos bem, dentro do possível, o capítulo de 2016 e façamos do próximo o melhor que pudermos.

Feliz e Próspero Ano Novo, amigos!

31.12.16

Devaneios, por Tico e Teco

Último Favoritos do ano! Pode isso, produção?! 😨

Quando comecei os Favoritos do Mês, assim como as Tags e os posts Especiais, não imaginava que teria uma aceitação tão boa - e que seria tão divertido montá-los! É bem verdade que não faltaram momentos em que fiquei um pouco travada ao sentar e parar para pensar no que gostei no mês que passou, porque passei a maior parte do tempo em casa neste ano. Hoje, vejo que não foi ruim, porque virou uma boa forma de dar mais valor às pequenas alegrias e vitórias do dia a dia. :)

... Ah, acho que o textinho aí ficou com um clima de despedida, né? Nada disso; vai ter mais Favoritos no ano que vem, sim, senhor! E se não gostar, vai ter no próximo também, hehe! 👊 Mas, antes de conquistar o mundo, vamos descer um pouco do lustre e conferir logo os Favoritos de novembro:


1. Awesome City Club


Embora eu tenha conhecido o Awesome City Club no início do ano, como outros interesses musicais surgiram, acabei deixando a banda um pouco de lado. Em novembro, porém, me deu a louca de querer ouvir de novo as músicas deles e resolvi baixar várias faixas de uma só vez.

Formada em 2013, esta banda divulgava suas músicas novas pelo YouTube e pelo SoundCloud, até ser lançada por uma gravadora e ter seu primeiro álbum anunciado no início de 2015; isso tudo para dizer que ela é bem novinha e, ao contrário do que possa parecer, não tive tanto trabalho assim para pegar a discografia inteira, hehe!


Hm, não sei bem descrever o estilo deles, mas acredito que seja indie pop, com umas leves nuances de jazz. A maioria de suas músicas é bem leve e tem aquele ritmo gostosinho de marcar com o pé, sabe?


A favorita do momento é Don't Think, Feel mesmo, mas eu fiquei bem indecisa sobre qual clipe destacar por aqui, então fica a recomendação forte para conferir Outsider e Namida no Shanghai Night também! E como o meu vício pela banda não se resume ao que eles já lançaram em clipes, joguei aqui um preview do álbum "Awesome City Club Tracks 3" por motivos de: todas as faixas são amor. 💙

2. TEN COUNT figures


TEN COUNT é um mangá yaoi tão intrigante, quanto controverso assinado por Takarai Rihito, uma das minhas autoras favoritas. O quinto volume saiu agora em novembro e sua edição limitada contou com figures exclusivos muito fofos!

As pré-vendas foram abertas no meio do ano e pedi ajuda a uma amiga querida para conseguir comprar essa edição. Quando fui conversar sobre pagamento, porém, ela resolveu fazer deste o meu presente de aniversário e eu fiquei com aquela cara de OMG, essa pessoa não existe! 😱

Ela ainda aproveitou a viagem ao Japão a trabalho para buscá-los e comprou mais coisas fofas (de UtaPri), enviando tudo para mim em novembro. Vontade de esmagar de amor e guardar num potinho é o que não falta, viu?! Miga sua loka, te adoro! 💙💛


A duplinha enrolada em casacos é da Niitengo - adoro esta marca, por fazer os personagens em muitas poses criativas - e os pequeninos cabeçudos são da Color Colle. Ah, e por que eles estão enrolados em casacos, né? É a referência a uma cena do mangá e tem a ver com a misofobia do personagem Shirotani, o secretário de cabelinho rosa. Não, eles não saem de casa assim, hehe! Mas não vou entregar a história assim, então se quiser ler o mangá online, comece clicando aqui.

3. Itsumo no Jikan, itsumo no basho de, de Hashimoto Aoi


Natsumi é dono de um food truck que fica estacionado num parque todos os dias para a hora do almoço. Sua maior alegria é ver os rostos satisfeitos de seus clientes enquanto degustam sua comida, mas um deles tem chamado sua atenção nos últimos tempos: Sasai, o rapaz bonito que desconstrói a cara fechada quando come suas panquecas, o pedido que sempre costuma fazer.

Todos os dias, Sasai fica ansioso pelo momento em que pode comer no food truck, não apenas pelos pratos, mas por ter se tornado um ambiente no qual não é julgado pela sua aparência ou sua preferência por doces, tudo graças a Natsumi. Este, por sua vez, faz as coisas de bom grado, mas não demora muito para perceber que está apaixonado pelo designer.

Bem, os capítulos do mangá ainda estão sendo publicados, mas dá para fazer a leitura por aqui. A esta altura do campeonato, apenas dá para concluir que o Sasai é bem tapado por não perceber as atitudes meio desesperadas de Natsumi - afinal, quem faria questão de fazer o seu jantar todos os dias depois de um longo dia de trabalho, senão alguém que goste muito de você, meodeos? Só estou na torcida para que este título seja tão fofo quanto "Kikoeru?", outro título da autora de mesmo clima.

4. Jogo do Dinheiro


Não, não é outro jogo de tabuleiro, hehe! Trata-se de um filme dirigido por Jodie Foster e estrelado por George Clooney e Julia Roberts, que envolve crítica social e metalinguagem.

Na trama, Clooney é um popular apresentador de um programa de TV sobre especulações de investimentos, dirigido pela personagem de Roberts, e usa de artifícios muitas vezes ridículos, mas eficientes para garantir uma grande audiência. Numa das transmissões ao vivo, um desconhecido - interpretado por Jack O'Connell - invade o estúdio, ameaça todos com um revólver e força o apresentador a usar um colete com explosivos. O motivo era o desespero por ter acreditado e investido numa das especulações "garantidas" pelo programa e perdido todo o seu dinheiro com isso.

A partir daí, começam movimentações em diferentes planos, mas sem aquela comoção exacerbada e focada, como em outras histórias fictícias de sequestro, caindo mais na real: a diretora procura ajudar a solucionar e apaziguar o problema, porém não abre mão da oportunidade de aumentar a audiência do seu programa; a empresa na qual o sequestrador investiu tudo, embora afirme que as perdas se deram por um problema no algaritmo, esquiva-se de mais esclarecimentos; a polícia é acionada e prepara a operação de resgate, porém sem heroísmos; o público acompanha a história ao vivo com atenção, mas com grande apatia...


Acho que "Jogo do Dinheiro" (Money Monster, no original) critica questões como capitalismo, espetáculo da mídia, descompromisso com a verdade e o descaso em geral, que me parece permear todos esses planos que citei.

A narrativa também consegue se esquivar de rumos previsíveis em histórias de suspense ou sequestro que têm gabarito por aí - eu ri demais quando o apresentador pediu pela participação do público nas ações da Bolsa. Considero, contudo, que a última parte deixou um pouco a desejar, mas talvez isso faça parte da metalinguagem adotada: a sensação de "segue a vida" que temos com o desfecho para ser a mesma do público ali retratado, que acompanhou toda a história pela TV.

12.12.16

Favoritos do Mês: Novembro, 2016


Ai no sabaki wo ukero!
Lançamento: 18.11.2016
Elenco: Okitsu Kazuyuki×Saito Souma
Download: Airavalky (mediante registro)

Resumo


Num mundo em que humanos têm seu DNA atrelado ao de insetos, a sociedade se separa entre as espécies predadoras da Classe Alta e as herbívoras da Classe Baixa. Nagumo Touya (CV: Okitsu Kazuyuki) é um jovem membro da influente família das tarântulas, mas ter acesso a tudo o que deseja ou ser assediado pelo seu status não parece completar sua vida, ainda mais depois que seu amado primo teve a audácia de ignorar seus sentimentos e se casar com um membro da Classe Baixa.

Em mais uma festa para manter o social da família, Touya vaga bêbado pelos fundos da propriedade até ajudar um garoto que estava sendo importunado por outros da Classe Alta. Olhando melhor, o garoto tinha um corpo frágil, uma imagem pálida e mal podia agradecer a Touya pelo feito, pois não conseguia falar. Eles apenas voltariam a se encontrar na faculdade, quando a tarântula ouve falar de um garoto da Classe Baixa que estava apaixonado por ele: esse era Hachisuka Iku (CV: Saito Souma), uma rara mariposa de bicho-da-seda - Bombyx mori, chamado de kaikoga em japonês.

Touya criou uma aversão pelos Classe Baixa depois do episódio com o primo, mas resolve sair com Iku como um mero passatempo. Contrariando as expectativas, o frágil garoto o conquista aos poucos com sua inocência e sua gentileza, sem saber que aquele doce sorriso de Iku escondia uma grande culpa. Depois de Atsurou (CV: Matsuoka Yoshitsugu) preparar uma arapuca para humilhar e ferir Iku, seu meio-irmão, Touya descobre o real motivo de mariposas como o garoto serem raras de se encontrar: elas não vivem além dos trinta anos de idade.

Ciente disso mais do que qualquer um, Iku tem um grande remorso de ser o que é: por todas as suas dificuldades de se comunicar ou de manter sua saúde frágil, a mariposa considera que apenas dá trabalho e preocupação àqueles que o amam. Como nenhum desses cuidados será suficiente para evitar seu destino, ele tem medo de se relacionar com as pessoas por saber que as deixará tristes com a sua morte precoce. Chega-se ao ponto de imaginar o quão melhor teria sido se não tivesse nascido. E assim, por mais que fossem de Classes e mundos diferentes, Touya e Iku compartilhavam algo desde seu primeiro encontro: a falta de perspectiva em viverem suas vidas.


Minha Opinião


Assim que terminei de ouvir este Drama CD, comecei a ensaiar esta resenha enquanto secava algumas lágrimas fujonas. Eu tive de entregar boa parte do jogo e empurrar a sinopse comercial para escanteio, porque ela não conseguiria me ajudar a mostrar o motivo de ter gostado tanto da história.

Ah, não sei bem onde colocar esta curiosidade, mas queria destacar que a autora associou bem fatos da natureza com o desenvolvimento de seus personagens: de fato, comparada ao seu estágio larval, a vida adulta do bicho-da-seda é de se lamentar de tão curta, não passando de meros cinco dias.

Eu já falei aqui no blog sobre o Drama CD de Ai no mitsu ni yoe!, mas os personagens desta história se entrelaçam mais com o plot de Ai no su he ochiro!, o primeiro título da série. O primo pelo qual Touya estava apaixonado é Sumiya e, por esse "amor", submeteu Tsubasa, a borboleta da Classe Baixa com quem estava namorando, a uma sessão de tortura. Acredito que o título deste volume - numa tradução livre, "aceite o julgamento do amor" - se relacione com esse fato, já que Touya se apaixona por outro Classe Baixa, este passa pela mesma experiência violenta nas mãos de Atsurou e ainda pode perdê-lo para a morte num futuro muito próximo.

Acho que a coisa mais linda desta história foi um diálogo entre Iku e Touya, quando seus verdadeiros sentimentos explodem em meio ao desespero de ter de se distanciar da mariposa novamente. Touya afirma que Iku não devia se culpar pelo afeto que as pessoas nutriam por ele, já que não era algo que dele dependia. Além disso, embora dê para entender perfeitamente sua aflição, a verdade é que todos estamos sujeitos a morrer, de uma hora para outra, e isso não impede as pessoas de amar ou serem amadas. Por fim, para quem se considera uma fonte de infelicidades, Touya reconforta: sofrer por alguém também faria parte da felicidade.

Referências


Seme | Nagumo Touya (CV: Okitsu Kazuyuki)
Asahina Masaomi (Brothers Conflict), Nagare Hisui (K: Missing Kings), Nagamasa Midori (Aoharu×Machinegun);

Uke | Hachisuka Iku (CV: Saito Souma)
 Yamaguchi Tadashi (Haikyuu!!), Kaginuki Rem (Dance with Devils), Hisami Touji (Zankyou no Terror).

Confira também


11.12.16

BLCD: Ai no sabaki wo ukero!

Abram alas que chegou o último Checklist de BL Drama CDs do ano, yey!

Mas nem por ser final de ano (ou justamente por o ser) os labels tiveram dó ou piedade das carteiras das fujoshi: o que é essa montanha de lançamentos para dezembro, meu filho? Só mesmo o décimo terceiro e os pacotinhos de ramen para garantir a sobrevivência do mês!


Destaque do Mês


E chegamos ao fim da segunda leva de Danshi Koukousei, Hajimete no, marcada pelo lançamento do seu after disc! Para quem não sabe, essa série tem a proposta de acompanharmos a primeira vez de três casais colegiais. Se fosse só isso, talvez não seria tão atraente, mas o diferencial mesmo é que não há cortes, fade-outs ou BGMs na hora H - agora ficou bom, né? ;)

"After Disc" vem fechar com chave de ouro, apresentando três situações novas para os casais da temporada, nos mostrando como ficaram depois de sua primeira vez juntos. Como o primeiro casal desta leva foi apresentado no Destaque do BLCD Checklist de maio, peço licença para pular e contar um pouquinho sobre os outros dois casais, beleza?

Kyoudai dakara, nani mo nai ("E daí que somos irmãos?")


Harui (CV: Masuda Toshiki) e Keito (CV: Shirai Yuusuke) são irmãos muito apegados um ao outro, mas eles não são ligados pelo sangue, já que foram unidos pelo novo casamento entre seus pais, há dez anos.

Harui é um cara boa pinta e playboy de primeira, já tendo saído com várias garotas da escola. Ele costuma sorrir fácil, mas trata-se de um recurso para esconder seus sentimentos, mesmo perante seu querido irmão mais novo, Keito. Este já é mais reservado, mas criou um grande apreço pela nova família, principalmente pelo irmão mais velho, a partir da experiência vivida com o divórcio de seus pais.

Um dia, Keito flagra Harui na companhia de uma garota atrás do ginásio da escola. Na verdade, essa não é bem uma novidade na vida dos dois, mas a conversa com Keito faz Harui não conseguir mais se conter e acaba assumindo o risco de talvez destruir sua relação com o irmão...

ATENÇÃO | DISCLAIMER (R-18)

Contém cenas e sons explícitos! | It contains explicit scenes and sounds!
Veja em local reservado e com fones de ouvido | Watch it alone with earphones 😌


Amayakashite yo, sensei ("Me mime, professor")


Membro do grêmio estudantil, Ayahito (CV: Yashiro Taku) é um aluno exemplar de postura gentil, porém a coisa muda de figura quando se trata de Ota-sensei (CV: Shingaki Tarusuke), por quem é estranhamente fascinado. Por sua vez, o professor de artes parece não dar a mínima para o rapaz em particular; emanando uma aura sensual quase o tempo todo, Ota-sensei parece se contentar com qualquer parceiro, contanto que este possa satisfazer seu apetite sexual e suas inclinações por sadismo e masoquismo.

Às vésperas do festival cultural, Ayahito procura Ota-sensei na sala de artes para que assine alguns documentos para o grêmio estudantil. Mas ir à escola num domingo apenas por isso? Era apenas um pretexto para encontrar o professor sozinho em sua sala. Bom, que melhor programação o professor Ota poderia arranjar naquela tarde, senão aceitar o convite indiscreto de seu aluno exemplar?

ATENÇÃO | DISCLAIMER (R-18)

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Veja em local reservado e com fones de ouvido | Watch it alone with earphones 😌


Referências


Seme | Shido Masafumi (CV: Furukawa Makoto)
Saitama (One Punch Man), Kindaichi Yutarou (Haikyuu!), Suwa Hiroto (Orange);
Uke | Sugimoto Aru (CV: Murase Ayumu)
Hinata Shouyou (Haikyuu!!), Allen Walker (D. Gray-Man Hallow), Sasaki Ikuyoshi (Super Lovers)

Seme | Saotome Keito (CV: Shirai Yuusuke)
Naruko Io (Binan Koukou Chikyuu Bouei-bu Love!), Percival (Divine Gate);
Uke | Saotome Harui (CV: Masuda Toshiki)
Ryuu Zaou (Binan Koukou Chikyuu Bouei-bu Love!), Hazama Masayoshi (Samurai Flamenco).

Seme | Rokko Ayahito (CV: Yashiro Taku)
Hayato (Shounen Maid), Utsumi Toyohi (Kono danshi, mahou ga oshigoto desu);

Uke | Ota Jin (CV: Shingaki Tarusuke)
Kite Eishiro (Prince of Tennis), Heshikiri Hasebe (Touken Ranbu: Hanamaru).

Confira também



1.12.16

BLCD Checklist: Dezembro, 2016

Caramba! 😱 Me atrasei toda, mas os Favoritos de outubro chegaram!

Outubro foi meio corridinho com os estudos e não está sendo muito diferente com novembro, mas vamos seguindo em frente, né? Mantendo a saúde, podemos superar tudo! Fight pra mim, fight pra tu, fight pra tua vaca! *Mushu feelings* 👊


1. Potion Explosion


Lembra que, nos Favoritos de Setembro, comentei sobre a amiga que me apresentou o Monopoly em cartas? Então, ela me convidou para ir à casa dela e conhecer mais de jogos diferentões de cartas e tabuleiros! 💙 Fui pesquisar e parece que eles podem ser chamados de designer games ou "jogos modernos", mas não sei se eu posso me referir a eles assim mesmo... :/

Potion Explosion foi o que jogamos primeiro e eu gostei bastante! Baseado nas aulas de poções de Harry Potter, o objetivo é conseguir o maior número de pontos, preenchendo cartelas de fórmulas mágicas com as bolinhas que saem aleatoriamente de uma urna; uma vez completas, as cartelas têm atributos que podem te ajudar nessa tarefa. Eu não sei se isso tem muito a ver, mas a estética do jogo também me chamou a atenção, com elementos detalhados e coloridos que nos deixam entusiasmados para jogar mais.


Ah, mas brincamos com outros jogos também! 😊

Eu sei que todo jogo exige um pouco de raciocínio e estratégia, mas The Builders, outro título que prestigiamos, foi bem difícil para mim. É um jogo em que se tem de realizar construções típicas dos primeiros povos da Humanidade, mas, para tanto, é necessário gerir o uso de mão de obra, ferramentas e dinheiro. Algo como aqueles joguinhos de app para construir zoológico ou impérios, sabe? Acho que é bom levar a sério os sinais de que não dou para a coisa de ser gestora, hehe...

Para arrematar a noite, jogamos Timeline, um jogo de cartas em que os participantes formam uma linha do tempo, tentando adivinhar quando aconteceu o tal fato histórico em sua carta; os jogadores vão saindo do jogo conforme suas mãos de cartas acabam. Parece tranquilinho, mas foi bem intenso e louco na hora, hehe! Melhor para quem resgatou as aulas de História e os programas aleatórios da History Channel da memória, né? :)

2. "Are You Happy?", de Arashi


E eu que achava que levaria mais uns cinco anos para voltar a gostar assim de um álbum, hein? Não deu nem um mês depois de "Fântome" da Hikki, me apaixonei por quase todas as faixas de "Are You Happy?", do Arashi!

Na verdade, essa foi uma paixão construída aos poucos, desde o conceito do álbum - o que é felicidade para o Arashi de hoje, ou seja, tem dedinhos dos membros em tudo que é canto desse CD -, passando pela arte descontraída das capas até o momento em que pudemos ouvir todas as faixas, quando se consagrou de vez!

Infelizmente, por razões de direitos autorais super restritos da agência do Arashi, fica difícil dispor das músicas, quiçá de vídeos do grupo com normalidade. Por isso, se quiser assistir ao videoclipe de Don't You Get It ("carro-chefe" do álbum), copia e cola esta senha aqui, ó: JECH4T4 (falei mesmo ué, huahuahua)


E vamos à difícil tarefa de eleger a música favorita! Hmmm... Eu não sei se é mesmo, mas a que tenho escutado mais é o solo do Sho-chan, "Sunshine". Lembro de ter falado isso no Twitter, mas a introdução sempre me faz imaginar a cena de uma menina correndo para chegar à escola com uma torrada na boca, típico clichezão de anime, sabe? Hehe!

Ah, mas a música em si mesmo tem uma mensagem bem bacana, dizendo que todos temos momentos tristes, mas também todos nós somos capazes de superar e começar bem um novo dia. Um verso que tenho lembrado bastante, até por ter me ajudado nuns momentos meio borocoxôs, é: Good day, it's up to you, konna fuu ni aruiteku (algo como Depende de você fazer [deste] um bom dia; vou continuar caminhando [pensando] assim).

3. Colar longo com pingente


Acho que meu estilo é bem simples, não saindo muito do uniforme blusa e calça jeans, e é por essa razão que eu tento colocar os diferenciais nos detalhes: um motivo bonitinho na blusa, uma dobra na barra da calça para mostrar a meia colorida, um sapato bacana para virar a estrela de um look monocromático ou umas bijuterias diferentonas mesmo.

Não sei se estou falando besteiras, mas tenho a impressão de que colares longos são mágicos, porque viram um ponto de foco para o fim do seu colo e desviam a atenção do seu quadril ou (a falta) do seu busto. Quanto mais o pingente for diferente, mais sucesso se tem nessa estratégia!

E não precisa ser algo mega pesado; esse colar está aí para mostrar que os leves e minimalistas também têm vez. Bati os olhos nessa fofura nas Lojas Renner e tem sido meu companheiro fiel nas minhas raras saidinhas por aí... 💙

4. Akagami no Shirayuki-hime


Nossa, fazia tempo que não me deparava com um anime shoujo gostosinho de acompanhar - estou falando de Akagami no Shirayuki-hime, que pode ser traduzido como A Branca de Neve dos cabelos vermelhos. Só que de Branca de Neve esta nossa protagonista só tem o nome: Shirayuki é uma jovem e gentil plebeia que ama botânica e farmácia, mas ocorreu de ter nascido com uma coloração única de cabelo que eventualmente a coloca em apuros.

Fugindo de uma dessas enrascadas pela floresta, ela encontra Zen, Kiki e Mitsuhide, três amigos cavaleiros que a tratam com desconfiança a princípio, mas logo reconhecem a coragem e boas intenções da garota. Depois de ajudarem-na a se livrar do príncipe que a perseguia, Zen revela a Shirayuki que é o segundo príncipe do maior reino da região, sendo que Kiki e Mitsuhide são seus guardas pessoais. Formando novos amigos, Shirayuki topa o convite para começar uma nova vida em Wisteria e ir atrás de seus sonhos para se tornar uma farmacêutica a serviço da realeza.


O que me faz gostar muito desse anime é que Shirayuki não faz o tipo mocinha bobinha e incapaz de agir sem um rapaz ao seu lado; embora não saiba lutar, esta garota é inteligente e corajosa. As pessoas que lhe são queridas vêm sempre em primeiro lugar e Shirayuki se coloca em perigo para ajudá-las, sem hesitar.

Zen também não é aquele cara clichezento que trata mal quem ama e acha que a parceira é incapaz de se cuidar; ele tem o desejo de proteger Shirayuki, tanto quanto respeita e admira a amada pelas suas virtudes. No desenrolar da história, ela sempre acaba lhe provando que pode trilhar seu próprio caminho, sendo ele mais que bem vindo para caminhar ao seu lado.

O anime tem duas temporadas, totalizando 24 episódios, mais um OVA - e eu devorei isso tudo num tapa, de tão gostosinha que essa história é. 💙 As músicas são muito lindas, assim como a arte e a animação. Recomendo demais para torcermos todos juntos por esse casalzinho fofo!

28.11.16

Favoritos do Mês: Outubro, 2016

Quando se fala em museu de Curitiba, o que vem à cabeça? Provavelmente, o Museu Oscar Niemeyer, né? Pois é, não há dúvidas de que essa seja a maior referência de museu na cidade, considerando seu espaço, seu desenho arquitetônico, quem criou o projeto e tudo mais...

E foi por todo esse destaque que particularmente acabei esquecendo que havia outros museus para conhecer na cidade e nunca tinha me passado pela cabeça visitá-los em anos. Mas eis que um passeio em família se tornou a oportunidade perfeita para conhecer um desses museus tão bacanas quanto o Museu do Olho: o Museu Paranaense!



Olhando de fora, eu entendo: é difícil imaginar que passear por um prédio grande e antigo possa ser tão interessante assim, a ponto de dedicar horas preciosas do seu passeio por Curitiba. Mas dar uma chance assim, "no duro", pode te conduzir a uma agradável surpresa.

Para ver só, meu pai não é lá muito chegado em ver coisas antigas (exceto carros) - quando não lhe interessa, ele não tem pudores em passar o trajeto inteiro bocejando. Porém, não só não flagramos bocejo algum, como também ele saiu do museu bem admirado e exclamando, sem ninguém perguntar, que foi muito bom. Então, vai com fé, colega!

A louca dos lustres voltou! Mas essa estrutura do teto também é muito bacana!

O Museu Paranaense está no Centro Histórico e, antes de ter essa função, já foi uma casa, a sede do Governo Estadual, a sede do Tribunal Regional Eleitoral e abrigo para o acervo do Museu de Arte do Paraná. O prédio de 1929 foi tombado em 1987, passou por reformas, e se tornou o museu de hoje somente em 2003.

Cercado por instalações e móveis de madeira maciça, papeis de parede com padrões nobres, lustres robustos, um ambiente à meia-luz e uma calmaria que consegue ignorar a muvuca de fora, acho que não exagero quando digo que, ao entrar lá, somos transportados para uma realidade paralela.


O Museu mantém várias exposições ao mesmo tempo; na nossa entrada, fomos recepcionados com uma mostra de brinquedos antigos, datados bem antes de um Atari da vida: louças de porcelana para um chá, trenzinhos de ferro, bolas rústicas de couro, bonecos com roupinhas detalhadas, jogos de tabuleiro, máquinas de costura de ferro etc.

Matte Leão


Subindo as escadas, chegamos a um escritório espaçoso cercado por cristaleiras iluminadas. Elas  guardam o acervo do antigo Museu do Mate, mantido pela tradicional família Leão Junior, que foi protagonista do Ciclo da Erva-Mate no Paraná.


Acho que o que mais me encantou foram as cuias e bombas de prata - vrrrá, Karupin entende só um pouquinho de chimarrão - expostas nas cristaleiras, algumas cheias de detalhes lindos cravados!

Nesse mesmo andar também havia ambientes que simulavam os cômodos da casa de uma família bem abastada no início do Século XIX, com direito inclusive à reprodução do (enorme) banheiro, mas... Sei lá, não tirei muitas fotos porque não me interessou tanto assim... #sinceridade

Moedas e Medalhas



Voltamos ao primeiro andar e descemos mais um lance de escadas para encontrar o acervo de moedas e medalhas antigas do Museu!

Houve uma vez na escola em que fiz um stand sobre numismática com colegas para uma feira de ciências e, desde então, acabei criando um pouco de interesse pela área. Mas, mesmo sem essa experiência, acho que dá para aproveitar bastante! Dou umas brisadas, mas os desenhos e a arte cheia de simbologia que colocam tanto no dinheiro, quanto nas medalhas sempre me deixam admirada...


Para tudo, porque preciso fazer meu momento eu tenho uma coisa por lustres por motivos nobres: gente, o que é esse lustre que tem na seção das moedas? É de porcelana, é cheio de flores, é pastel, é maravilhoso! Só de ver algo tão lindo, o passeio já valeu toda a pena (e ele ainda não acabou!).


Pena que a luz da sala não era um aliado dos celulares, tive de forçar a edição... :(

História do Paraná


Depois das moedas e medalhas, um corredor nos direciona a uma verdadeira viagem pela História do Paraná, mostrando os primórdios do território que se tornaria o atual estado até a instalação da indústria no Século XX.


É difícil falar sobre os itens que constituem essa mostra, pois todo o acervo ocupa um anexo inteiro do prédio. Além disso, a experiência só tem graça se der para andar, ler as explicações e contemplar tudo isso ao vivo mesmo.



Mas vamos à colher de chá com os meus highlights do que tem na mostra: fósseis e restos mortais dos primeiros povos indígenas; instrumentos ligados ao trabalho escravo; canhões, metralhadoras antigas e armas usadas em guerras importantes do Paraná, como a do Contestado e a do Paraguai; e maquinários antigos de importantes empresas do estado, como a fábrica da Todeschini, o banco Banestado e o próprio Matte Leão.

Esta é Curitiba à época em que o Museu foi criado, em 1876, quando ele ficava na atual Praça Zacarias!

Depois dessa overdose de fotos, eu só posso concluir dizendo o seguinte: se estiver nos seus planos visitar o Centro Histórico de Curitiba, eu recomendo demais incluir no programa uma visita ao Museu Paranaense. Nada melhor que conhecer muito mais sobre onde vivemos (ou onde se está visitando) a partir de uma experiência interessante e surpreendente!

Nos fundos, há uma réplica da escultura "Arma em Nó", um dos maiores símbolos de ação contra a violência

Museu Paranaense
Rua Kellers, nº 289 - São Francisco
Telefone: (41) 3304-3300
» Entrada gratuita; visitas guiadas devem ser agendadas
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20.11.16

Museu Paranaense

Habemus BLCD Checklist de novembro pontualmente, amores! Yey! 💪

O Checklist deste mês foi um pouquinho mais sofrido de fazer porque o pacote de lançamentos estava carregadinho. Até já aproveitei para dar uma espiada em dezembro e... É, meu trabalhinho será maior e os fãs vão falir. Me pergunto se os japoneses recebem algo parecido com um décimo-terceiro para lidar com tanto lançamento num mês só, OMG...

Mas uma coisa de cada vez: primeiro, vamos falir a cota de novembro para depois falir de vez em dezembro! Ah, não era isso? Oops 😜 Ok, sem mais delongas, vamos ao Checklist!


Destaque do Mês


A coroa deste mês vai para uma série original, "Immoral Triangle Case 01 - Gokatei Triangle"!

Shinozaki Akichika (CV: Hatano Wataru) é um jovem promotor de vendas que há pouco tempo recebeu seus queridos irmãos mais novos para morarem junto com ele, Masshiro (CV: Kobayashi Yuusuke) e Kuroto (CV: Nishiyama Koutaro). Os dois são gêmeos idênticos, estão cursando a faculdade e têm personalidades bem diferentes entre si: Masshiro é o mais extrovertido, sendo tão fofo que por vezes é confundido com uma menina; Kuroto pode ter um rosto parecido, mas é mais reservado, colocando toda a sua paixão na cozinha.

Apesar das diferenças, os gêmeos têm um desejo em comum: conquistar o coração do seu irmão mais velho, com o qual não têm relações de sangue. O dia a dia tem sido divertido, mas esse convite para morarem juntos se revela como uma grande oportunidade para os irmãos mais novos se aproximarem mais de seu amado, que, por sua vez, não faz ideia desses sentimentos. Eis que, numa certa noite, os flertes passam o sinal e Masshiro e Kuroto estão decididos a fazer Aki-nii perceber seu amor...


Por se tratar de uma série original - isto é, sem base numa obra predecessora, como uma novela, um mangá ou mesmo um game -, não tive condições de saber muito além do que a produção liberava. Mas por isso mesmo acabamos prestando mais atenção nos detalhes, não é mesmo? A princípio, nós teremos mais dois volumes envolvendo triângulos amorosos (não me parece que haverá 3P/threesome) e as escorregadas em alguns tabus.

Eu digo "escorregadas" porque não julgo que sejam quebras de mega tabus, nem que se envolva elementos mais obscuros, como perversões, abusos, violência e tal - isto é, pelo visto, a intenção não é causar um choque ou uma repulsa, por maior que seja o peso do termo "immoral". Talvez o caso "mais grave" seja este do primeiro volume mesmo, porque, havendo relação de sangue ou não, o que se faz com o afeto fraterno e familiar por alguém, né?

Embora esteja apontando isso, esse não se trata de um fato reprovável para mim. Quero dizer, quem for atrás desta série por achar que vai encontrar alguma treta destruidora de lares tradicionais, talvez se decepcione mesmo (eu tive mais choque com "Not Equal", por exemplo #fikdik), mas eu tenho uma sede insaciável por histórias fofíneas e parece ser o que esse primeiro volume vai oferecer... 💙

Referências


Seme | Shinozaki Akichika (CV: Hatano Wataru)
Fujiwara Shiro (Sex Pistols), Fuzuki Kai (Tsukiuta), Tachibana Lindo (Dance with Devils);

Uke | Shinozaki Masshiro (CV: Kobayashi Yuusuke)
Su-won (Akatsuki no Yona), Marui Zenji (Shokugeki no Soma), Arslan (Arslan Senki);

Uke | Shinozaki Kuroto (CV: Nishiyama Koutaro)
Kinugawa Atsushi (Binan Koukou Chikyuu Bouei-bu Love!), Daigo (Fudanshi Koukou Seikatsu).

Confira também


1.11.16

BLCD Checklist: Novembro, 2016

E os favoritos do mês de setembro chegaram antes de acabar outubro, benza deos! 🙌

Não houve tantas coisas divertidas no mês passado, mas o saldo ficou bom por ter tido a companhia de pessoas que eu gosto muito! Estou meio estressada com meus estudos, então não é de se surpreender o fato de ter me enrolado por dias com a redação por aqui... Ah, mas são águas passadas, porque alguma coisa saiu, né? Vamo que vamo, que o post não pode demorar mais!


1. Bienal de Quadrinhos de Curitiba, 2016


Nos dias 8 a 11 de setembro, nós tivemos a Bienal de Quadrinhos, que conhecíamos antes por aqui como Gibicon, no Museu Municipal de Arte (MuMA). A princípio, o evento era só um pretexto para me encontrar com minhas amigas, mas, ao ver as exposições e até alguns dos trabalhos dos expositores, me surpreendi com a força que os quadrinhos podem ter como ferramenta de crítica e política, assim como com os vários talentos brasileiros que estavam reunidos num só lugar.

Tinha gente bem conhecida por essas internetes, como os autores do Armandinho, Will Tirando (mas meu negócio é com a Anésia, hehe), Quadrinhos Ácidos e Como Eu Realmente! Foi uma pena eu não ter levado mais dinheiro, pois encontrei a moça que fez Navio Dragão, com a Lif, uma viking rabugentinha que eu adoro... 😭

Ah, mas também tive glórias nesse dia: consegui finalmente o meu "Tirinhas do Zodíaco" autografado - tadinho do moço, estava todo atrapalhado com os brindes na mochila - e o maravilhoso "Outras Meninas", da Manu Cunhas - adorei conhecê-la, super simpática e linda! Espero poder falar sobre esse livro empoderador para vocês em breve 💙


Eu até tentei tirar umas fotos na oportunidade, mas nenhuma conseguiu mostrar o potencial mesmo do evento, então resolvi ilustrar o item com um vídeo do canal Pausa Para um Café, que fez muito mais jus ao conjunto da obra, beleza? 😘 Ah, e desculpem o excesso de links, são muitas ~reverenzas~, hehe!

2. Fantôme, de Utada Hikaru


A Internet veio a baixo quando anunciaram um novo álbum da Hikki, depois de tanto tempo fora de cena! Pelo que entendi, ela precisava de certo espaço para ser ela mesma e interagir como uma pessoa comum faria, o que só conseguiria num relativo anonimato - assim, ela saiu do Japão e foi morar na Inglaterra.

Acho que Fantôme é o resultado fascinante das experiências pelas quais a Hikki passou nesse meio tempo, sejam elas alegres - como a troca de ares, o segundo casamento e o nascimento do seu filho - ou tristes - como o suicídio de sua mãe.

Eu também acredito que este álbum é um sopro de frescor no cenário J-Pop. Esses dias mesmo estava conversando com uma amiga sobre como esse gênero, pelo menos no mainstream, parece estagnado em si; Fantôme veio para dizer que "dá para ser mais", sem perder a autenticidade das músicas pop japonesas.


Eu fiquei besta quando percebi que gosto de quase todas as faixas deste álbum, coisa rara nos últimos tempos! Tem Manatsu no Tooriame, Sakura Nagashi (suspeita, por ser tema de Evangelion), Nijikan dake no vacance, Ore no Kanojo...!

Ok, se temos de terminar essa árdua tarefa de escolher uma favorita, vou escolher Tomodachi (amigo) por motivos de: Hikki diva falando na lata sobre amor por alguém do mesmo sexo. Segura essa marimba japonesa, mon amour! 👊

3. D. Gray-Man



Há alguns anos, lançaram um anime de D. Gray-Man e acompanhei tudo bonitinho, até terminarem a série animada sem um final definitivo e eu me sentir um cachorro que caiu do caminhão de mudança. Tá, ok, o mangá não acabou, mas vamos ser francos: já tem um catatau de animes por aí que passaram pela mesma coisa e fecharam o arco certinho, então por favor...

Oito anos depois desse "fim", do nada, me aparecem com Hallow, a sequência direta do anime! Depois de muito me enrolar, fiz uma maratona relâmpago da série antiga e fui assistir a tal novidade. Mas só 12 episódios? E o mangá também não avançou muito? Aff 🙄

Comecei falando tão mal que deve estar difícil de entender por que eu coloquei esse anime nos Favoritos afinal, né? Mas é que, apesar de tudo (ou por conta disso tudo), eu acabei redescobrindo o quão bom D. Gray-Man é, com um protagonista que, por princípios, acaba se tornando antagonista, personagens carismáticos e uma história que parece descascar a dicotomia "bem e mal". Agora, estou acompanhando o mangá e sinto que mais plot twists estão por vir!

4. Monopoly Deal


Não sei se devo isso ao fato de ter tido poucos amigos, mas eu não conheço muitos jogos, mesmo aqueles basicões que imagino fazer parte do repertório de toda criança dos anos 1990, como War ou Imagem e Ação. Sendo esse o caso, nas oportunidades em que posso jogar alguma coisa assim, consigo até sentir meus olhos brilharem!

Uma dessas raras vezes foi justamente depois da Bienal de Quadrinhos, quando minha amiga e seu namorado me apresentaram a dois jogos de cartas: Love Letter e Monopoly Deal. O primeiro é um jogo de dedução em que se tenta adivinhar que carta das mãos dos jogadores está levando a mensagem de amor para a princesa. Achei bem bacana, mas eu fiquei impressionada mesmo com o último.

Quero dizer, a sobrancelha ergueu quando vi um banco imobiliário de cartas, mas só jogando para perceber que é realmente muito divertido - e mais, esse formato torna a brincadeira bem mais dinâmica! Aqui fica difícil tentar explicar como funciona, mas se você também não conhecia, recomendo muito ir atrás! 😊

21.10.16

Favoritos do Mês: Setembro, 2016

Ensaiei começar o post com um "não tinha nada para fazer, por isso resolvi responder uma tag", mas... É mentira. Vamos ser francos, pelo menos neste bloguito: estava de saco cheio dos estudos, por isso resolvi responder uma tag. Guilty total, me julguem! Hehe :P

Essa tag eu encontrei num site chamado The Blog Tag e o conteúdo é bem interessante! Eles propõem um tema diferente a cada mês e os blogueiros podem fazer posts a respeito, responder tags relacionadas criados por eles e, assim, incentivam a blogagem coletiva. Super recomendado para aqueles nossos (muitos) momentos de bloqueio criativo, hein? ;)

Imagem: Lia Leslie, Pexels


#1 Como você interpreta o mundo a sua volta?

(é do tipo copo-meio-cheio ou meio-vazio?)

Em geral, eu tento interpretar as coisas de uma forma positiva, mas não me considero ingênua, porque também já penso nas possíveis formas negativas. Apenas não as coloco em primeiro plano porque elas têm o incrível poder de nos paralisar diante dos problemas, quando o mundo precisa que pensemos em soluções e eu preciso acreditar que há ainda esperança para continuar a ir em frente.

#2 Você já interpretou errado uma situação e isso te colocou num problemão? Conte sobre isso!


Não me deu rolo, mas podia ter dado se tivesse lidado com uma pessoa desequilibrada. Foi quando houve uma batida no carro e eu estava no banco do passageiro. Minha mãe saiu do carro para conversar com o outro motorista e eu permaneci lá dentro, porque fiquei meio tensa com a situação. Contudo, quando vi que o cara começou a discutir com a minha mãe, me baixou um troço como nunca senti antes...

Saí do carro e peitei o cidadão, sem saber nome, sem saber posto, sem saber o que foi discutido: "Para de gritar com a minha mãe". Foi só isso, com olhos cravados, voz postada e meus amedrontadores 159 centímetros de altura. Depois, quando fomos a uma reunião do escritório de advocacia para um acordo, o advogado foi bem claro: "ele não queria se encontrar com a parte". Não sei se eu fui a culpada disso, mas, de qualquer modo, ficam registradas as desculpas pela ignorância e imaturidade para com o moço. 😞

#3 Você acha que interpretação é algo que você constrói através do aprendizado ou já é um instinto natural nosso?


Essa pergunta faz pensar um pouco, né? Eu acho que interpretar faz parte do nosso instinto e dos mais primitivos. Certa vez, eu vi um documentário sobre bebês e afirmava-se que o cérebro dos pimpolhos é bem mais sensível às coisas que acontecem em volta, abertos e ávidos a conhecer mais e mais sobre o mundo, mesmo ainda dentro da barriga da mãe. Acredito, então, que esses estímulos passam por uma "peneira" no cérebro para saber se gosta ou não gosta de uma música, de um rosto, de uma comida; se tal coisa dá medo; se algo no seu corpo está errado - e começa a chorar.

Por sua vez, o aprendizado é o que vai lapidar essa interpretação que nos é inerente, mas ele vai muito além da escola: é a educação dada pelos nossos pais, os discursos da TV, as letras de música, os fragmentos de conversa que ouvimos no dia a dia, a cultura em que estamos inseridos, a turma de amigos com que andamos e, por fim, a nossa capacidade de filtrar tudo isso para ter uma linha de raciocínio lógica. ... Ok, agora pode descer do lustre, Karupin! 😂

#4 Qual é a pior lembrança que você tem de alguém entendendo errado suas palavras/atitudes?


Acho que foi na adolescência, num pequenino evento que amigos meus organizaram. Não tinha muita coisa para ver e, depois de um rolê sozinha de dez minutos, eu subi para cumprimentar esses amigos e ficar por perto se eles precisassem de alguma coisa. Foi quando um desses amigos me pediu para sentar com ele no outro lado da sala em que a turma estava; eu fui, achando que ele queria conversar ou me dar um toque, sei lá.

Sentamos nas cadeiras encostadas na parede, um de lado para o outro, e fiquei esperando o que ele tinha para falar. A pausa foi grande, achei que era sério. De repente, esse cara, que eu considerava quase como um irmão mais velho, começou a roçar o rosto no meu e beijar esse lado que estava virado para ele. Fiquei em choque: gelei, paralisei, não reagi. Quantos minutos devem ter passado? Ele continuava a flertar com meu rosto enquanto eu pensava em mil jeitos de sair dali. Nisso, deve ter pensado que estava tudo tranquilo e favorável - até segurou e acariciou a minha mão, que suava frio.

Foi quando ele começou a querer chegar perto dos lábios que levantei de sopetão: "vou ao banheiro!" Pedi desculpas com um sorriso amarelo, peguei minha bolsa, me esgueirei para sair do prédio sem ninguém perceber e fiz meu caminho a passos largos para o ponto de ônibus. Nunca mais apareci em qualquer reunião daquele grupo e deixei tudo mal resolvido até hoje - nada do que se orgulhar, mas realmente não entendia nada de flerte ou xaveco, quanto mais avanços sem sinais prévios...

#5 Você acha que interpretar é importante no dia a dia das pessoas?


Não só acho importante, como essencial! Lá em cima eu já mencionei como acredito que este é um instinto, mas saber usá-lo é uma luta diária. Acredito que somos um projeto sempre aberto a melhorias e aperfeiçoar nossa interpretação faz parte do processo em prol de uma melhor convivência com a família, os amigos, os colegas, a comunidade e com nós mesmos - por que não, afinal temos também nossos confrontos internos e o grande desafio de saber o que realmente pensamos e sentimos.

#6 Sendo um blogueiro, há vezes que você acha difícil fazer seus leitores entenderem sua interpretação de algo através dos seus textos?


Eu entendo que tenho uma facilidade muito maior em escrever do que falar, mas procuro ser diligente para "evitar a fadiga" (Jaiminho feelings) de ficar explicando o que eu quis dizer ou entrar em quedas de braço nos comentários sem razão de ser. Para isso, os posts ficam fermentando por um bom tempo aqui na fábrica de ideias, sempre passando por vistorias e revisões em dias inspirados até sua derradeira publicação.

#7 Você se preocupa com a forma que as pessoas podem interpretar suas palavras e atitudes?


Sempre! Tanto o é que chego a dedicar, se tiver esse prazo todo, dias inteiros pensando em várias alternativas para falar algo. Não bastasse isso, ainda há dias em que fico ruminando qual teria sido a melhor forma de ter falado algo numa situação que aconteceu há semanas, meses, até anos atrás! 😱

Jogo Rápido


#8 Ao falar, você faz rodeios ou diz direto?
Faço rodeios. Peco pelo excesso. Falo de algo maior para chegar ao ponto menor.

#9 Ao falar, você costuma usar gestos com as mãos ou não?
Sim. Acho que, mesmo de mãos atadas, lá estariam os dedinhos cantarolando junto com a boca.

#10 Ao se concentrar, você prefere barulho (falas, música) em volta ou silêncio absoluto?
Música ambiente. No final, silêncio me deixa um pouco desconfortável.

#11 Numa discussão, você é mais: passivo-agressivo ou direto mesmo?
Passivo-agressivo. Mas, de boa: o melhor é não mexer com quem tá quieto... 😝

14.10.16

TAG | Interpretação

Estou toda atrasada, mas finalmente trago aqui a Checklist de outubro!

A quantidade de lançamentos está até razoável, mas acho que não exagero quando digo que outubro era um mês muito aguardado por guardar títulos como "Caste Heaven" e "Escape Journey". Eu sei da popularidade de "Caste Heaven", mas é difícil para mim digerir essa história (sistema doente, assédio, abuso físico e verbal, bullying, estupro...). Aliás, muito do que vem da Ogawa Chise é complicado nessa vida...

Em compensação, "Escape Journey" é um amorzinho tão grande que tascou o posto de Destaque do Mês na hora - e é sobre ele que vamos falar a seguir. Sigam-me os bons! 👇



Destaque do Mês


Bom, como falei lá em cima, meu troféu Destaque do Mês foi para "Escape Journey", mais um trabalho lindo assinado pela talentosa Ogeretsu Tanaka-sensei - e eu não sou nem um pouco bias dela, como dá para perceber, tee-hee!

Hisami Naoto (CV: Nakazawa Masatomo) é um rapaz super comunicativo e extrovertido que está em seu primeiro dia na faculdade. Com os contatos de várias garotas e já fazendo amigos, parecia que tudo conspirava para que essa fosse uma estreia perfeita, se não fosse pelo encontro com uma sombra do passado: um jovem bonito, mas fechado e mordido de ciúme chamado Hase Taichi (CV: Maeno Tomoaki).

O que ocorre é que Naoto e Taichi eram amigos no ensino médio e, nesse meio tempo, começaram a namorar. Contudo, se a amizade entre os dois era cheia de risadas e diversão, o namoro era preenchido por discussões sobre coisas bobas e até trocas de socos. "O amigo Taichi é divertido, mas o namorado Taichi não". Não demorou muito para as brigas ficarem insuportáveis e Naoto resolveu terminar tudo, rompendo contato com Taichi de vez até se graduarem.

Apesar do climão do reencontro, os dois acabaram entrando no mesmo círculo de amizades na faculdade, o que os forçou a conviverem novamente e redescobrirem o quanto era divertida a companhia um do outro. Só que essa não foi a única coisa boa que eles relembraram sobre estarem juntos e, achando que Taichi podia ter mudado, Naoto resolve se dar mais uma chance no amor. Todavia, será que isso bastaria para não trilharem aquele mesmo trágico caminho das pedras?  

Quando anunciaram esse drama CD, eu fiquei muito feliz pelo fato das obras da Ogeretsu Tanaka terem começado a receber a devida atenção, porque é um sucesso garantido após o outro! O traço evidentemente é muito bonito e sensual, flertando levemente com o gênero bara pelo conteúdo explícito das cenas mais eróticas. Contudo, acho que o seu trunfo é a fluidez natural da narrativa, sem usar firulas como emoções ou gestos exagerados, por mais que opte por cenários triviais e personagens que poderiam muito bem ser seu parente, seu amigo ou seu conhecido.

Agora, o que me pegou de surpresa mesmo foi a escolha do elenco, pois nunca imaginaria esses dois aí de baixo atuando como um casal! Nakazawa-san sempre ficava com uns drama CDs meio underground e não me recordo dele ter feito um personagem todo serelepe feito o Naoto, então será algo interessante de se conferir. Já tipos como o Taichi não são novidade para o Maeno-san, mas acho que não cogitei a possibilidade do personagem ter uma voz grossa assim... Enfim, estou ansiosa! 💙

Referências


Seme | Hase Taichi (CV: Maeno Tomoaki)
Natsume (Brothers Conflict), Camus (Uta no Prince-sama), Yukina Kou (Sekai-ichi Hatsukoi);

Uke | Hisami Naoto (CV: Nakazawa Masatomo)
Clear (DRAMAtical Murder), Futakuchi Kenji (Haikyuu!!).

Confira também


6.10.16

BLCD Checklist: Outubro, 2016

O impossibru aconteceu: a seção de Favoritos está oficialmente em dia! *clap clap*

Na verdade, agosto foi recheado de coisas boas, então listar tudo se tornou uma tarefa muito mais fácil do que foi em julho. Além disso, estava bem ansiosa para falar sobre esses itens aqui no blog, então os dedinhos flutuaram pelo teclado que é uma beleza, hehe! Bem, mas chega de blá blá blá e vamos logo aos Favoritos de Agosto:


1. Eddie The Eagle OST


"Eddie The Eagle" foi um filme que me chamou a atenção no ano passado ao ver um trailer aleatoriamente, mas só assisti mesmo em agosto. Engraçado que ele veio para cá com o título "Voando Alto" - não faz jus ao filme, mas soa bem na chamada da Sessão da Tarde.

Baseado em fatos reais, acompanhamos a história do atleta britânico de salto de esqui Michael Edwards, que ficou conhecido pelo apelido Eddie The Eagle ao competir nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1988. Ele era uma verdadeira zebra na competição, mas acabou ganhando a atenção e o carinho do público, tanto pela sua controversa participação, quanto pelo seu carisma. Parafraseando o que já vi alguns críticos pontuarem, esse é o "Jamaica abaixo de zero" dos anos 2010.


Não sei se foi pelo fato de eu estar pintando as unhas enquanto assistia ao filme (quem nunca, gente?), mas a trilha sonora foi o ponto que mais me chamou a atenção, com uma pegada anos 1980 que eu adoro. Agora, realiza eu dançando sentada enquanto o esmalte secava, hehe!

De tão encantada, fui atrás do Soundtrack e descobri que houve de fato um bom investimento nessa parte, tanto é que chamaram grandes cantores da época, criaram músicas especialmente para o filme e lançaram juntos um CD chamado "Fly". Menção honrosa para "Thrill me", música cantada pelos protagonistas Taron Egerton e Hugh Jackman - hm, eu particularmente não ouvi o Hugh, mas diz a lenda que a voz dele está lá. Então tá, né? :P

2. Sailor Moon Miniature Tablet


Sailor Moon é uma paixão que eu nutro desde criança, graças à falecida TV Manchete. Quando eu tento puxar alguma coisa que aconteceu naquele tempo, as imagens ficam meio embaçadas na minha cabeça, mas se tem algo que eu me lembro bem são os comerciais dos brinquedos que passavam nos intervalos do anime. Poxa, que tentação eram aquelas bonequinhas das sailors, com palácio que abria e fechava, detalhes em dourado... Tudo era tão mágico, brilhante e rosa!

À época, meus pais não tinham condições de me dar esses brinquedos e eu fiquei chupando o dedo, por cinco, dez, quinze, vinte anos... É, acho que carreguei (e nutri) a frustração por bastante tempo. Bastou Sailor Moon completar vinte anos e lançar uma montanha de produtos para aquela Karupinzinha gritar alto lá do fundo da alma: chegou a hora de resolver esse karma (?) de uma vez por todas!


Em abril, me dei as figures pequeninas da Sailor Moon e das Outer Senshi de aniversário e os broches de transformação chegaram agora, em agosto. Essas são as versões que eu mais gosto da série original: o Crystal Star da fase Romance e o Cosmic Heart da fase Super. Acreditam que com todo esse garbor aí, eles nada mais são do que porta-pastilhas?! 😱 Depois dessas comprinhas, espero que minha criança anterior finalmente tenha sossegado o facho... Ou será que não?

3. Akatsuki no Yona - Zeno Arc


"Akatsuki no Yona" é uma obra que conquistou meu coração e, embora o anime já tenha acabado, continuo acompanhando o mangá. Ainda espero poder compartilhar esse amor pela obra aqui no blog num momento oportuno (aguardem)... 💙

Como eu disse, não tem mais episódios do anime, mas qual não foi a alegria dos fãs quando anunciaram os dois novos OVAs que viriam com os volumes 21 e 22 do mangá?! 😍 Estamos orando por uma nova temporada, então eu gosto de acreditar que a produção ainda tem a ideia em aberto e está avaliando se valeria a pena com o sucesso dessas provinhas. Tomara que as vendas sejam suficientes para bater o martelo!


Esses OVAs se focam na história do Zeno, o último dragão a se juntar ao grupo de Yona, mas que não tivemos tempo de conhecer melhor porque sua aparição se deu nos dois últimos episódios da série animada.

Zeno aparenta ser um rapazote simples, desligado e alegre, mas acho que não falo apenas por mim quando digo que fomos pegos de surpresa por uma história muito triste e mais, por uma forma tão dramática para se evocar os reais poderes do dragão Ouryuu, o escudo do Rei Hiryuu - tanto é que considero a passagem mais sangrenta e traumática de toda a obra até agora. Já estou ansiosa pelo segundo OVA para ver se vão maneirar ou não na dose do drama!

4. Headphones


O fato do meu último fone bater as botas neste mês foi a gota d'água para eu parar de enrolar e finalmente começar a providenciar um novo companheiro de aventuras. Trata-se já de um item de sobrevivência, porque realmente não me entendo por gente sem música.

Bem, já que era para comprar um novo, resolvi fazer uma bela pesquisa, considerando não apenas preço e praticidade, mas também uma boa estética - afinal, ninguém merece gastar com fone feio, pelamor. Eis que me deparo com uma baita oferta na Internet que até pensei que fosse pegadinha. Eu sei que "quando a esmola é demais, o santo desconfia", mas como era de uma loja famosa e havia feedbacks bons, resolvi tentar a sorte e, tcharam: está aqui comigo!

Já tem um tempo que estou usando e não me arrependi da minha escolha: é um fone leve, articulado, que se ajusta bem à minha (grande) cabeça e tem boa qualidade de som. Fora que a cor é linda, né? Estou ansiosa para tirar fotos temáticas com ele numa hora oportuna... 💙

EDIT: Opa! Vendo que o bonitinho azul aí conquistou corações, vou dar mais detalhes - esse fone é da marca CitySound, modelo FN008. Pelo que eu vi, além de azul, tem fones nas cores roxo, preto e vermelho; só que, nas lojas mesmo, eu só vi no azul e no roxo.
Parece que eu peguei o último daquela loja online, porque a oferta não existe mais. Mas dá para jogar essa marca e esse modelo no Google e encontrar pechinchas parecidas com a que encontrei facinho ;)

23.9.16

Favoritos do Mês: Agosto, 2016


Você pode não saber, mas chego para dizer que hoje é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Trombose, uma doença mega comum, mas que muita gente desconhece. Eu também não conhecia, mas sabe como é: quando as coisas acontecem conosco, damos um jeito de virar experts no assunto, né?

No caso, eu tive trombose no final do ano passado. Mais: de acordo com o médico, no estado em que fui procurá-lo, talvez eu não estivesse aqui hoje. Pode parecer exagero, mas trombose é uma das principais e mais comuns causas de morte, chegando a superar os números do câncer, da AIDS e dos acidentes de trânsito em algumas regiões do mundo.

É por ter tido essa experiência que achei importante fazer este alerta e tentar ajudar outros a evitarem de passar pelo que passei. Contudo, queria lembrar que não tenho mínimo conhecimento técnico em medicina; todo o material aqui foi redigido com base em algumas pesquisas, orientações oportunas do médico angiologista que me atendeu e experiências próprias, ok?

O que é trombose?


É um coágulo, uma obstrução que se forma em um ou mais vasos sanguíneos do corpo. Há vezes que isso ocorre em vasos pequenos, mal percebemos e o corpo acaba resolvendo naturalmente; o que preocupa mesmo é a trombose venosa profunda (TVP) - o coágulo obstrui veias profundas, aquelas que carregam o sangue venoso, rico em gás carbônico, aos pulmões para ser oxigenado.

Quais são os sintomas?


Na maioria das vezes, a trombose ocorre nas veias da perna e causam vermelhidão, calor, inchaço e até deixa a região esverdeada ou arroxeada. Mas em cerca de 10% dos casos, esse coágulo se desloca pelo corpo e pode chegar aos pulmões, formando a chamada embolia pulmonar; em casos mais raros, a obstrução pode chegar ao coração e até ao cérebro, mas a embolia pulmonar já é suficiente para 1/5 dos casos levarem à morte.

A título de curiosidade, parece que eu cheguei ao médico ainda na fase que o coágulo estava se deslocando. Com o mínimo de esforço físico, como caminhar uma quadra ou um lance de escada, isso me deixava com tontura, falta de ar e taquicardia.

Fonte: The Awkward Yeti

"Trombose não é coisa de velho?"


Eu também pensava que trombose era algo que afligia mais os idosos, mas lá vai o tapa de luva de pelica: não tem nada a ver. Sabe quem tem mais risco de sofrer trombose? Eu e provavelmente você, meu querido leitor que goza da flor da juventude, de 20 a 40 anos de idade!

Na verdade, estatisticamente falando, nós estamos muito mais expostos aos fatores de risco do que eles, como o uso de anticoncepcionais, cigarro e o exercício de ofícios que nos obrigam a ficar muito tempo sentados ou em pé. Mas claro que há outros grupos suscetíveis à doença, como as gestantes, as pessoas que já têm varizes, aquelas que têm de ficar acamadas, principalmente num pós-operatório, e ainda aquelas que têm propensão pelo histórico familiar.

Por que anticoncepcional é fator de risco?


Quando se faz uma pesquisa rápida sobre anticoncepcionais, me parece que não faltam motivos para tacar fogo na cartela, né? Eu respeito a decisão de cada uma para iniciar, continuar ou cessar o uso e não estou querendo jogar lenha nessa treta, mas acho que é muito importante se pensar com carinho sobre os riscos da trombose.

Assim que o médico concluiu que eu tinha trombose, o primeiro ban que ele fez foi contra o anticoncepcional, que eu já tomava, salvo engano, desde os treze anos de idade e não posso usar nunca mais. Em maior ou menor grau, essas pílulas costumam ter hormônios como estrogênio e progesterona, componentes que contribuem tanto para a formação de coágulos, quanto para a dilatação das paredes das veias - e tcharam, dê olá para as temidas varizes!

Ah, as primeiras semanas sem anticoncepcional foram meio difíceis de lidar, afinal se cortou abruptamente anos e anos em que mantive aquela quantidade x de hormônios femininos. Foram dias de cabelo caindo aos montes, pele ressecada, fluxos e períodos menstruais bem desregulados, tudo acompanhado de uma montanha-russa de humores - minha mãe é uma santa de me aguentar naqueles dias, já ganhou a canonização e tudo! Acho que foi no terceiro mês que as coisas se acertaram e hoje não sinto falta alguma, sério mesmo.

Como se diagnostica?


Os sintomas da trombose venosa profunda são bem perceptíveis, como falei lá em cima, mas para se ter certeza do diagnóstico, é necessário fazer um exame chamado doppler scan venoso.

O nome é esquisito, mas não é complicado nem dói nada: trata-se de um exame que associa a imagens de ultrassom com a análise de ondas de som, o que permite verificar o fluxo de sangue de dentro do vaso sanguíneo. Ou seja, lá no exame, eu fiquei assustada ao ouvir o urro horroroso do meu sangue circulando (ao menos, tentando) pela minha perna direita. Ah, e não era para urrar tanto assim, logo tinha algum problema.

Como se trata?


Primeiro de tudo, não demore muito para procurar ajuda: acha que a sua perna fica inchada com pouco esforço, mesmo que não fique verde ou roxo, vá atrás de um bom angiologista. Depois do meu diagnóstico, além de ter dado aquele ban definitivo no anticoncepcional, ele me receitou um anticoagulante, meias de compressão e repouso absoluto nos primeiros dias de tratamento.

Prepare-se para desembolsar também, porque o anticoagulante é caro e as meias que mencionei são bem mais sofisticadas que as Kendall que você talvez conheça. Mas não é o fim do mundo: você não vai usar o anticoagulante para sempre e, por serem mais resistentes, as meias vão durar bastante (mas que elas são feias, ah, são).

Minhas BFFs, desde então: AS e meias de compressão

Apesar do nome, o anticoagulante não vai tratar o seu coágulo: ele serve para afinar bem o sangue nesse primeiro momento de tratamento, quando a obstrução está firme e não tem muito espaço para o sangue fluir. O que vai tratar o coágulo é o seu próprio corpo e isso pode demorar bastante tempo - o médico me deu um prazo médio de seis meses a dois anos para uma cura completa.

Depois que se cessa o uso do anticoagulante, dois elementos vão pegar a sua mão e se tornarão seus BFF por toda a eternidade: o AS e as meias caras. Todo santo dia, eu tenho de tomar um comprimido de Aspirina para ajudar a afinar o sangue e vestir as meias, que vão criar mais pressão na perna, mesmo sentada. Ah, e é certo que, nos primeiros dias, você enfrentará batalhas vorazes e épicas para usá-las, então reserve mais um tempinho do seu dia até alcançar o nível master.

Por fim, a prática de exercícios físicos é uma grande aliada para estimular a circulação adequada do sangue por todo o corpo; a recomendação é começar pegando leve, mas não precisa ter tanta pena assim da perna, afinal é ela que temos de trabalhar aqui.

E aí, como se previne?


É bem verdade que casos de trombose podem ocorrer com qualquer pessoa e até de uma forma muito brusca: pode ter sido aquele vizinho que bateu as botas do nada ou mesmo um jogador de futebol em plena boa forma, no meio da partida.

Contudo, sempre há uma causa por trás: meu pecado, por exemplo, foi ter ficado horas a fio sentada em prol dos estudos, além do já muito difamado anticoncepcional. No geral, trombose é possível de evitar com a aplicação de um velho mantra: exercícios físicos e alimentação balanceada, plus não fumar.

Se o trabalho exige a permanência por horas em pé ou sentado, a dica é estimular as pernas: estique e dobre os pés várias vezes, dê um tempo da cadeira e se agache para os trabalhos na mesa, coloque alguma pasta ou um punhado de papeis entre as pernas e segure com os joelhos... Enfim, tem jeito!

Por fim, é importante verificar se há casos de trombose na família e ficar de olho no estado das suas pernas: notou inchaço, dilatação das veias, dor nas pernas? Não mosqueie como eu e procure um angiologista o quanto antes! Pode não ser nada demais, mas é muito melhor prevenir do que remediar.

Prazer, meus pezinhos :)

Fontes


16.9.16

Precisamos falar de trombose

Rá! E no momento mais inesperado, eis que retornam os que jamais foram esquecidos: sim, os Favoritos do Mês voltaram! 🌟

Na verdade, estava difícil arranjar tempo para organizar tudo bonitinho para postar, por isso a demora... Ah, mas para compensar, já adianto: os Favoritos do Mês de agosto já estão prontinhos e loucos para serem publicados - aguarde e confie, psit! 😉 Enquanto isso, vamos logo para os Favoritos de Julho:


1. Sailor Moon Crystal


Finalzinho de julho foi momento para se despedir um pouquinho de "Sailor Moon Crystal", com o término da fase "Death Busters". Essa fase equivale à "Super" na série original e é marco da chegada das Outer Senshi, as protetoras do Sistema Solar externo: Sailor Uranus, Sailor Neptune, Sailor Saturn, além de Sailor Pluto que nos foi apresentada na fase passada.

Na verdade, havia muitos motivos para eu estar ansiosa com essa fase: teríamos um visu novo dos personagens, abertura e encerramento inéditos e ainda seria escalado um novo elenco de vozes para dar alma às novas sailors que chegam.


O veredicto? Bem, o resultado foi muito melhor do que eu imaginava: o traço novo ficou bem limpo e bonito; a abertura em três versões e os três encerramentos diferentes foram um baita presente, e as novas dubladoras não deixaram a peteca cair. Aliás, a minha felicidade ficou completa quando anunciaram que a minha sailor favorita seria dublada por uma das seiyuus que mais gosto: Sailor Uranus tem a voz maravilhosa da minha musa Minagawa Junko!

Mas eu falei em "despedir um pouquinho", né? É porque estamos esperando a produção completar as outras duas fases, que já estão confirmadas. Enquanto isso, aproveito e fico em dia com o cardiologista, porque vem por aí a minha fase preferida: vemnimim, "Dead Moon"/"Super S"! 😍

2. Hidratante Timewise, Mary Kay


Hidratante parece fazer parte do arsenal obrigatório para cuidar do rosto, mas é experimentando que você vê que tem um zilhão de texturas e propriedades que podem ou não se adequar à sua pele, o que torna a busca pelo seu produto ideal um baita desafio. Felizmente, se eu não tive muita curiosidade com cosméticos em vários anos da minha vida, a minha mãe teve de sobra e me indicou esse Hidratante Timewise da Mary Kay.

Faz dois meses que o incluí na rotina matinal, colocando um tiquinho depois de lavar o rosto. O produto rende bem e não demora muito para secar; não sei se isso se aplica a todo mundo, mas sinto que a pele fica levemente aveludada e sem aquelas abomináveis impressões de ter passado algo melecado ou oleoso. Ah, uma coisinha: ele pode até ter fator de proteção solar, mas não dou tanta confiança assim em função das minhas sardas; se pretendo sair para a rua, ainda não dispenso o uso de filtro solar, ao menos nas bochechas.

3. Colar Touro, Coleção Zodíaco


Sei que temos fama de sermos gulosos e teimosos, mas não importa o que digam, ainda tenho muito orgulho de ser taurina! Meu problema é que sou taurina demais: não basta o signo, tem de ter ascendente e Lua em Touro também - olha o medo, huahuahua!

Gostando tanto do meu signo e de astrologia, fica difícil resistir a um colar de constelação feito esse da loja Ziovara. Foi paixão à primeira vista! Só que ocorreu um problema: enquanto estava juntando coragem e dinheirinhos para comprar... OMG, a coleção saiu de linha! Volta com os colares, Ziovara, please! 😭

4. "No. 1", de Makihara Noriyuki


Makihara Noriyuki é, para mim, um dos mestres em criar músicas que grudam na cabeça feito chiclete no Japão! Mas calma, os chicletes que falo aqui são de alta qualidade: os mais memoráveis devem ser "Tooku Tooku" e "Donna toki mo"; é só dar uma conferida nos títulos para ver o potencial!

Particularmente, uma das música do Makihara-san que mais gosto é "No. 1", com um poder de chiclete imenso e uma letra super fofa!

"Quero te fazer sorrir
Mesmo que à força, quero te fazer sorrir
E quando envelhecermos e ficarmos cheios de rugas
Gostaria que você dissesse que a culpa disso é minha
O seu sorriso é o que faz todos felizes"

Apesar de gostar muito de verdade, fazia um tempão que ela não estava na minha playlist do dia a dia. Eis que, num belo dia, o YouTube me recomenda assistir a um vídeo com cenas do filme live-action de "Ore Monogatari". Adivinha qual era a música-tema, toda bonitona e remasterizada? 💙


E assim, "No. 1" volta imediatamente à minha playlist, como num toque de mágica, mas na velocidade da luz! Fim. 😝

6.9.16

Favoritos do Mês: Julho, 2016

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