Depois que terminei de fazer a ilustra para o post, percebi o arzinho meio borocoxô que ele tomou e me assustei um pouco: significa que alguns ranços aqui guardados estão começando a transparecer nas coisas que estou fazendo.

Sabe, antigamente eu me considerava boa em maquiá-los, camuflá-los, deixá-los quietinhos num cantinho. Hoje, não se trata do cachorro velho ter desaprendido os truques, e sim que o copo começou a transbordar. A fim de podar essas trepadeiras traiçoeiras que têm se enroscado pelos meus  pensamentos e sentimentos, já estou indo atrás de ajuda profissional.

Desculpe o excesso de metáforas até aqui, mas foi o único jeito que encontrei para deixar o papo mais leve sem desviar da verdade. Espero poder fazer um novo Favoritos com notícias melhores em breve. Bom, nem por isso este post deixou de ser criado e maturado com muito carinho! 💙 Por favor, confira meus Favoritos de agosto e setembro:



1. Blue Bird Fotografia


Já faz umas semaninhas, mas fotos da pessoinha que vos escreve estão fazendo parte das páginas (é só clicar nos links do menu superior) e da capa da fanpage no Face! 📸 Essa foi, na verdade, a realização de uma das grandes metas que tinha traçado para 2017 e não poderia ter conseguido sem a ajuda dos fotógrafos Thais e Reynolds, o casal que toca a Blue Bird Fotografia.

Desde o momento em que tomei coragem para contatá-los, tinha a ideia fixa de fazer fotos conceituais, sem olhar direto para a câmera e que tivessem um ar urbano, talvez até mostrando um pouco da identidade de Curitiba. Pois bem, acho que o dia em que fizemos a sessão não poderia ter sido mais tipicamente curitibano: friozinho e nublado. Me encontrei com o casal nas escadarias da UFPR e as laterais do Prédio Histórico emolduraram boa parte das fotos.


Ah, mas o ensaio não era apenas sobre o blog; havia um bichinho curioso aqui dentro de mim querendo saber como eu poderia ser vista ou captada por uma lente profissional. Bom, uma coisa ficou muito clara para mim durante a sessão e se confirmou quando vi o resultado final: eu sou toda dura, haha! 😂 De fato, não tenho muita consciência corporal e fiquei bem ansiosa-nervosa-perdida na oportunidade. No mais, perceber os olhares dos transeuntes tentando entender porque a guria toda dura lá estava sendo fotografada na rua não ajudava a me acalmar, haha... 😳

Saldo da história? Estou feliz por agora ter um acervo de fotos bonitas minhas e pelo encontro com alguns dos talentos locais que mais fico stalkeando nas redes sociais, hehe! Agradeço muito à Thais e ao Reynolds pela paciência, de verdade. Recomendo uma passadinha no Instagram da Blue Bird para babar nas fotos, falar com esse casal bacana e marcar o seu próximo ensaio fotográfico! 💙

2. Boku no Hero Academia


Ahá! Finalmente, consegui assistir a Boku no Hero Academia e... Estou viciada, haha! ✌️ Na verdade, essa história tem todos os ingredientes de um típico shonen, até aquela certeza de que nosso protagonista será bem-sucedido no futuro, então não haveria nada de novo sob o sol, mas... Sabe quando um filme, uma música, uma série te pega de jeito porque está falando com o seu momento? Foi assim mesmo que Boku no Hero me fisgou. 🙋


Ter superpoderes é o novo "normal": num mundo em que cerca de 80% da população nasce com "Individualidades" dos mais diferentes tipos, os 20% restantes são completamente impotentes. Desde cedo, Midoriya Izuku soube que era uma dessas raridades e foi discriminado por isso. Um destino muito injusto para quem não queria mais nada, senão se tornar um Herói profissional.

Contudo, a chama de esperança continuava acessa no jovem, que admirava e estudava outros heróis sempre que possível. Eis que, um dia, sua persistência parece gerar frutos: Izuku não apenas encontra o maior Herói de todos, seu ídolo All Might, como este também o escolhe como seu sucessor, transmitindo-lhe sua única e poderosa Individualidade!

Após meses de duro treino, Izuku entra para a U.A. High School, uma escola colegial famosa por seu excelente programa de treinamento para Heróis. Com calouros promissores neste ano e a eminente ameaça de uma organização de Vilões, Izuku logo aprenderá o que realmente significa ser um Herói.

Essa minijornada de menino Izuku diante das adversidades, que compreende os primeiros episódios, foi responsável pela fisgada fatal. Super me marcou a parte na qual ele percebe que receber aquela poderosa Individualidade lhe concedeu apenas a chance de estar na linha de largada; agora, Izuku tinha de se esforçar muito mais do que os demais, que já sabiam usar seus poderes há tempos, para atingir seus objetivos. 🏃

Com o decorrer da história, dá para perceber uma narrativa sensível a lados inesperados, mas muito humanos dos personagens, revelando os medos dos Heróis e a racionalidade dos Vilões. Mais do que as lutas alucinantes, acredito que os diálogos são outro atrativo a se prestigiar, principalmente a forma com que o autor aborda a importância da simbologia dentro desses dois grandes pólos sociais da sua história. 👀

3. Massagem facial de Tanaka Yukuko


Pensando em cuidar um pouquinho melhor do meu rosto, lembrei de um vídeo japonês que havia assistido no ano passado com instruções para uma massagem facial "anti-idade" e resolvi ir atrás dele novamente para aplicar à minha rotina matinal. 💆 O princípio da técnica é direcionar a circulação, de forma que mais toxinas sejam levadas aos vasos linfáticos, sendo que boa parte deles estão localizados nas extremidades laterais do pescoço.


Essa massagem foi criada por uma maquiadora muito famosa chamada Tanaka Yukuko, que infelizmente faleceu há alguns anos por câncer na laringe. Não dá para dizer, contudo, que foi uma fatalidade: Tanaka-san chegou a ficar no topo de uma pesquisa de opinião sobre qual celebridade o público gostaria que parasse de fumar - e olha que raridade mesmo é ver adulto no Japão que não fume...

Vamos, então, ao momento "testei e aprovei": desde que comecei a realizar essa massagem, senti a minha pele um pouco mais aveludada e saudável. Acho gostosa a sensação de "músculo trabalhando" que fica no rosto depois de estimulá-lo, já que é necessário imprimir um pouco de pressão e calor com toda a extensão dos dedos para a massagem dar certo. Ainda há a expectativa para que sinta as minhas feições mudando, mas, como comecei há uns dois meses, imagino que seja cedo para isso acontecer... 😅

Obs.: Ah, esse vídeo tem mais duas partes; acesse pelo YouTube que você encontra todas as instruções rapidinho 😉

4. Okja (2017)


Nova York, 2007. CEO de uma poderosa empresa, Lucy Mirando (Tilda Swinton) apresenta ao mundo uma nova espécie animal, descoberta no Chile. Apelidada de "super porco", 26 exemplares dessa espécie são enviados a fazendas de países distintos, de forma que cada uma possa apresentá-lo à sua própria cultura local. A ideia é que os animais permaneçam espalhados ao redor do planeta por dez anos; após esse período, todos participarão de um concurso no qual se escolherá o melhor super porco.

Uma década depois, a jovem Mija (Seo-Hyun Ahn) convive desde a infância com Okja, o super porco fêmea criado pelo avô no interior da Coreia do Sul. Prestes a perdê-la devido ao tal concurso, Mija decide lutar para ficar com Okja, custe o que custar.


A essa altura, eu já tentei escrever esta linha umas três vezes, mas é difícil comentar sobre "Okja" sem me considerar hipócrita. Quero dizer, se tenho uma pequena noção de como é a indústria da carne e de como o marketing das coisas funciona, então teoricamente a trama não estaria trazendo nenhuma novidade e eu não teria o direito de ficar sentida ou chocada em momento algum do filme - ainda mais pelo fato de não ter deixado de consumir carne por conta disso.

Então, o que trouxe essas emoções? Acho que foram o esforço da primeira parte do filme para que conheçamos a relação de Okja e Mija - parecida com a que temos com um bichinho de estimação, atribuindo até sentimentos e reações humanas à super porca - e a mea culpa por Okja ser uma criatura fictícia.

Inclusive, talvez essa seja a pior característica, porque cria uma lacuna que podemos preencher com qualquer animal e com qualquer propósito, afinal crueldade com animais não é de longe exclusividade da indústria alimentícia. A cereja do bolo para se sentir mal foi o final mesmo, com todos os tapas na cara possíveis: a menos que seus propósitos sejam marketeiros, ideais não têm valor num sistema capitalista e suas engrenagens não deixarão de se mover por conta deles. Ouch.

Embora eu tenha terminado o filme me sentindo desconfortável, tive de ficar ruminando por vários dias sobre o que tinha assistido para chegar a algumas dessas conclusões, como visto, mais desconfortáveis ainda. Atribuo isso à habilidade excepcional do diretor sul-coreano Joon-Ho Bong - que também me fez pensar por dias sobre "Expresso do Amanhã" -, o qual toca nas feridas sociais de uma forma sutil, mas muito pertinente, te forçando a revisitar a história na cabeça por muito tempo.

▼▼▼

O post começou meio tristinho e terminou assim também, né? Haha!
Não foi a intenção fechar assim, mas aconteceu...

E aí, você já fez um ensaio fotográfico? Quem sabe, viu alguma dessas dicas?
Conta aí, vamo se amar! 💙

11.10.17

Favoritos do Mês: Agosto/Setembro, 2017

Como outubro tem muitos lançamentos programados e várias datas coincidem entre si, este Checklist foi particularmente sofrido de fazer - tanto que, embora tenha relutado, fui obrigada a colocar os títulos todos de ladinho. Até que foi divertido escrever assim pra variar um pouco o ritmo dos trabalhos, mas... É, lamento pelos eventuais torcicolos, haha! 🙃



Destaque do Mês


Nem titubeei para escolher o Destaque deste mês, porque esse título faz o coração ficar quentinho numa boa: trata-se de Ohayou to oyasumi to sono ato ni, assinado por Hamada Kamome!

Isuke e Kaito têm um relacionamento super saudável e gostoso, tornando-se uma força mútua para continuar a lutar pelos seus próprios sonhos, apresentados desde o primeiro capítulo. Acho que o fato de acumular seis volumes encadernados só reforça o argumento: o público achou essa série um amorzinho tanto quanto eu, hehe. 💙

Numa tarde chuvosa, Tachibana Kaito (CV: Shirai Yuusuke) pensou ter encontrado o amor de sua vida procurando emprego no restaurante em que trabalha. Contudo, não demorou muito para concluir que o destino lhe passou a perna: a garota delicada que ele havia projetado de início era, na verdade, o jovem teimoso e um tanto respondão Kataoka Isuke (CV: Murase Ayumu).

Apesar da desilusão, Kaito não consegue deixar de se preocupar com Isuke e logo também percebe que continua a sentir algo especial pelo estudante de artes digitais. Ainda, uma vez incentivado pelo chefe a permitir que Isuke more sob seu mesmo teto, torna-se cada vez mais difícil para o aprendiz de cozinheiro resistir aos seus sentimentos...

Ainda não foi anunciado se a label pretende continuar com as adaptações em Drama CD - devem medir a temperatura por meio das vendas desse primeiro volume -, mas fica aí a torcida, porque material e popularidade realmente não faltam! 🙌

Referências


Uke | Kataoka Isuke (CV: Murase Ayumu)
Hinata Shouyou (Haikyuu!!), Allen Walker (D. Gray-Man Hallow), Minami Kenjirou (Yuri!!! On Ice);

Seme | Tachibana Kaito (CV: Shirai Yuusuke)
Naruko Io (Binan Koukou Chikyuu Bouei-bu Love!), Percival (Divine Gate), Nikaido Yamato (Idolish7).

Confira também


1.10.17

BLCD Checklist: Outubro, 2017

Sei que pode soar estranho, mas eu tirei uns diazinhos "de folga" do blog e é por essa razão que o BLCD Checklist está beeem atrasado... 🤷

Depois de fazer provas pesadas, como aquelas sobre as quais comentei nos últimos posts, dar um relax foi muito importante. Mas essa pausa não se resumiu a (apenas) andar pela casa se coçando de pijama: precisava me organizar de novo e recalcular a rota. Ao tempo em que escrevo este post, nem tudo está bem resolvido, mas o planejamento já está encaminhado. Bola pra frente, né, gente? 😅

Falando agora do tema do post, este BLCD Checklist está uns 50% nebuloso para mim, mas nem pestanejei ao indicar qual título seria o Destaque do Mês, já que, nesse balaio de setembro, havia uma adaptação que eu estava esperando desde que foi anunciada. Confira a seguir!


Destaque do Mês


O Destaque do Mês ficou com o título de Tokoro Kemeko, Nibiiro Musica! Esse mangá, meus amigos, tem um traço de encher os olhos e isso é motivo mais que suficiente para se fazer uma demorada leitura; se levo normalmente trinta segundos para ler uma página, devo ter ficado mais uns dois minutos em cima de uma de Nibiiro Musica, só babando nos desenhos lindos, haha!

Faz dez anos que Satou Takuma (CV: Tamaru Atsushi) perdeu o contato com seu querido amigo dos tempos do colegial, Kujou Katsuyuki (CV: Okitsu Kazuyuki), que viajou para a Itália a fim de se tornar um violoncelista profissional. Sem notícias de Yuki, como costumava o chamar, já tinha até virado um hábito visitar uma loja de CDs e procurar pelos frutos do seu sucesso, mas suas buscas sempre tinham sido em vão.

Nesse meio tempo, Takuma se tornou um cuidador, mas qual não foi a sua surpresa ao descobrir que seu próximo cliente seria justamente Yuki?! Os olhos vendados por bandagens deixam Takuma confuso com o encontro inesperado e as circunstâncias do amigo: quando Yuki tinha voltado para o Japão? Por que estava quase cego? E o que aconteceu com todos os seus sonhos?

Como Yuki não havia o reconhecido, Takuma resolve assumir suas funções sem, contudo, identificar-se como seu velho amigo para poder ajudá-lo ao máximo até que realize sua cirurgia. O tempo que passam juntos torna-se um conforto para ambos, mas, desde que soube que Yuki nutria um amor não correspondido há dez anos, algo muda na forma com que Takuma percebe seu amigo...

Referências


Uke | Satou Takuma (CV: Tamaru Atsushi)
Mochizou Ouji (Tamako Market), Hachimine Takuma (Meganebu), Kunimi Akira (Haikyuu!!).

Seme | Kujou Katsuyuki (CV: Okitsu Kazuyuki)
Saku Hagita (Orange), Hisui Nagare (K: Return of Kings), Masaomi (Brothers Conflict).


Confira também


21.9.17

BLCD Checklist: Setembro, 2017


Com as minhas derradeiras provas chegando, a ansiedade naturalmente encontra abrigo nesta pilha de nervos ambulante que estou. Música é algo que sempre gostei muito e até costumo colocar de fundo para embalar algumas aulas, mas, na situação atual, já se trata de uma das minhas "âncoras de sanidade" - dramaqueen, me julguem, haha! 😅

Hoje, se me pego abrindo o player, é para empurrar tudo pro lado e dançar, fazer lip sync e berrar o refrão - mas sem voz, porque isso ocorre de madrugadis, então ó o respeito. 😶 Não é do meu feitio, mas virou o jeito para extravasar um pouco essa tensão toda concentrada. Nem por isso será qualquer música que vai me fazer pular às duas da matina, né? Então, aproveitando, quero mostrar o que tem tocado aqui direto! 🎵

Imagem, de Mahmundi



Sempre acho que nasci na época errada ao me pegar curtindo músicas pop com aquela batidinha eletrônica típica dos anos 1980. A felicidade, para mim, é que vários artistas têm buscado trazer o jeitão desse tempo em novas produções ultimamente; uma delas é essa flor chamada Mahmundi, que mal conheci e considero pacas. Sei que a linha dela não é apenas essa, indo pelos caminhos do indie e do experimental, mas tenho certeza de que Imagem foi inspirada na vibe dos oitentinha e, por isso, me conquistou em cheio. 💙

Kataomoi, de Aimer



Aimer é uma artista que conheci com Dare ka, Umi wo, uma música bem densa do anime Zankyou no Terror. Desde aquele momento, achei a sua voz linda e única, mas não me liguei em seguir seus trabalhos porque aquele tipo de melodia carregada não era do meu gosto. Foi por isso que me surpreendi ao me deparar com Kataomoi, uma canção leve e romântica que conseguiu casar com a voz da Aimer tão bem quanto aquelas carregadonas. 🌸

Forevermore, de Utada Hikaru



Ai socorro, porque minha rainha Hikki tá com tudo! 😱
E quando a rainha aparece, sim, é nepotismo total e tô nem aí, haha!

Forevermore é música-tema de Gomen, Aishiteru, adaptação japonesa do K-drama I'm Sorry, I Love You. Todo o arranjo é meio dramático porque a letra fala de um amor unilateral bem devoto, o que me fez voltar para meados de 2007~2010, época em que Flavor of Life e Prisoner of Love estavam fresquinhos na cuca. Ah, que nostalgia mais gostosa! É Hikki de volta, meus amigos! 💙

Stop, de Spice Girls



Pera que agora tenho de fazer um mapa mental para explicar como chegamos nas Spice Girls. Vamo lá: por esses dias, sei lá por que, me deu na telha de assistir à cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Londres e, entre as apresentações, estava a volta épica das meninas.

Nisso, me parei divagando sobre a época em que ouvia as músicas delas e, analisando, eu não curtia muito pois me faziam lembrar de umas panelinhas da escola que me chateavam. Bom, como esses elementos já não fazem mais parte da minha vida há muito tempo, beleza: eu finalmente daria essa chance para as Spice - e que bom que dei, pois (não deve ser novidade para muitos, mas) são músicas bem boas mesmo! 😅

Kanashii Ureshii, de Frederic



Socorro que eu não posso com música que tem palma no meio, porque já quero marcar a batida também, haha! 👏

Nas andanças pelos canais de grandes gravadoras japonesas, houve algum momento em que conferi as músicas dessa banda e não gostei muito - essa pegadinha de música infantil e 8-bit da introdução é uma constante no repertório. Contudo, fui forçada a tirar o chapéu para Kanashii Ureshii (tema do anime Koi to Uso); eita vício que não me larga mais, rapaz! *começa a bater palma junto* 😆


Peace Sign, de Yonezu Kenshi



Acabei de falar que não posso com palmas no meio das músicas, né? Olha aí, mais um exemplo da minha queda por elas, haha! 👏 De um dia para o outro, um monte de cantores amadores japoneses que acompanho começou a fazer covers dessa música, então "fui obrigada" a ir atrás da fonte de tanta inspiração... Ah, e vale a pena ver os trabalhos recentes de menino Yonezu, hein? Minha recomendação é começar com a linda orion 💙

A introdução me dá vontade de arregaçar as mangas e começar os trabalhos, sabe? Esse aí é um dos temas de abertura do anime Boku no Hero Academia - mas quem disse que estou assistindo? Pois é, ainda não deu tempo, mas é só a tormenta da prova passar que vou atrás desse e mais alguns animes na minha lista, hehe... 👊

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Qual é a sua música favorita nos últimos tempos?
Manda nos comentários, adoro conhecer novas playlists!

27.8.17

Playlist #001: embalando a ansiedade...

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